sonharacordadoSe você se pega sonhando acordado com frequência enquanto lava pratos, limpa a casa ou realiza qualquer outra tarefa comum do dia a dia, provavelmente tem uma memória de trabalho (permite ao cérebro pensamentos simultâneos) boa. Deixar a mente vagar sem esquecer a tarefa à mão foi considerado como um verdadeiro treino, segundo uma pesquisa divulgada pelo site Fox News.


Os cientistas avaliaram pessoas entre 18 e 65 anos da comunidade da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. Os participantes executaram atividades simples, como apertar um botão cada vez que respiravam ou clicar em resposta quando uma carta aparecia na tela do computador. A equipe perguntou periodicamente se estavam focados ou pensando em outras coisas.


No fim, os voluntários precisaram se lembrar de letras enquanto realizavam equações matemáticas para testar a memória de trabalho. Embora todos tenham conquistados desempenhos satisfatórios, os que deixaram a mente vagar apresentaram maior pontuação.


"O que o estudo sugere é que, quando as circunstâncias para a tarefa não eram muito difíceis, as pessoas que têm recursos adicionais de memória de trabalho pensam em outras coisas além do que estão fazendo (sem prejuízos para a tarefa)", disse o pesquisador Jonathan Smallwood.


Sonhar acordado também já foi associado à maior criatividade. Também é provável que os mais inteligentes tenham altos níveis de memória de trabalho.



Ponto a Ponto ideias

pilatesUma das práticas para melhorar a postura e alonga a coluna em até 3 cm está na prática do pilates, de acordo com a professora Roberta Rubaudo da Maha Studio do Corpo.  


- No pilates são trabalhados o transverso abdominal (músculo mais profundo que responde pela sustentação da coluna) e o assoalho pélvico através de exercícios que controlam a respiração.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os estatura média do brasileiro está em torno de 1,70 para homens e 1,65 para mulheres. Porém, os maus hábitos diários, como postura relaxada em frente ao computador, sentar na  ponta do sofá, assistindo novela, mochila pesada, compromete a estrutura óssea e pode até reduzir as medidas. 

 

1. Sente-se sobre os ísquios (ossos que constitui a zona inferior da pélvis) com as pernas estendidas para frente mantendo a coluna alinhada. Braços estendidos para frente na linha do ombro inspire na preparação do movimento. Expire realizando a contração abdominal e comece a enrolar o tronco para frente para alongar a coluna e as pernas. Inspire de novo e expire desenrolando a coluna ate voltar à posição inicial. 

 Frequência: repita 10 vezes.

2. Deitado com os joelhos flexionados, braços estendidos para o teto, mantendo-os na linha dos ombros, inspire na preparação para o movimento e expire realizando uma flexão do tronco mantendo a lombar apoiada. Puxe o ar novamente e solte-o descendo o tronco até voltar à posição inicial.

Frequência: repita 10 vezes. 



R7

A Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado vai realizar no período de 21 a 23 de março, uma Oficina de Operacionalização do Sistema de Notificação de Vigilância Sanitária (NOTIVISA). A ideia é sensibilizar os profissionais da área de saúde sobre a importância de notificar os produtos após a sua comercialização e uso. O evento vai acontecer no Blue Tree Hotel (Rio Poty), a partir das 8:00h.

 

O Sistema permite através da notificação, avaliar os eventos adversos ou queixas técnicas, relacionados aos produtos, alimentos, medicamentos, sangue e hemoderivados, saneantes e cosméticos.

 

Entre os convidados para participar do evento, estão 48 hospitais de Teresina e 3 hospitais regionais (Floriano, Picos e Parnaíba), além de técnicos das vigilâncias sanitárias estadual e municipal.

 

Toda programação da oficina será ministrada pelo técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Leandro Roberto, que vai tirar as dúvidas e erros mais freqüentes no processo de cadastro do NOTIVISA, realizar exercícios práticos com os participantes para o uso do Sistema, bem como o cadastramento das instituições que vão utilizá-lo.



Sesapi

Uma aliança global contra a tuberculose anunciou, nessa segunda-feira, 19, o primeiro teste clínico de um novo tratamento para a doença, tanto para sua forma clássica quando a tipos resistentes aos antibióticos, que será realizado no Brasil, entre outros países.



A Aliança Mundial para o Desenvolvimento de Medicamentos contra a Tuberculose (TB Alliance), financiada por vários governos e fundações, disse que a nova combinação de medicamentos promete avanços na luta contra a doença, responsável por 1,4 milhões de mortes ao ano, a maioria na África.



O novo tratamento poderia ser particularmente útil para as 650.000 pessoas em todo o mundo que sofrem de tuberculose multirresistente (MDR-TB), uma cifra com expectativa de aumento.



"Este novo coquetel antituberculose poderá abrir o caminho para um enfoque inovador e mais eficaz para combater a doença mediante a eliminação da distinção entre a infecção tradicional (TB) e suas múltiplas formas multirresistentes (MDR-TB)" aos antibióticos, disse Mel Spigelman, diretor-geral da TB Alliance.



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 8,8 milhões de pessoas sofreram desta doença pulmonar contagiosa no mundo em 2010 e 1,4 milhão morreram.



Atualmente, as pessoas que sofrem de tuberculose precisam ingerir uma série de medicamentos diários durante seis meses, enquanto os que têm MDR-TB devem tomar uma injeção diária nos primeiros seis meses antes de ingerir uma dúzia de pílulas ou mais diárias durante um mínimo de 18 meses.



A TB Alliance, sediada em Nova York, explicou que muitos pacientes não completam o tratamento porque não toleram os efeitos colaterais ou não conseguem segui-lo por ser longo demais. Isto leva a formas da doença resistentes aos medicamentos, inclusive a um tipo de tuberculose amplamente resistente a remédios conhecido como XDR-TB.



O novo tratamento, chamado "Nova Combinação 2" (NC-002), é composto de três agentes: o antibiótico experimental PA-824 e outros dois bactericidas que já são usados contra a tuberculose, a moxifloxacina e a pirazinamida.



Segundo os cientistas, o novo coquetel poderá curar doentes de TB normal e TB resistente em quatro meses contra os atuais seis e 24 meses necessários, respectivamente. O custo do tratamento também será reduzido. Os novos testes serão feitos em oito locais de Brasil, África do Sul e Tanzânia.



A TB Alliance opera com recursos da Fundação de Bill e Melinda Gates, a agência governamental Irish Aid, o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional, a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional e a agência reguladora de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drugs Administration).



AFP