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albertovalentimAlberto Valentim, técnico do Botafogo, foi o convidado do Seleção SporTV nesta sexta-feira. Na bancada do programa, ao lado do apresentador André Rizek e dos comentaristas Casagrande, Paulo Vinícius Coelho e Ana Thais Matos, o treinador analisou o começou de temporada, projetou um time forte em 2020 e comentou a chegada do japonês Honda, principal reforço alvinegro.

– É um jogador de meio-campo. Vai ser um processo de adaptação no Brasil, conhecer os companheiros. Tudo está no pacote. Mas estamos esperando de braços abertos para ser uma contratação importante na temporada – afirmou o técnico.
Para Valentim, é possível sonhar com o título do Campeonato Carioca, apesar da maior força financeira do Flamengo.

– Começamos bem. Optamos por uma pré-temporada um pouco maior, sacrificando parte do elenco, porque precisávamos de pelo menos 12 jogadores no Espírito Santo. Infelizmente, perdemos as duas primeiras partidas e depois tivemos três vitórias. Ano passado, conversando com a diretoria, lembramos que pré-temporadas anteriores não foram boas. Foi um desastre o Campeonato Carioca do ano passado. Esse ano, a diretoria fez um esforço para ficarmos no Espírito Santo, fazermos um ano diferente e brigarmos por título no Carioca. Mesmo com essa força do Flamengo, o campeonato dá uma chance de ser campeão, pelo regulamento. Temos 12 pontos disputados e dez conquistados – disse Valentim.

A chegada de Honda
O treinador também comentou a chegada de Honda, que desembarca no Brasil nesta sexta-feira. Ele acredita que o jogador, por ser japonês, um povo famoso pela disciplina, vai se adaptar rapidamente ao novo clube.

– O Honda ficou de maio a novembro sem jogar e jogou quatro partidas apenas. Ele vai precisar de adaptação, conhecer os companheiros, nossa forma de trabalhar. Vamos ter que ter um pouco de paciência. Por ser um jogador disciplinado, de uma cultura assim, vai acelerar esse processo.

Valentim também comentou sobre a decisão de contratar Honda. Ele acredita que o japonês também será importante para o clube fora de campo, como relacionamento com a torcida.

– Um dia, o Ricardo (Rotemberg, do comitê executivo de futebol) falou: “Olha, temos uma possibilidade de trazer o Honda”. Muito interessante para nos ajudar em campo e dar um boom importante para um time grande, de uma torcida enorme, como é o Botafogo. Isso vai ser importante, unindo as duas coisas: chamar mais torcedores, mais sócios, esse marketing que vai ser importante. Mas queremos muito ele dentro de campo, porque já mostrou que tem qualidade, jogou em alto nível nos maiores campeonatos do mundo.

O treinador também pediu o apoio da torcida, porque vê uma temporada promissora no Botafogo.

– Vamos ficar fortes. Vai ser um Botafogo competitivo.

 

Por SporTV.com

O atacante Dudu, do Palmeiras, confessou ter poucas esperanças de ser convocado pela seleção brasileira.

 

O atleta defendeu a equipe nacional pela última vez no início de 2017, em amistoso contra a Colômbia, que contou apenas com atletas que atuam no futebol nacional.

Em entrevista ao Esporte Interativo, Dudu lembrou seu bom desempenho desde que chegou ao Palestra Itália e mostrou seus argumentos.

"Isso (Dudu não ser convocado) é o treinador que tinha que explicar. De 2015 para cá, eu venho sendo um dos destaques do Brasil, aí sempre chega um jogador que se destaca um, dois, três meses e ele tem chance na seleção, enquanto a gente aqui do Palmeiras não tem (chance)", afirmou.

"Às vezes falam que é porque eu não faço muitos gols, mas, no ano passado, fui o artilheiro da equipe e terminei como jogador que mais deu assistências no Brasil. De 2015 para cá, estou sempre nas seleções dos campeonatos. Então, a gente deixa essa resposta para o treinador", acrescentou.


Dudu ainda lembrou que Tite tem seus jogadores de confiança, e também costuma priorizar os atletas que atuam no futebol estrangeiro.

Mas, apesar da falta de chamados, o camisa 7 alviverde disse não ficar decepcionado.

"Sei que ele (Tite) tem os jogadores dele também. A prioridade dele às vezes é chamar os jogadores da Europa. Mas, quando ele convoca alguns do Brasil, ele não me convoca. A gente fica triste, mas não tenho essa gana, não tenho esse pensamento de 'não ir para a seleção é um desastre'", assegurou.

"Para mim, o importante é o Palmeiras, é estar bem aqui, ajudando, porque aqui é meu dia-a-dia, é a minha vida. A seleção é um prêmio para o jogador. Se vier, legal. Se não vier, tenho minha cabeça tranquila que fiz meu melhor para um dia ser convocado", encerrou.

