Os japoneses são conhecidos pela sua alta longevidade. Em 2013, por exemplo, o país atingiu a marca de 54 mil idosos com 100 anos completos. E, de acordo com Héctor García e Francesc Miralles, o segredo para viver tanto tempo está em um exercício tradicional entre essa população: o Ikigai. Eles são autores do livro "Ikigai: o segredo japonês para uma vida longa e feliz".
O portal CNBC Make It, do canal norte-americano NBCUniversal, afirma que, para a obra, García e Miralles entrevistaram mais de 100 das pessoas mais velhas da região de Okinawa, local com uma das maiores concentrações de centenários do mundo, para entender como era a rotina dessas pessoas. Eles observaram que os japoneses praticavam um exercício rápido, de cerca de cinco minutos, diariamente -- o rajio taisō.
"Mesmo os residentes da casa de repouso que visitamos dedicaram pelo menos cinco minutos todos os dias a isso, embora alguns fizessem os exercícios em suas cadeiras de rodas”, alegam os autores no livro. O método, que se traduz como "exercícios de rádio", recebeu a denominação devido às trasmissões das instruções do exercício por essa mídia, em 1929.
Desde então, a técnica continua a ser disseminada pelas rádios japonesas e é praticada, inclusive, nas escolas, antes das aulas começarem, e no ambiente de trabalho, antes do expediente.
Os autores descrevem os exercícios como de baixa intensidade, sendo um dos mais clássicos da rotina, o ato de levantar os braços acima da cabeça e depois abaixá-los em um movimento circular. "Pode parecer básico, mas em nossas vidas modernas, podemos passar dias sem levantar os braços acima das orelhas", afirmam García e Miralles em seu livro. Ainda, yoga e tai chi foram descritas como outras atividades populares entre os idosos da "Terra do Sol Nascente".
A americana Ashley Zambelli viralizou no TikTok ao relatar que descobriu ter síndrome de Down com mosaico após quatro gestações, e ter três crianças positivadas para a síndrome de Down clássica.
Ao site da revista americana People, ela contou que tem três filhos, dos quais dois têm a síndrome. Ela ainda teve uma gestação em que o feto também teria a trissomia do cromossomo 21, mas perdeu o bebê. Os médicos, intrigados com a recorrência de positivos para síndrome de Down nas gestações de Ashley, resolveram investigar e fazer um teste genético. Os resultados mostraram que ela também tinha síndrome de Down, mas de um jeito diferente — a síndrome de Ashley é com mosaico. De acordo com o Manual MSD — Diagnóstico e Tratamento, o mosaicismo na síndrome de Down é resultado de uma falha na separação das células de cromossomos do embrião.
O guia médico alega que "pessoas com síndrome de Down mosaica têm duas linhagens de células, uma com os 46 cromossomas normais e outra com 47 cromossomos, incluindo o cromossomo 21 extra".
"No mosaicismo acontece uma mutação em células do embrião de maneira que nem todas as células do corpo do indivíduo, que depois é desenvolvido, têm a condição genética comprometida. Então, pode ocorrer de que alguns traços relacionados com o desenvolvimento cognitivo e com a aparência física, que dão características que são típicas dessa condição, sejam mais brandas. Por isso, muitas vezes o diagnóstico clínico pode ser tardio", explica Fernando Gomes, neurocirurgião, neurocientista e professor livre-docente da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Isso justifica o caso de Ashley. Assim, na ausência dos sinais, o diagnóstico só é possível a partir da avaliação clínica do material genético.
No entanto, algumas características podem ser compartilhadas com a síndrome de Down clássica. Entre elas, Gomes elenca o atraso na fala e na comunicação, deficiência intelectual, dificuldade no aprendizado, deslocamento da língua, problemas de visão, sono, obesidade e refluxo.
O fato de dois dos três bebês de Ashley terem síndrome de Down é explicado pelo Manual MSD.
"Se um dos pais tem na linha germinativa mosaicismo para trissomia 21, existe um risco maior, acima do risco dependente da idade materna, de ter um segundo filho afetado."
Gomes alega que o mosaicismo na síndrome de Down é raro, responsável por cerca de apenas 1% dos casos. Assim, na ausência dos sinais, o diagnóstico só é possível a partir da avaliação clínica do material genético.
No entanto, algumas características podem ser compartilhadas com a síndrome de Down clássica. Entre elas, Gomes elenca o atraso na fala e na comunicação, deficiência intelectual, dificuldade no aprendizado, deslocamento da língua, problemas de visão, sono, obesidade e refluxo.
O fato de dois dos três bebês de Ashley terem síndrome de Down é explicado pelo Manual MSD.
"Se um dos pais tem na linha germinativa mosaicismo para trissomia 21, existe um risco maior, acima do risco dependente da idade materna, de ter um segundo filho afetado."
Gomes alega que o mosaicismo na síndrome de Down é raro, responsável por cerca de apenas 1% dos casos.
Diversas evidências científicas se acumularam nos últimos anos sugerindo que o intestino desempenha um papel fundamental na saúde de modo geral. Isso ocorre graças à microbiota intestinal, que é um conjunto de micro-organismos – principalmente bactérias – que habitam o trato gastrointestinal. Eles trabalham na digestão e absorção de nutrientes, na síntese de vitaminas e na produção de substâncias químicas importantes para o organismo. A microbiota também está envolvida na regulação do sistema imunológico.
