O ano de 2024 começou e com ele a Secretaria de Saúde promove em todas as unidades de saúde a campanha Janeiro branco, que visa alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico. As primeiras unidades a iniciar a campanha foram a "Paulo Martins", na região do Bairro Santa Rita e UBS Nossa Senhora da Guia.
As doenças mentais podem ser causadas por uma série de fatores, como genética, estresse, abuso de substâncias e traumas. Nesse rol entram também os transtornos de humor, esquizofrenia e o transtorno bipolar.
Esses transtornos decorrentes da saúde mental acabam afetando os indivíduos, que ficam impossibilitados (temporária ou permanentemente) de exercer suas funções laborais.
Como cuidar da saúde mental:
Um primeiro passo é ter cautela com as expectativas. Criar metas que impliquem em mudanças de vida, rotina ou hábitos, sem o devido planejamento ou sem considerar as possibilidades reais e os recursos necessários, pode torná-las inatingíveis, gerando frustração e consequentemente sofrimento emocional.
É importante estabelecer metas tangíveis, com prazos mais curtos ou divididas em etapas. Não é necessário esperar uma época específica, como dezembro ou janeiro, para traçar planos ou avaliar o percurso, pois o que depende do comportamento pode ser buscado em qualquer momento do ano.
Ter uma atitude de autocobrança exagerada nesta época, poderá dificultar o reconhecimento dos esforços e conquistas ao longo do ano. O ideal é que o exercício de auto-observação seja cotidiano e realizado com generosidade e auto-acolhimento.
É natural que os acontecimentos, por vezes, não ocorram como esperado ou que as prioridades mudem no meio do caminho. Nesse caso, é fundamental reconhecer as qualidades, habilidades e recursos internos para lidar com as adversidades e, se necessário, “reprogramar a rota”.
É importante fazer atividades que tragam satisfação. Momentos de lazer, prática de hobbies, esportes ou atividade física propiciam bem-estar psíquico e são estratégias importantes para lidar com o estresse. Investir em bons hábitos alimentares e dormir bem também é essencial.
Para melhorar os padrões de sono, algumas estratégias de higiene do sono podem ajudar, tais como: ter uma rotina de horário para deitar e levantar, evitar o uso de equipamentos eletrônicos pelo menos 1h antes de ir para a cama, realizar atividades relaxantes preparatórias para o sono e manter o ambiente propício para dormir (escuro, silencioso, etc.).
Mantenha a consciência sobre os sentimentos. Identificar as emoções é fundamental para fazer mudanças em direção ao bem-estar, já que elas têm a função de comunicar sobre os gostos e necessidades individuais. Assim, ao reconhecer as emoções e o fluxo de pensamentos que as acompanham, é possível determinar de forma mais consciente o modo de agir e lidar com situações diversas.
Dê atenção ao momento presente. Pensar constantemente em coisas que já aconteceram ou poderão acontecer é um grande desencadeador de angústia. Portanto, é importante focar nas ações possíveis, naquilo que está no controle e aproveitar as experiências atuais.
O sofrimento emocional, associado ou não a um transtorno mental, pode ser prevenido ou atenuado se as pessoas conhecerem estratégias para cuidar da saúde mental. Reconhecer a presença dele é o primeiro passo para alcançar melhor qualidade de vida, pois a partir daí é possível buscar caminhos terapêuticos para lidar com os problemas emocionais.
Curiosidades
▶ O que é Janeiro branco?
O Janeiro branco é uma campanha ao estilo da Campanha Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul.
▶ Qual o seu objetivo?
O seu objetivo é chamar a atenção da humanidade para as questões e necessidades relacionadas à saúde mental e emocional das pessoas e das instituições humanas.
▶ Por que Janeiro branco?
Porque, no primeiro mês do ano, em termos simbólicos e culturais, as pessoas estão mais propensas a pensarem em suas vidas, em suas relações sociais, em suas condições de existência, em suas emoções e em seus sentidos existenciais. E, como em uma “folha ou em uma tela em branco”, todas as pessoas podem ser inspiradas a escreverem ou a reescreverem as suas próprias histórias de vida.