Desde 2015 no Verdão, Dudu acumula 68 gols e 73 assistências em 288 partidas.

Em sua galeria de troféus, ele tem uma Copa do Brasil (2015) e dois Campeonatos Brasileiros (2016 e 2018).

 

Espn

 

wewertonO Palmeiras anunciou nesta quinta-feira (06) a renovação de contrato do goleiro Weverton. O atleta terá vínculo com o Verdão até o final de 2024.


Weverton foi contratado pelo Alviverde no final de 2017 e começou o ano de 2018 no banco de reservas. O atleta se tornou o titular a partir do segundo semestre, na arrancada que deu o título do Brasileirão ao Palmeiras.


No total, são 89 jogos com a camisa do Verdão. Revelado pela base do rival Corinthians, o goleiro teve passagens por Remo, Oeste, Botafogo-SP e Portuguesa, quando foi campeão da Série B na 'Barcelusa'. A boa campanha na Lusa abriu as portas do Athletico Paranaense, onde ficou de 2012 ao final de 2017.

 

esporteinterativo

Foto: Bruno Ulivieri / AGIF

 

O Atlético-MG é um time em construção. Se reforçou bem defensivamente, mas o setor ainda não havia tido nenhum teste de fogo. Está no mercado buscando peças ofensivas (algumas chagaram, outras chegarão), mas tem, hoje, um ataque mais fraco que o de 2019. O Galo chegou a Santa Fe pela metade, incompleto, frágil e longe de um estágio ideal para um duelo internacional de mata-mata. O resultado: virou presa fácil para o Unión, que venceu por 3 a 0 - e podia ter vencido por mais - no jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana 2020 (veja os lances no vídeo acima).

O primeiro gol dos argentinos saiu logo aos 3 minutos do primeiro tempo. Walter Bou recebeu um lançamento lateral na área e, aproveitando um vacilo imenso da defesa atleticana, girou em cima de Gabriel e finalizou com força, no canto, sem chances para Michael. Era apenas uma amostra do que estava por vir.

O Galo esteve muito mal - nesse e em vários outros lances - na defesa. Errou passes na saída de bola, perdeu disputas aéreas, levou a pior em lances de velocidade e deixou buracos explorados pelo adversário - assim surgiu o segundo gol. No terceiro, Réver estava no "mano a mano" com o atacante do Unión, mas não conseguiu sequer dificultar a finalização do argentino. Três a zero. Um time atordoado, que encorajava o adversário a tentar cada vez mais, porque, no ataque, pouquíssimo ameaçava.


Defesa insegura, ataque inoperante
Aí vem o principal problema do time em construção. Se a defesa ainda não está sólida e encaixada o suficiente, o ataque está ainda mais longe disso. Até porque faltam peças. O setor foi absolutamente inofensivo em Santa Fe. Marquinhos e Hyoran estiveram apagados. Di Santo recebe poucas bolas em condições de finalizar e, quando recebe, desperdiça.

No banco não havia ninguém com condições de mudar o jogo. Edinho entrou e tentou jogadas individuais, mas sem sucesso. Dylan entrou, mas é quase impossível que um garoto de 18 anos - que fez o segundo jogo pelo Atlético - resolva alguma coisa nessas condições. Por incrível que pareça, quem mais fez diferença do meio para frente depois que entrou foi um lateral: Guilherme Arana. Sofreu um pênalti e, por ironia do destino, o cobrador oficial havia saído para que ele entrasse.

Sem Fábio Santos, Allan bateu - muito mal - e parou no goleiro Moyano. Ficou visivelmente desestabilizado e, minutos depois, brigou com um adversário em campo. Recebeu o cartão amarelo. Logo na sequência, pisou na bola (literalmente) e, para evitar mais um gol argentino, cometeu uma falta. Levou mais um amarelo e foi expulso. Os três minutos de Allan (entre o pênalti perdido e o cartão vermelho) foram um bom símbolo do que foi a noite do Galo: catastrófica.

Seria diferente se Dudamel tivesse Cazares (ou outro meia criativo) em campo? É possível. Seria menos pior se o centroavante que será contratado já tivesse chegado e minimamente entrosado com o time? É provável. A derrota seria menor (ou evitada) se o time da estreia na Sul-Americana já estivesse mais próximo do que aquele visto como ideal para 2020? Tudo indica que sim. Mas o "se" não existe.

O Galo assumiu o risco de chegar pela metade a Santa Fe. E volta a BH atordoado, com o planejamento para a temporada claramente impactado. A Sul-Americana é (ou era) uma das prioridades para 2020. Resta agilizar as "obras" de construção do time até o dia 20 e, em Belo Horizonte, tentar o improvável: reverter o resultado. Essa construção até lá, no entanto, não passa por contratações, já que o Galo só poderia inscrever jogadores na primeira frase até a última sexta-feira. Com a insegurança defensiva e a inoperância ofensiva vistas na Argentina, será impossível.

 

GE