Algumas condições associadas à disbiose incluem: síndrome do intestino irritável, doença inflamatória intestinal (incluindo doença de Crohn e colite ulcerativa), constipação crônica e diarreia, obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade, alergias e doenças autoimunes e distúrbios do sono. Existem algumas formas de manter o intestino – e, consequentemente, o corpo – saudável.
Veja a seguir
Mantenha uma dieta equilibrada
Uma dieta equilibrada, rica em fibras alimentares provenientes de frutas, legumes, grãos integrais e leguminosas, contribui para uma microbiota intestinal saudável. As fibras alimentares fornecem nutrientes para as bactérias benéficas no intestino, promovendo seu crescimento e diversidade.
Evite alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares
Alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras saturadas, açúcares refinados e aditivos, podem interferir negativamente na microbiota intestinal. Eles são pobres em nutrientes essenciais e fibras alimentares – fundamentais para o crescimento das bactérias benéficas no intestino. O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados pode levar a um desequilíbrio na microbiota, reduzindo a diversidade microbiana e favorecendo o crescimento de bactérias prejudiciais. Essa disbiose pode estar associada a problemas de saúde, como inflamação, obesidade, doenças gastrointestinais e outros distúrbios metabólicos. Portanto, é importante limitar o consumo de alimentos ultraprocessados e priorizar uma dieta rica em alimentos naturais e minimamente processados para manter a saúde da microbiota intestinal.
Consuma alimentos probióticos
Alimentos probióticos contêm micro-organismos vivos benéficos que podem melhorar a composição e função da microbiota intestinal. Eles introduzem bactérias benéficas, estimulam a produção de substâncias benéficas, modulam o sistema imunológico e melhoram a digestão e absorção de nutrientes. No entanto, os efeitos podem variar, e é importante escolher alimentos probióticos de qualidade e fazer parte de uma dieta equilibrada e saudável. Há diversos alimentos com essas características, como iogrute, kefir, chucrute, kimchi e kombucha.
Evite o consumo desnecessário de antibióticos
Os antibióticos podem afetar negativamente a microbiota intestinal, eliminando bactérias benéficas. Use antibióticos apenas quando prescritos por um profissional de saúde e siga as instruções corretamente.
Pratique exercícios físicos regularmente
O exercício físico regular tem sido associado a uma maior diversidade e abundância de bactérias benéficas no intestino. Além disso, a atividade física pode reduzir a inflamação sistêmica e promover a produção de substâncias benéficas, como ácidos graxos de cadeia curta, que são importantes para a saúde intestinal. Exercitar-se também pode melhorar a motilidade intestinal, estimulando o movimento adequado dos alimentos pelo sistema digestivo. Isso pode ajudar a prevenir a constipação e promover um ambiente favorável para o crescimento de bactérias benéficas.
Reduza o estresse
O estresse crônico está associado a alterações na composição e diversidade da microbiota, resultando em disbiose. Esse desequilíbrio pode levar a uma diminuição das bactérias benéficas e a um aumento das bactérias potencialmente prejudiciais. Além disso, o estresse crônico pode afetar a permeabilidade intestinal, causando uma condição conhecida como "intestino permeável". Isso permite que toxinas e produtos bacterianos vazem para o organismo, desencadeando inflamação e possivelmente contribuindo para problemas de saúde, como distúrbios digestivos, inflamação crônica e distúrbios do humor. Portanto, gerenciar o estresse de forma adequada é importante para manter um ambiente intestinal saudável e equilibrado.
Beba água
A água ajuda a manter a hidratação adequada, o que é essencial para um funcionamento saudável do sistema digestivo e do intestino. Ela auxilia no transporte de nutrientes e eliminação de resíduos, contribuindo para uma boa função intestinal. Além disso, a água pode diluir e facilitar a passagem adequada de fibras alimentares, que são essenciais para o crescimento das bactérias benéficas no intestino. A falta de água pode levar à constipação e à desidratação, o que pode afetar negativamente a composição e a função da microbiota.
Não fume e evite o consumo de bebidas alcoólicas
O tabagismo está associado a alterações na composição da microbiota, resultando em uma diminuição das bactérias benéficas e um aumento das bactérias potencialmente prejudiciais. Além disso, pode aumentar a permeabilidade intestinal. Já o consumo de álcool pode prejudicar o crescimento das bactérias benéficas e favorecer o crescimento de bactérias nocivas. O álcool também pode irritar e danificar a mucosa intestinal, causando inflamação e comprometendo a função do órgão.
Nota técnica do Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras de proteção facial para pessoas com sintomas gripais, pessoas que apresentem fatores de risco para covid-19 e casos suspeitos ou confirmados da doença.
De acordo com a pasta, os grupos com fatores de risco para complicações da covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde.
No documento, a pasta destaca que, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha declarado o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, o vírus continua a circular no Brasil e no mundo.
“O vírus ainda tem caráter pandêmico, com transmissão generalizada, e ainda há risco do surgimento de novas variantes que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.”
Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.
A pasta também reitera a importância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina monovalente.