A técnica de anestesia peridural, também conhecida como anestesia epidural, representa um método seguro no controle da dor, sendo fundamentada na administração de substâncias por via epidural.
A área epidural é limitada anteriormente pelos corpos vertebrais, discos intervertebrais e o ligamento longitudinal posterior.
Essa região, acessada por meio de injeção ou via peridural, constitui uma forma de administração que envolve a introdução de substâncias no espaço situado entre a dura-máter e a parede do canal medular.
Comumente, são utilizados anestésicos locais em concentrações reduzidas e analgésicos da classe dos opióides para proporcionar alívio durante procedimentos médicos.
O sucesso desse procedimento depende do anestesiologista em depositar adequadamente a solução anestésica e de outros fatores, como a resposta individual do paciente, sua condição de saúde geral e possíveis interações medicamentosas.
Dentre os riscos associados, podem incluir-se complicações como reações alérgicas, hipotensão, cefaleia pós-punção e, embora raras, lesões nervosas.
Para entender mais sobre essa técnica anestésica, não deixe de acompanhar o texto!
Índice — Neste artigo você verá:
O que é a anestesia peridural? Como a anestesia peridural é aplicada? Quando a anestesia é indicada? Quais são as contraindicações? O que é a anestesia peridural? A anestesia peridural é uma modalidade de anestesia parcial que se destina a bloquear a sensação de dor em uma região específica do corpo. Este procedimento envolve a administração de um medicamento anestésico no espaço localizado entre as vértebras da coluna, visando atingir os nervos na medula.
Em alguns casos, é possível introduzir um cateter para a administração contínua de medicamentos, permitindo que a anestesia seja reaplicada conforme necessário durante o procedimento.
Um dos seus diferenciais é sua capacidade de ser mantida no pós-operatório por meio de um cateter de peridural, contribuindo para o controle da dor após a intervenção cirúrgica.
Notavelmente, essa técnica permite que o paciente permaneça acordado, preservando o nível de consciência, tornando-a a escolha padrão para analgesia durante o trabalho de parto normal.
Além de sua aplicação em procedimentos obstétricos, a anestesia peridural é frequentemente combinada com a anestesia geral em cirurgias extensas envolvendo a região do tronco e membros inferiores.
A eficácia dessa forma de anestesia está intimamente ligada aos efeitos fisiológicos resultantes do bloqueio, os quais variam de acordo com o nível alcançado pela injeção e a quantidade de agente anestésico administrado.
O cuidadoso gerenciamento desses parâmetros é fundamental para garantir uma anestesia peridural segura e eficaz.
Qual é a diferença entre raquidiana e peridural? A diferença principal é na profundidade de atuação entre as duas técnicas, que influencia diretamente a quantidade de medicamento necessário para alcançar o efeito desejado.
Na anestesia raquidiana, o paciente é submetido a uma única administração de fármacos. Uma característica da técnica é a utilização de uma quantidade significativamente menor de anestésico em comparação com a peridural.
Em contraste, a anestesia peridural, embora ofereça a vantagem da administração contínua por meio de um cateter, demanda uma quantidade maior de anestésicos devido à sua localização mais superficial no espaço epidural.
Como a anestesia peridural é aplicada? A administração desse tipo de anestesia envolve uma abordagem específica que leva em consideração a localização do espaço epidural e a minimização de riscos associados.
Podendo ser realizado a nível lombar ou torácico e é frequentemente aplicada em níveis lombares específicos, como L4 e L5.
Durante a administração, o paciente assume posições específicas, como a posição sentada ou em decúbito lateral. Com o intuito de facilitar a flexão e estabilização da coluna na área onde será realizada a punção, aumentando a distância no espaço intervertebral e permitindo um acesso mais eficiente com a agulha.
A agulha utilizada na anestesia epidural é geralmente mais grossa, sendo o tipo Tuohy, nos tamanhos 16G e 18G, uma escolha comum.
