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cassioA temporada do Corinthians está perto do fim. No domingo, o Timão entra em campo pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro, contra o Fluminense, na Arena. Para Cássio, apesar do segundo semestre sem títulos e com troca de treinador, 2019 foi um ano positivo.

“Vejo o ano como positivo por todas as circunstâncias. Ganhamos o Paulista, começamos o ano bem. Tivemos um bom começo de Brasileiro. Fomos um pouco irregulares principalmente em casa. Se a gente tivesse ido melhor em casa, tínhamos classificado direto na Libertadores. Mas vejo como positivo”, comentou o goleiro.


“Foi um ano de muita mudança. Chegaram muitos jogadores. Depois o Carille saiu, e o Coelho chegou em situação que o time não vinha bem, sabemos como é o Corinthians quando fica sete ou oito jogos ganhar. Coelho entrou e time deu resposta boa”, completou o jogador.

Além do título paulista sobre o São Paulo no início da temporada, o Timão acumulou eliminações na Copa Sul-Americana e Copa do Brasil. No Campeonato Brasileiro, campanha irregular que rendeu apenas a vaga para a Pré-Libertadores.
“Lógico que temos que agregar e ser mais ambiciosos. Temos que buscar títulos e vaga direto. Se for pegar na história, depois do ano de reformulação, sempre damos resposta. Em 2015 foi assim e em 2017 também. Que a gente possa ser mais regular”, destacou Cássio.
Segundo o camisa 12, o pior momento do Timão na temporada aconteceu após a eliminação para o Independiente Del Valle-EQU, nas semifinais da Copa Sul-Americana.

“Derrota para o Del Valle foi um momento em que não estávamos bem. Irregulares. Tratando de mata-mata, erramos demais. Jogamos na altitude. É complicado falar em pior momento. Aqui, virou um turbilhão ficar oito jogos sem vencer. Acho que esse sim foi o momento mais conturbado. Mas conseguimos dar uma resposta boa”, explicou.
Cássio também fez uma avaliação pessoal da temporada. O goleiro destacou sua regularidade, apesar de erros pontuais.

“Acho que foi um ano regular. Vou jogar 68 jogos no ano. Lógico que teve erros, mas fui bem regular. O maior erro foi contra o Fluminense, inclusive o maior no Corinthians. Mas venho sendo regular não só esse ano. Meus números são bons, números até de bastante jogos. São muitos jogos, às vezes estamos mais cansados. Mas consegui contribuir bem para o Corinthians”, concluiu.

 

gazeta

Foto: Divulgação/Agência Corinthians

vscbaApesar do VAR, tudo terminou bem. Num jogo marcado pelas interferências do VAR – árbitro de vídeo – Bahia e Vasco empataram por 1 a 1, nesta quinta-feira à noite na Fonte Nova, em Salvador (BA), pela 37.ª rodada do Campeonato Brasileiro.


No primeiro tempo, o time carioca teve um pênalti marcado e anulado após consulta, enquanto o Bahia só ganhou um pênalti a seu favor após verificação da arbitragem. Gilberto converteu para o Bahia, enquanto o Vasco só empatou na parte final do jogo com Marrony.


VAIAS MERECIDAS
Classificados para disputar a Copa Sul-Americana, o Bahia se despediu da sua torcida com 49 pontos, em 11.º lugar, debaixo de vaias por não vencer há oito jogos em casa. O Vasco, com 48 pontos, é o 13.º. Na rodada final, domingo à tarde, o Vasco recebe em São Januário a rebaixada Chapecoense, enquanto o Bahia vai até a Arena Castelão para enfrentar o Fortaleza.

Sem ter a pressão natural da torcida vista nos últimos jogos, o Bahia iniciou o jogo bem tranquilo, armado no 4-3-3 e tentando bem os avanços pelas laterais, principalmente com Nino Paraíba pelo lado direito. A pressão empurrou o Vasco para seu campo defensivo, sem força para ir à frente.

CHANCE E POLÊMICAS
A primeira chance real de gol saiu aos 23 minutos, após passe diagonal de Artur para Gilberto. O atacante tirou do goleiro Fernando Miguel que fez o abafa, mesmo assim teve que torcer para a bola não entrar. Lentamente ela saiu perto da sua trave direita.

