No sábado (27), o modelo mineiro Tales Cotta, de 25 anos, morreu após sofrer um mal súbito durante o desfile da São Paulo Fashion Week. Segundo o comunicado do evento, Tales foi socorrido e levado para o hospital, mas não resistiu e morreu. Mas o que pode levar a pessoa a um mal súbito? O Bem Estar conversou com o neurologista Luis Otávio Caboclo.
Uma das hipóteses no caso do modelo, é que um ataque epilético ou convulsão gerou o problema. Entretanto, segundo Caboclo, é pouco provável que a epilepsia seja a causa da morte. De acordo com o neurologista, o mal súbito provavelmente deve ter sido de origem cardíaca, que parece algumas vezes com uma crise epilética. Só o laudo da morte poderá revelar a causa correta. O laudo deve sair entre 60 e 90 dias.
Mas o que é o mal súbito? “A morte súbita é um evento caracterizado por um colapso. Uma perda súbita da consciência com uma parada cardiorrespiratória e que, se não tratada rapidamente e se não houver uma chance de reversão desse quadro, acaba levando à morte”, explica Caboclo.
O mal súbito é a perda repentina de consciência, que pode ser provocada por diversas condições --desde uma desidratação até um infarto. Entre as causas estão a arritmia, falta de oxigenação no cérebro e AVC.
Em 90% dos casos, a arritmia cardíaca é a responsável pelo mal súbito, que pode acometer pessoas de qualquer idade.
O mal súbito pode ter sintomas diversos, como tontura ou perda de consciência, mal estar, histórico familiar, dor torácica com palpitações, dor de cabeça. "No caso do modelo, o sintoma mais proeminente foi uma perda de consciência".
G1
Foto: Arte/TV Globo
O impacto dos efeitos da maconha nas crianças são ainda maiores que em adultos, pois seu cérebro está em formação, segundo a neuropediatra Iara Brandão. Além disso, a substância pode desencadear problemas psquiátricos, caso exista predisposição.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou hoje (24) portaria de incorporação do fármaco Nusinersen (Spinraza) na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). A previsão da pasta é que o tratamento, destinado a pacientes com atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, esteja disponível em centros especializados do Sistema Único de Saúde (SUS) em até 180 dias.
Estatísticas mundiais apontam que cerca de 15% dos casais que desejam engravidar não conseguem. A infertilidade não é culpa da mulher. Um levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que os homens são os responsáveis em 40% dos casos.