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Data: 5/04/2025
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que 52 mil mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama em 2012. E a Sociedade Brasileira de Mastologia estima que ao menos 20 mil delas precisarão fazer uma cirurgia de retirada das mamas, sendo que apenas cerca de 10% sairão do centro cirúrgico com a mama já reconstruída.

Ministério da Saúde afirma ainda que o SUS vai trocar as próteses de silicone das marcas PIP e Rofil das mulheres que apresentarem ruptura, aumentando ainda mais as filas para a reconstrução mamária. Isso tem preocupado entidades como a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) e o Instituto Oncoguia, que lidam diretamente com mulheres em tratamento de câncer.

Para Luciana Holtz, psico-oncologista e presidente do Oncoguia, o governo precisa deixar claro como vai organizar as filas das mulheres que precisam fazer mastectomia, das mulheres que precisam fazer a reconstrução e das que possuem próteses da PIP ou Rofil com problemas.

“Nós entendemos que o centro cirúrgico é um só. E existem centenas de mulheres com câncer esperando de três a seis meses só para fazer a mastectomia. Para fazer a reconstrução, demora uns dois anos. Qual a urgência de trocar a prótese dessas outras mulheres? A fila será única ou separada?”, pergunta Luciana.

Para a mastologista Maira Caleffi, o governo está correto em garantir a assistência para as mulheres que tiverem problemas com as próteses PIP ou Rofil, mas ela também frisa que a fila de espera para uma mastectomia e para a reconstrução das mamas ainda é muito grande.

“O SUS poderia fazer as duas cirurgias ao mesmo tempo: a retirada e a reconstrução. Mas, em geral, os centros não fazem isso porque aumentaria o tempo de cirurgia. Nesse tempo, eles poderiam fazer outra cirurgia e tirar uma mulher da fila. E agora, como vai ficar?”, diz Maira.


Fonte: Estadão
A Prefeitura de Floriano, através da Secretaria Municipal de Saúde está trabalhando na implantação de um projeto importante que vai ajudar no atendimento à saúde da população, o Telessaúde, um projeto de informatização das Unidades Básicas de Saúde (UBS). O projeto foi apresentado ao prefeito Joel Rodrigues nesta quinta-feira (12/01) pela diretora de atenção básica da Secretaria de Saúde enfermeira Gorete Pereira, acompanhada de servidores da secretaria.
joeltelessaude Inicialmente serão beneficiados com esse projeto 18 UBS´s. Ele vai auxiliar o médico da Estratégia de Sáude da Família (ESF), em caso de dúvida, a obter via internet a 2ª opinião de um especialista, sobre o diagnóstico do paciente.


Para isso serão contratados médicos, neurologista, ginecologista obstetra, pediatra, cardiologista, ortopedista, urologista. Esse projeto prevê a redução de encaminhamentos às especialidades, além de melhorar a eficiência da Estratégia Saúde da Família.


Esse projeto será distribuído em 33 municípios e Floriano vai funcionar como núcleo. O investimento é de R$ 759 mil, só para Floriano são R$ 292 mil de investimento, os recursos são do Ministério da Saúde. Atualmente o município está  licitando a compra de equipamentos de informática e preparando a infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde.


SECOM

O prefeito Joel Rodrigues nomeou hoje,  13, nova diretora do Centro de Controle de Zoonoses e Endemias Dr. Ariosto Martins, a enfermeira  Maria do Carmo Pereira Guimarães. Em outro momento ela já havia trabalhado para o município como prestadora de serviço.
joelzoonosesA enfermeira Maria do Carmo assume no lugar do engenheiro agrônomo Acilon da Silva, que passou dois anos e seis meses no cargo e deixa a pasta para dar andamento a projetos pessoais.


SECOM
bebeUm estudo feito por especialistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha indica que mães devem continuar a amamentar seus bebês no peito, apesar de eles ficarem mais chorões do que com os alimentados com mamadeira.

Segundo os médicos, é preciso deixar mais claro às novas mães que a irritação dos bebês alimentados dessa forma é algo normal. "Bebês alimentados com mamadeiras podem parecer mais calmos, mas as pesquisas sugerem que estas crianças podem estar supernutridas e ganhar peso mais rapidamente", disse Ken Ong, que liderou a pesquisa.

"Nossas descobertas são essencialmente parecidas com (outras descobertas em) outras fases da vida, de que a comida é reconfortante", acrescentou.

Insatisfeitos
O motivo mais comum alegado pelas mães que param de amamentar seus filhos é que o bebê não fica satisfeito apenas com o leite materno. De acordo com os cientistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, isto reflete uma percepção de que a irritação do bebê é algo negativo.

Mas eles acrescentam que esta irritação é normal, é apenas a forma de o bebê comunicar suas necessidades à mãe e não deve ser motivo de preocupação. No estudo, os pesquisadores britânicos pediram que mais de 300 mães falassem sobre o temperamento de seus bebês e declarassem também se eles eram alimentados com leite materno ou  outro tipo de leite.

No total, 137 crianças eram alimentas exclusivamente com leite materno, 88 eram alimentadas apenas com outro tipo de leite e 91 eram alimentadas das duas formas. Os bebês que eram amamentados foram classificados pelas mães como tendo um "temperamento mais desafiador" e tendência a chorar mais.


Fonte:BBC Brasil