A técnica de inserção frequentemente empregada é a manobra de Dogliotti, que envolve a inserção da agulha entre os processos espinhosos das vértebras até que o médico encontre resistência.
Essa resistência indica que a agulha atingiu o nível do ligamento amarelo, e para atingir o espaço epidural, essa resistência precisa ser superada.
O Comitê de Operações Emergenciais (COE), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), se reuniu nesta quarta-feira (10) e emitiu uma orientação para que os grupos prioritários procurem os postos de saúde para tomar a vacina contra a covid-19. O chamamento é em virtude de que a maioria dos óbitos foi registrada nesse público. Em janeiro já foram notificadas duas mortes. Em todo o ano de 2023 foram registrados 76 óbitos, sendo 8 em dezembro.
“A maioria desses óbitos são de pessoas com mais de 60 anos e com alguma comorbidade. Por isso essa orientação de quem estiver com a vacina em atraso que procure um posto de saúde”, afirma Cristiane Moura Fé, diretora de vigilância e atenção à saúde da Sesapi.
De acordo com o novo calendário adotado pelo Ministério da Saúde, fazem parte dos grupos prioritários, indivíduos com 60 anos ou mais, pessoas imunocomprometidas, gestantes e puérperas. Para esta população o intervalo entre as doses da vacina deve ser de 6 meses.
Para os demais públicos, o intervalo será anual: pessoas que vivem ou trabalham em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente ou comorbidades, pessoas privadas de liberdade com 18 anos ou mais, funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas e população em situação de rua.
O COE orienta ainda aos municípios que elaborem seus planos municipais de vacinação e divulguem os boletins semanais da doença. Quantos aos leitos, a Sesapi já iniciou a ampliação de leitos na capital e interior.
Notificações Apesar das notificações por covid-19 caírem na primeira semana de 2024, quando foram registrados 249 casos, uma queda de 8,5% em relação a última semana do ano, a taxa de positividade de exames realizados no Lacen saiu de 35% para 38,2% em relação a última semana do ano.
Ainda segundo os dados divulgados pelo COE, houve uma queda de 45% na demanda por testes de farmácia na primeira semana de 2024.
Vacinas A Sesapi já encaminhou aos municípios 30 mil doses de vacinas contra a covid-19 e nesta quarta-feira deve receber mais 40 mil doses do Ministério da Saúde.
Prevenção Na semana passada, o COE elaborou uma cartilha com orientações importantes para a população e poder público. As principais são: uso de máscaras em locais fechados, mal ventilados e com aglomerações.
Em serviços de saúde, o uso de máscaras é obrigatório, especialmente para pessoas com sintomas gripais, casos suspeitos ou confirmados de Covid-19, e para grupos de maior risco, como idosos e imunossuprimidos.
Gestantes, idosos e imunossuprimidos são aconselhados a continuar utilizando máscaras em qualquer ambiente. Outra orientação de grande importância é que a população mantenha a higiene das mãos, seja com água e sabão ou álcool a 70%, como medida eficaz na prevenção.
O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Piauí - Hemopi fecha o ano de 2023 com mais de 44 mil doações de sangue, o que possibilitou atender a demanda transfusional do Estado do Piauí. O Hemopi também cadastrou 2.257 novos possíveis doadores de medula óssea.
Sendo o único Hemocentro do Estado do Piauí responsável pelo fornecimento de hemocomponentes para toda a rede pública hospitalar e parte da rede privada, o Hemopi cadastrou 54.329 pessoas nas quatro unidades de coleta do Hemopi – Teresina, Parnaíba, Floriano e Picos – para doar sangue, sendo que 44.642 conseguiram efetivar a doação.
Em 2023, o hemocentro foi em busca de novas abordagens e ações que pudessem atrair mais doadores e fidelizar também os que já fizeram uma doação em algum momento da vida.
