Na quinta-feira o vereador Antônio Jose Barbosa, de Floriano, esteve entregando cestas básicas a famílias carentes de várias comunidades, tanto da zona urbana, quanto da área rural.
“Nós, com recursos próprios tivemos nas comunidades cachoeira, Papa Pombo, Porteiras, Malhada Vermelha, Morrinhos e outras comunidades adjacentes fazendo a entrega de cestas básicas”, disse o vereador afirmando que houve entrega também a famílias carentes da zona urbana.
Centenas de famílias das zonas urbana e rural de Floriano-PI, neste período da Páscoa, foram agraciadas com cestas de alimentos que foram doadas pela Prefeitura, ato que vem sendo praticado por todos os gestores a cada ano.
Nas entregas das cestas realizadas este ano, 2018, em várias etapas, estava o prefeito Joel Rodrigues, bem como, alguns dos assessores diretos e alguns parlamentares.
O vereador Mauricio Bezerra, presidente do Legislativo Municipal, esteve em determinados momentos e ajudou na entrega. Filas enormes se formaram e tudo se deu de forma tranquila.
Na zona urbana o ponto de entrega foi o Estádio Tiberão, bairro do Tiberão, já nas várias comunidades rurais os veículos que estavam transportando as cestas serviam de pontos de entrega onde as famílias estavam recebendo os alimentos.
Um dos pontos de vias em Floriano que há anos tem sido tornado motivo de aborrecimentos para quem passa no local, seja motoristas ou motociclistas, que compreende ao encontro da rodovia PI 140 (trecho da Avenida Calisto lobo) com a rodovia BR 230, onde há um marco do Rotary, bairro Cancela, está ganhando investimento.
No local já foram feitas inúmeras obras, mas os serviços não tem tido uma durabilidade.
Nesse momento a Prefeitura de Floriano, liderada pelo prefeito Joel Rodrigues, faz um trabalho que deve ser concluído nos próximos dias, pois no local existem muitos buracos e há deficiências no asfalto.
Placas anunciam a obra que vem sendo executada pela pasta da Infraestrutura.
De acordo com o secretário Marconi Alysson, da pasta citada, há nesse momento cerca de nove frentes de serviços espalhadas pela cidade e, quanto a obra mostrada nas imagens até o proximo final de semana, diz ele, tudo estará concluido.
O adiamento da sessão de julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último dia 22 de março deu ares de ópera bufa ao Supremo Tribunal Federal. Depois de uma discussão preliminar para decidir se analisariam ou não o pedido, os ministros adiaram o julgamento da questão central: se o petista pode ou não recorrer em liberdade contra a condenação em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá. , um dos processos decorrentes da Operação Lava Jato.
Devido ao adiantado da hora, os ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello disseram que não poderiam seguir na sessão por motivos pessoais. Criminalista tarimbado, o advogado José Roberto Batochio, que defende Lula, argumentou, então, que seu cliente não poderia ser prejudicado com a falta de decisão de suas excelências e pediu uma liminar para impedir a prisão até que os trabalhos fossem retomados. Conseguiu.
Negando haver qualquer benefício a Lula, a presidente Cármen Lúcia disse que o julgamento foi suspenso por limite físico dos ministros. Se a possibilidade de prisão de Lula era só uma expectativa naquele momento, ela se tornou real com a rejeição dos embargos de declaração da defesa do petista pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no último dia 26. Concluído o processo em segunda instância, Lula só não foi para a cadeia graças ao salvo-conduto do STF.
Paralelamente a isso, correm na Corte duas ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) em que os ministros podem rever o entendimento que autorizou a prisão antes da conclusão do processo em todas as instâncias — esse é o argumento central da defesa de Lula, o de que é inconstitucional a prisão antes de esgotados todos os recursos. Cármen Lúcia resiste em colocar em julgamento essas ações, nas quais se discute se deve prevalecer a tese de presunção de inocência até o trânsito em julgado. Ao pautar o HC de Lula, a ministra transferiu o debate para a figura do petista.
Forma-se no Supremo uma tendência de uma solução intermediária: a prisão só passar a valer com decisão do Superior Tribunal de Justiça. Mas com Lula no centro da questão, há maior pressão para que os ministros mantenham o entendimento da prisão antecipada.
O fiel da balança é a ministra Rosa Weber, que tende a alinhar-se à corrente favorável a esta revisão, mas em casos de habeas corpus tem aplicado o atual entendimento da Corte em detrimento de sua convicção pessoal.
Conhecidas por também absorverem um forte componente político, as decisões do Supremo são capazes de desafiar qualquer lógica cartesiana. A surpresa com a sessão do último dia 22 de março mostrou que um elemento extra pode entrar nesta equação: a improbabilidade. As reações indignadas e o desgaste que vieram na sequência podem afastar a chance de prosperar qualquer iniciativa que não seja julgar o HC de Lula. Mas, do Supremo, pode-se esperar tudo.
VEJA ouviu especialistas em julgamentos desse tipo e listou tudo o que pode ocorrer no STF na sessão marcada para quarta-feira, 4. E colocou qual temperatura tem neste momento cada uma das alternativas. O “termômetro” do julgamento será atualizado até o dia da sessão dependendo dos movimentos de bastidores que, inevitavelmente, irão ocorrer.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.