Mesmo tendo Yago Pikachu mais livre, atuando no meio-campo, o Vasco pouco chegou ao ataque. Mas teve um pênalti marcado a seu favor e depois cancelado após verificação no VAR.

Raul entrou na área e foi tocado embaixo por Moisés, com o árbitro mineiro, Felipe Fernandes de Lima, apontado a marca do pênalti com muita convicção. Chamado para analisar o lance pelas imagens do VAR, o árbitro voltou atrás. Isso aos 30 minutos.

VAR DE NOVO...
Quem determinou a abertura do placar também foi o VAR. Aos 40 minutos, Ricardo Graça levantou o pé e atingiu a cabeça de Gilberto com a sola do pé. O lance seguiu, mas o árbitro novamente acabou acionado para ver as imagens. Ele marcou a penalidade e ainda expulsou o zagueiro vascaíno, gerando muitos protestos.

Enquanto a consulta era feita, o atacante Gilberto era atendido fora do gramado com sangramento na cabeça. Com uma toca azul na cabeça e com uma camisa limpa ele voltou a campo para bater o pênalti. Enquanto o goleiro Fernando Miguel arriscou o canto esquerdo, a bola entrou no lado direito. O chute saiu forte e rasgou a rede. Gol do time da casa aos 44 minutos.

LUXA CONSERTOU BEM
Na volta do intervalo, Vanderlei Luxemburgo apresentou duas mudanças para reorganizar seu time. Colocou dois meias, Fellipe Bastos e Marcos Júnior, respectivamente para as saídas do lateral Raul Cáceres e do atacante Ribamar.

Com isso, Pikachu passou a atuar como lateral, houve uma maior concentração de jogadores no meio-campo e o time carioca passou a atuar apenas com Marrony no ataque.

O time baiano começou, de novo, na pressão. E quase ampliou aos quatro minutos, num chute forte e de fora da área de Flávio. A bola explodiu no travessão. Aos, poucos, porém, o Vasco acertou a marcação e equilibrou as ações, porém, sem força ofensiva. A alternativa foi arriscar chutes de longa distância.

BANHO MARIA E CASTIGO
O Bahia se acomodou em campo, praticamente desistindo de atacar. Com isso, deixou o Vasco à vontade. Aos 36 minutos, o time da casa ficou sem Arthur Caíke, expulso após receber o segundo amarelo. Três minutos depois, o Vasco empatou.

Na única jogada bem feita no ataque, o Vasco chegou ao empate. Gabriel Pec invadiu a área pelo lado esquerdo e tocou para trás para o chute colocado de Marrony.

Tudo igual aos 39 minutos. Um castigo merecido para o Bahia que tentou levar o jogo no ‘banho maria’.

ÚLTIMA CHANCE
Aos 49 minutos, na única oportunidade de marcar, Fernandão chutou no alto e Fernando Miguel espalmou, garantindo o empate para o Vasco.

 

futebolinterior

Foto: Felipe Oliveira /Bahia

cruCom a derrota por 2 a 0 para o Grêmio, nesta quinta-feira, o Cruzeiro não tem outra alternativa para evitar o rebaixamento inédito à Série B: é vencer o Palmeiras, no Mineirão, e torcer por uma derrota do Ceará para o Botafogo, no Nilton Santos. Ambos os jogos, válidos pela 38ª rodada do Brasileirão, serão às 16h de domingo. Essa é a única combinação de resultados que salva a Raposa.


Após a 37ª rodada, o Cruzeiro tem 90,7% de chance de ser rebaixado à Série B. O cálculo é do Departamento de Matemática da UFMG.
Com quatro derrotas seguidas, o Cruzeiro está estacionado no 17º lugar, com 36 pontos, dois a menos que o Ceará, que foi derrotado pelo Corinthians, em casa, nessa quarta-feira.

O grande problema do Cruzeiro no campeonato é o número de vitórias. Foram apenas sete em 37 rodadas. O Ceará tem dez triunfos. Sendo assim, se o Vozão empatar com o Botafogo, a Raposa estará automaticamente rebaixada, mesmo se vencer seu jogo (neste cenário, os dois times empatariam em pontos, mas o Cruzeiro perderia no primeiro critério de desempate: número de vitórias).