“O fortalecimento das doações internas, aquelas onde parceiros e doadores vem até o Hemocentro para doar, e o aumento da captação de doadores por parte dos hemocentros regionais, possibilitaram atender a demanda dos hospitais ao longo do ano passado. Nós só temos a agradecer a todos os doadores e parceiros que se propuseram a ajudar o Hemopi e principalmente, ajudar os pacientes que estavam a espera de uma bolsa de sangue”, disse o diretor geral Rafael Alencar.
As doações nos hemocentros regionais de Parnaíba, Picos e Floriano tiveram um incremento de 13,45% em relação ao ano anterior.
“Ao longo de todo ano buscamos fortalecer a nossa hemorrede, em consonância com a política de regionalização da saúde implantada pelo Governo do Estado. Houve um fortalecimento dos hospitais regionais, mutirões de cirurgias, e outras ações de saúde no interior do Estado que ocasionaram o aumento da demanda por hemocomponentes. Os hemocentros regionais conseguiram aumentar sua captação e suprir as solicitações”, explica o superintendente de média e alta complexidade da Sesapi, Dirceu Campêlo.
Cadastro de Medula Óssea
Além da doação de sangue, o Hemopi também é responsável pela realização do cadastro para doação de medula óssea. Em 2023, o hemocentro cadastrou 2. 257 novos voluntários como possíveis doadores de medula.
Para alcançar esse número, entre os meses de Agosto e Dezembro, o Hemopi percorreu 19 cidades do interior do Piauí – Angical, Jardim do Mulato, Regeneração, Amarante, Cabeceiras, Barras, Boa Hora, Esperantina, Pedro II, Lagoa de São Francisco, Milton Brandão, Valença, Novo Oriente, Inhuma, União, José de Freitas, Palmeirais, Nazária e Curralinhos – totalizando 770 novos cadastros.
Entre janeiro e setembro foram enviadas 60 novas amostras de possíveis doadores compatíveis, sendo que 9 concluíram o processo e efetivaram a doação de medula óssea. Os dados são do Instituto Nacional do Câncer (INCA) responsável por gerir o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).
Sangue raro
No Laboratório de Imuno-Hematologia do Hemopi existem mais de seis mil doadores fenotipados catalogados através de um trabalho minucioso. A pesquisa de doadores raros é uma prática pouca realizada no país. O Hemopi é um dos hemocentros que possui esse serviço de fenotipagem.
Entre as raridades identificadas podemos destacar dois casos que aconteceram em 2023. O primeiro ocorrido em fevereiro foi uma paciente de Teresina que precisou de uma transfusão e teve um anticorpo raríssimo identificado, o Anti-Ku. Esse tipo sanguíneo tem maior incidência em países como Finlândia, Japão e Reino Unido. A chance de encontrar um doador compatível é de 0.01% na população geral. Através da hemorrede nacional foi encontrado um doador compatível com ela no interior de São Paulo e foi realizada a transfusão.
Outro caso que chamou muito atenção foi da paciente indígena que tinha um anticorpo conhecido como Anti- Dib, prevalecente em países como China, Japão e nas populações indígenas sul americanas. A chance de encontrar um doador compatível é de 1% na população geral. Em parceria com a Agência Transfusional da cidade de Barra do Corda (MA), coordenada pelo Hemomar, foi possível identificar familiares diretos da paciente que recebeu a doação de uma das irmãs.
O Laboratório de Imuno-Hematologia também recebeu pela primeira vez a certificação de referência do Programa Avançado de Avaliação Externa de Qualidade em Imuno-Hematologia da Associação Brasileira de Hemoterapia e Hematologia (ABHH). E pelo 6º ano consecutivo, o hemocentro comprovou a excelência máxima na coleta, processamento e distribuição de hemocomponentes, recebendo mais um certificado de Elite da mesma associação.
Melhorias no Ciclo do Sangue
Em 2023, o Hemopi passou por muitas mudanças relacionadas ao Ciclo do Sangue, sempre com ações que visam a melhoria do serviço prestado à população.
“Foram adquiridos novos Homogeneizadores de Sangue, com tecnologia mais moderna que trouxeram mais comodidade ao doador e praticidade aos colaboradores que atuam na sala de coleta”, conta o coordenador do Ciclo do Sangue, Oberdan Torres.
