A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) participou na tarde de sexta-feira, 25, de uma videoconferência com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que reuniu representantes de todos os estados brasileiros. Na oportunidade, foram discutidos os dados da nova pesquisa sobre mortalidade materna e o andamento da implantação da Rede Cegonha nos respectivos estados da federação.
Felizmente, o Estado do Piauí foi bastante elogiado pelo Ministro Padilha, após a Sesapi, por meio da Superintendência de Atenção à Saúde (Supat), apresentar os dados de mortalidade materna no estado, de 2010 a 2011, comprovando a redução de 11% dos casos. Padilha elogiou a redução das mortes de grávidas e mães pós-parto no Piauí, mas, pediu ainda mais empenho para que esses dados reduzam ainda mais.
"O Ministro nos elogiou em rede nacional e também aproveitou para saber como está a implantação da Rede Cegonha no Piauí. Nós destacamos o panorama atual dessa implantação: o Piauí já encaminhou ao Ministério da Saúde o plano de ação para a implantação da Rede Cegonha em três regiões: Teresina, Parnaíba e Floriano. Agora, estamos aguardando um parecer favorável a partir da análise técnica do Ministério, com perspectiva de publicação de portaria ainda neste próximo mês, junho, aprovando o plano que encaminhamos", explicou Cristiane Moura Fé, responsável pela Supat.
Participaram da videoconferência representando o Piauí a superintendente Cristiane Moura Fé, a diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, Telma Evangelista, a coordenadora de Atenção à Saúde da Mulher, Alzení Moura Fé, a responsável pelas análises dos dados de mortalidade no Estado, Zenira Martins, demais técnicos da Sesapi e representantes da Fundação Municipal de Saúde (FMS).
Sesapi
Uma técnica desenvolvida por pesquisadores do Instituto do Coração (InCor), do Hospital das Clínicas, faz o diagnóstico de insuficiência cardíaca de forma rápida, precisa e mais barata, por meio, apenas, do sopro.
Alguns defendem a ideia de deixar o bebê chorando sozinho até conseguir dormir, enquanto outros acham isso uma verdadeira maldade. E uma pesquisa da University do Norte do Texas, nos Estados Unidos, promete colocar mais “lenha” na discussão.
Areesha Shehzad, uma menina de dois anos de idade sofre de uma rara doença hepática mortal que a condiciona ficar em uma cama de luz ultravioleta para manter-se viva. A garota faz 12 horas por dia de fototerapia, o que ajuda a prevenir danos letais ao cérebro. A criança, de West Yorks, na Inglaterra, sofre da síndrome de Crigler-Najjar, uma condição rara que afeta menos de 200 pessoas no mundo.