Para a partida decisiva de domingo, o técnico Adilson Batista não poderá contar com Egídio, Edilson e Ariel Cabral, que levaram o terceiro cartão amarelo diante do Grêmio. O lateral-esquerdo ainda foi expulso no fim da partida. Robinho saiu machucado e também não joga contra o Palmeiras.

Somando derrotas e empates, o Cruzeiro já acumula oito rodadas de jejum no Campeonato Brasileiro, sendo que marcou apenas dois gols neste período. O último foi marcado por Orejuela, na goleada para o Santos, por 4 a 1, na 34ª rodada. Desde então, foram três jogos de seca.

 

GE

Foto: Vinícius Costa/BP Filmes

A despedida do Flamengo diante do seu torcedor antes do Mundial de Clubes não poderia ter sido melhor. Na noite desta quinta-feira, pela penúltima rodada do Brasileirão, o campeão fez a festa de quase 70 mil torcedores no Maracanã ao aplicar 6 a 1 no Avaí.

gabigol
Com quatro vitórias seguidas e sem perder há 28 jogos - a última derrota foi no dia 4 de agosto, 3 a 0 para o Bahia -, o Flamengo chegou aos 90 pontos. Na outra ponta da tabela, o já rebaixado e lanterna Avaí estacionou nos 19. São 16 rodadas sem vitória.


QUE COMEÇO!
O gramado do Maracanã apresentava algumas poças d'água por conta da chuva que caiu momentos antes do jogo. Mesmo assim, o Flamengo começou em cima do Avaí e quase abriu o placar aos sete minutos. Renê arriscou de fora da área e Vladimir espalmou para escanteio.


Aos 11, a torcida rubro-negra explodiu. Rafinha cruzou, Lincoln dominou e ajeitou para Arrascaeta bater de primeira no canto de Vladimir. O Flamengo não diminuiu o ímpeto após abrir o placar. Na sequência, o uruguaio perdeu boa chance ao chutar por cima e Everton Ribeiro acertou o travessão em cobrança de falta.

O que ninguém esperava aconteceu aos 21. Lourenço arriscou de fora, a bola bateu na trave e nas costas de César antes de entrar mansamente no gol. Sete minutos depois, Diego recebeu de Rafinha e soltou a bomba para boa defesa de Vladimir.

 

FLA DESLANCHOU
A pressão rubro-negra era grande. Gabriel finalizou e o goleiro do Avaí mais uma vez espalmou para escanteio. Vladimir voltaria a salvar aos 34 minutos em cobrança de falta do capitão Diego. O Flamengo voltou a ficar na frente do placar aos 36.

Diego bateu colocado, a bola desviou na cabeça de Marquinhos Silva e entrou no ângulo de Vladimir. Dois minutos depois, Gabigol soltou a bomba de fora da área e mandou no cantinho do goleiro, fazendo seu 25º gol no Brasileirão.

Logo depois, a torcida presente no Maracanã cantou "Fica, Gabigol". Aos 46, o camisa 9 recebeu dentro da área e finalizou cruzamento com muito perigo.

FECHOU O CAIXÃO
A etapa final começou movimentada no Maracanã. Lourenço exigiu boa defesa de César em cobrança de falta aos seis minutos. O Flamengo respondeu com Arrascaeta, mas o chute do uruguaio saiu fraco e facilitou a vida de Vladimir. Aos 11, Lincoln aproveitou sobra e bateu no cantinho do goleiro, ampliando para os donos da casa.

Aos 13, Gabigol recebeu livre de marcação, mas perdeu grande oportunidade ao finalizar em cima de Vladimir. O Avaí esteve perto de diminuir na sequência. Vinícius Araújo recebeu de Lourenço nas costas da zaga e bateu para boa defesa de César.

MAIS GOLS
O Flamengo diminuiu um pouco o ritmo e passou a valorizar a posse da bola, mas mesmo assim conseguiu marcar o quinto. Após bonita tabela com Diego, Reinier finalizou de bico no cantinho de Vladimir. Na sequência. o goleiro do Avaí fez grande defesa em chute cara a cara com Gabigol.

Empolgada com o futebol apresentado dentro de campo, a torcida cantava nas arquibancadas: "O Liverpool pode esperar, sua hora vai chegar". Aos 43, Rafinha cruzou e Reinier completou de carrinho para dar números finais a partida.

 

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