A coleta de plaquetas por aférese foi incorporada a rotina do Ciclo do Sangue. Isso possibilitou aumentar o número de coletas, o que garantiu mais segurança aos pacientes oncológicos, que necessitam de plaquetas com maior frequência. Toda equipe técnica que atua na coleta de sangue foi capacitada para realizar o procedimento de aférese. Ao longo do ano foram realizadas 133 coletas.
Raphael Costa, que é colaborador do Hemopi e doava sangue, está entre esses doadores. Ele foi convocado para doar plaquetas por aférese pela primeira vez no ano passado. E ao longo do ano ele doou por 3 vezes. Essa modalidade de doação é feita através de convocação. Os doadores vão com hora marcada e de acordo com a necessidade. A vantagem da aférese é que o paciente com deficiência de plaquetas recebe a quantidade necessária com um número menor de transfusões.
Em 2023, o Piauí retoma a certificação para envio de Plasma excedente para a Hemobrás. E através de convênio com o Governo Federal, foram adquiridos dois novos congeladores Ultra Rápidos de Plasma no valor de R$ 114 mil, bem como outros equipamentos que somam mais R$ 43.479,00 e permitiram mais agilidade nos processos técnicos.
Outra ferramenta que veio fortalecer o Ciclo do Sangue foi a assinatura do Protocolo Estadual de Transfusão Segura (PETS), elaborado em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM/PI), Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (Coren/PI), Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado do Piauí (Divisa/PI). O objetivo é a melhoria das práticas de segurança para minimizar os incidentes transfusionais dentro das redes de saúde do estado.
“O PETS foi instituído para padronizar toda as ações médicas, de enfermagem e técnicos de enfermagem para que possamos ter um ato transfusional seguro, resolutivo e que todos os nossos pacientes possam ter a certeza de que estão recebendo um produto de qualidade na nossa rede. O sangue é problema nosso e temos a responsabilidade sobre o produto que distribuímos, mas os mesmos padrões precisam ser seguidos pelo médicos que prescrevem a transfusão e os profissionais de enfermagem e técnicos que estão na ponta dessa rede de saúde”, explica a gerente técnica do Hemopi, a médica hematologista Karina Nava.
No Laboratório Imuno-Doador houve a implantação do método de quimiluminescência em fevereiro de 2023 para os testes de Doenças de Chagas, Sífilis e HTLV I/II. O Hemopi realiza os testes sorológicos de todas as amostras dos doadores, utilizando métodos seguros, de alta sensibilidade e especificidade, além dos testes de detecção do ácido nucleico viral – NAT para HIV, HCV (Hepatite C) e HBV (Hepatite B), e Malária ampliando a segurança transfusional.
“Tivemos um avanço em qualidade, no processamento de amostras de sangue dos doadores de sangue do Estado, pois através dessa metodologia conseguimos empregar uma maior rapidez na liberação dos resultados, menor interferência humana na testagem e rastreabilidade de todas as etapas da análise”, explica o coordenador do laboratório, Abílio Neto.
Serviço Ambulatorial
O Hemopi é referência dentro do SUS para o atendimento de pacientes com doenças hematológicas e coagulopatias. Em 2023, foram realizados 13.446 atendimentos pela equipe multidisciplinar formada por médicos hematologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, farmacêuticos, assistentes sociais, fisioterapeutas e psicólogo. E 10.708 exames e procedimentos.
O Ambulatório passou a atender consultas de Nutrição e Fisioterapia para toda a rede do estado do Piauí, não só para os pacientes acompanhados pelo ambulatório do Hemopi. Além de passar a realizar transfusões de sangue e sangrias terapêuticas prescritas por médico hematologista também em pacientes externos, incluindo os oncológicos.
Entra as coagulopatias que são referenciadas para o Hemopi está a Hemofilia. Para atender urgências desses pacientes em outras unidades de saúde, o Hemopi possui uma escala de plantão com médico hematologista que funciona 24 horas, assim como para o procedimento terapêutico de plasmaférese.