Um homem identificado como Antonio Patrício, mais conhecido como “Aranha”, morador do bairro Paciência, morreu carbonizado, na tarde desta segunda-feira, 14, no centro de Piripiri. Ele foi encontrado dentro do antigo escritório da Agespisa, na Rua Felinto Resende, próximo ao Algodão Doce.
Vizinhos do local relataram ouvir bastantes gritos da vítima. A PM esteve no local. Tudo indica que o fogo foi provocado por Aranha.
Populares disseram que, pela manhã, o homem demonstrava delírios de perseguição, afirmando que estava sendo perseguido por alguém, chegando a falar para algumas pessoas: “Antes de me pegarem, vou me matar”.
Segundo informações da PM, Aranha tem passagens pela polícia.
Foram necessárias apenas três audiências para que a CPI da Telefonia descobrisse que em cada cidade visitada há uma forma de burlar a lei e enganar os usuários dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia móvel, fixa e internet e de TV por assinatura. A opinião é da relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito, deputada Margarete Coelho (PP), que foi a Água Branca e Valença, na quinta-feira passada, 10, onde a população participou ativamente do debate, denunciando a péssima qualidade desses serviços.
Além da relatora Margarete Coelho, estiveram presentes o presidente da CPI, deputado Cícero Magalhães (PT), e os deputados Flávio Júnior (PDT) e Francisco Ramos (PSB), além de prefeitos, vereadores, líderes comunitários e usuários de telefonia.
"Em cada cidade a gente encontra uma forma nova dessas operadoras de enganar a população", lamentou Margarete Coelho, depois de ouvir de um usuário que a empresa que presta serviço à população de Valença emitiu e cobrou dele três contas no mesmo mês.
Em Esperantina, cidade visitada na sexta-feira, 11, a reclamação era relacionada à portabilidade e a cobrança de contas, com os usuários tendo que recorrer à Justiça para conseguir ter acesso aos serviços.
Oportuna
Prefeitos e vereadores dos municípios visitados e da região onde aconteceram as audiências públicas elogiaram a iniciativa, afirmando que diariamente recebem reclamações das pessoas relacionadas à prestação de serviços de telefonia e internet.
"Os vereadores até tentam resolver o problema junto a essas empresas, mas agora com a CPI e com a força dos deputados, a gente acredita que chegaremos a um denominador comum em relação à telefonia móvel, à internet", disse o prefeito de Valença, Walfredo Val de Carvalho Filho (PSB).
Cerca de 190 mil pessoas em 23 cidades ficaram sem energia elétrica no último domingo, 13, das 8:55h às 14:39h. A Eletrobras Piauí enviou uma nota informando que a interrupção do fornecimento não foi de sua responsabilidade.
A falta de energia atingiu as cidades de Eliseu Martins, Colônia do Gurgueia, Manoel Emídio, Bom Jesus, Currais, Cristino Castro, Palmeirais, Santa Luz, Redenção do Gurgueia, Curimatá, Morro Cabeça no Tempo, Avelino Lopes, Júlio Borges, Parnaguá, Riacho Frio, Gilbués, Barreiras do Piauí, Santa Filomena, Monte Alegre do Piauí, Corrente, Cristalândia, Sebastião Barros e São Gonçalo do Gurgueia.
“O desligamento foi de responsabilidade da Chesf, motivado pela necessidade da realização de manutenção de urgência em sua subestação na cidade de São João do Piauí, e cuja programação não previa a suspensão do fornecimento de energia durante a execução dos trabalhos. A Eletrobras Distribuição Piauí continua trabalhando com o propósito de fornecer energia elétrica de qualidade à população piauiense”, informa a Eletrobras.
A Chesf confirmou ao CidadeVerde.com que fez manutenção na subestação de São João do Piauí, mas acrescenta que ainda está apurando o que aconteceu. A posição da companhia deve ser apresentada na tarde desta segunda-feira, 14.
Um americano com doença terminal levou a filha ao altar deitado em uma maca. Convidados choraram e bateram palmas enquanto Scott Nagy participava do casamento da filha Sarah, na Primeira Igreja Evangélica Luterana, na cidade de Strongsville, em Ohio.
Um time de profissionais médicos voluntários ajudou Nagy a levar a noiva de 24 anos ao altar, onde o noivo Angelo Salvatore e o reverendo Chuck Kneren esperavam sua chegada.
"Foi uma promessa que eu fiz em março, de levá-la ao altar", disse o homem de 56 anos. "Ela é a minha princesa. Essa é a minha definição de caminhar até o altar", completou. Nagy foi diagnosticado com câncer de uretra e já passou por quimioterapia. Ele está internado no Hospital Universitário Seidman Cancer Center desde agosto.
Os médicos não tinham certeza se conseguiria participar do casamento, inicialmente marcado para o ano que vem. Mas, com fios de monitoramento escondidos sob seu smoking e um com uma traqueostomia, ele conseguiu fazer o trajeto até o altar, beijando um neto que levava as alianças e dando um sinal de "positivo" para os convidados.
Uma enfermeira do hospital, Jacky Uljanic, ajudou nos preparativos para que Nagy pudesse ir ao casamento. Ela o colocou em terapia diária para fortalecer o paciente e checou a logística com antecedência. O trajeto de ambulância foi doado por uma empresa de transporte médico. Um médico e outro profissional de saúde também acompanharam Nagy na jornada.