O Governo do Piauí, lança nesta sexta-feira(26), às 11h, no Palácio de Karnak, o Plano de Expansão da Rede de Média e Alta Complexidade do Estado, que visa promover a regionalização da saúde. A expansão engloba todas as macrorregiões de saúde e inclui a implantação de novos serviços, bem como a instalação de novas unidades de saúde, seguindo a hierarquização em rede.
Serão implantados novos centros de consultas e exames especializados (tomografia computadorizada, ressonância magnética, endoscopia, mamografia, exames cardiológicos e laboratoriais, dentre outros)
A regionalização vai permitir a construção de novos hospitais de urgência com atendimento adulto e pediátrico, novas UTIs e ampliação de unidades existentes, assistência neonatal e materna com novos centros de parto normal, além de novas maternidades de médio e alto risco, com UTIs neonatal e atendimento a gestante de alto risco e novas unidades de tratamento oncológico (UNACON).
O plano contempla ainda, novos centros de tratamento para procedimentos invasivos de alta complexidade em cardiologia, neurologia e cirurgia vascular (Hemodinâmica) e ampliação de hemocentros, além da readequação e ampliação de leitos de enfermaria e centro cirúrgico.
“Todos os 11 territórios de saúde serão contemplados, totalizando 16 cidades beneficiadas com centrais de exames, com cobertura a todos os municípios do Piauí, reduzindo a necessidade de deslocamento dos pacientes para tratamento de saúde”, disse o secretário de Saúde, Antônio Luiz Santos.
A Operação Petróleo Real, realizada pelo Instituto de Metrologia do Estado do Piauí (Imepi) em parceria com Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/MPPI), interditou seis postos de combustível, entre os dias 14 e 19 de maio. Ao todo, os agentes de fiscalização visitaram 46 postos em 19 cidades do interior do Piauí.
Continua após a publicidadeAnúncio Além da interdição de seis estabelecimentos, outros 35 postos de combustível foram reprovados por diversas irregularidades. Entre as principais encontradas, destacam-se: mangueira danificada, dígitos queimados, medida alta contra o proprietário, vazamento interno na bomba, divergência entre o volume entregue e o preço a pagar, proteção dos dígitos danificados, grafia, simbologia e legendas apagadas, lacre do densímetro violado e instrumento (bomba medidora) não desliga até 60s e com avanço nos dígitos e fiação exposta.
A fiscalização percorreu os municípios de Bela Vista do Piauí, Cajazeiras do Piauí, Campinas do Piauí, Colônia do Piauí, Conceição do Canindé, Floresta do Piauí, Paes Landim, Santa Rosa do Piauí, Santo Inácio de Assis, São Francisco de Assis, São João da Varjota, São Miguel do Fidalgo, Simplício Mendes, Socorro do Piauí, Isaías Coelho, Oeiras, Itainópolis, Tanque e Várzea Grande.
O governo federal anunciou descontos para a aquisição de carros novos no Brasil. A medida será possível com a redução das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Programa de Integração Social e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) para a indústria automotiva.
Os descontos que incidirão sobre o valor dos veículos irão de 1,5% a 10,8%, de acordo com critérios de preço, eficiência energética e densidade industrial no país. A medida vale para carros de até R$ 120 mil.
Contudo, ainda não há definição de qual será o nível de redução das alíquotas e como o governo compensará o benefício. A medida está em discussão no Ministério da Fazenda, que terá 15 dias para apresentar os parâmetros que serão usados na edição de um decreto (para reduzir o IPI) e de uma medida provisória (MP) (para reduzir PIS/Confins) que será encaminhada para aprovação do Congresso Nacional.
As informações foram dadas pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com representantes de entidades de trabalhadores e fabricantes do setor automotivo, no Palácio do Planalto, em Brasília.
No encontro, Lula e Alckmin discutiram medidas de curto prazo para ampliar o acesso da população a carros novos e alavancar a cadeia produtiva ligada ao setor automotivo brasileiro, visando à renovação da frota no país. Segundo o vice-presidente, os benefícios serão temporários, para este momento de ociosidade da indústria.
De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o preço final ao consumidor pode cair para menos de R$ 60 mil, conforme a política de cada montadora. Atualmente, não é possível comprar um carro popular por menos de R$ 68 mil. O presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite, explicou que é importante que o benefício seja de pelo menos 12 meses, para melhor planejamento e investimentos da indústria.
Segundo Leite, os descontos serão imediatos após a publicação da MP e do decreto e incidirão, inclusive, sobre os veículos que já estão nos pátios das montadoras.
Critérios
Alckmin explicou que haverá uma metodologia para aplicação dos descontos, que levarão em conta três critérios. O primeiro é a questão social, do preço do carro. “Hoje o carro mais barato é quase R$ 70 mil. Então, queremos reduzir esse valor”, disse. “O carro, quanto menor, mais acessível, maior será o desconto do IPI e PIS/Cofins. Então, o primeiro item é social, é você atender mais essa população que está precisando mais.”
O segundo critério é a eficiência energética, “é quem polui menos”. “Então, você premia e estimula a eficiência energética, carros que poluem menos, com menor emissão de CO2 [gás carbônico, gases de efeito estufa]”, disse.
Para Márcio de Lima Leite, da Anfavea, de modo geral, com a renovação da frota, já haverá ganhos ambientais para o país, uma vez que um veículo usado pode emitir 23 vezes mais gases de efeito estufa que um carro novo.
E, por fim, o critério da densidade industrial. “O mundo inteiro, hoje, procura fortalecer a sua indústria. Então, se eu tenho uma indústria [em] que 50% do carro é de peças [fabricadas no Brasil] e feito no Brasil e o outro é 90%, isso vai ser levado em consideração”, explicou Alckmin.
Segundo o vice-presidente, o Brasil vem sofrendo um processo de desindustrialização e, por isso, o poder público deve fazer um esforço de recuperação para aumentar a competitividade e reduzir o Custo Brasil. “É o que chamamos de neoindustrialização ”, disse.
Custo Brasil é um termo que descreve o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que encarecem e comprometem novos investimentos pelas empresas e pioram o ambiente de negócios no país. Ou seja, é a despesa adicional que as empresas brasileira têm de desembolsar para produzir no Brasil, em comparação com os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Em estudo realizado pelo governo federal em parceria com o Movimento Brasil Competitivo, em 2019, o Custo Brasil foi estimado em R$ 1,5 trilhão, ou 22% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
Crise na indústria
De acordo com Márcio de Lima Leite, o setor automotivo trabalha hoje com 50% da sua capacidade instalada “É um dos menores números e um dos piores meses da indústria automotiva, mercado que representa 20% do PIB industrial.
Apesar de o número representar alta em relação ao ano passado, na ocasião, Leite lembrou que o primeiro trimestre de 2022 foi o pior resultado da indústria automobilística desde 2004. “Nós estamos repetindo em 2023 o pior trimestre desde 2004”, disse, ao comparar os dados da produção em 2022 e em 2023.
Hoje, o presidente da Anfavea destacou que, neste ano, houve 14 momentos de paralisação de fábricas, em razão da falta de semicondutores (insumo importante para o setor) e do problema de oferta que ainda vem da crise provocada pela pandemia de covid-19.
“Nesse momento, as montadoras têm reafirmado a crença no Brasil, e nós estamos investindo R$ 50 bilhões, um dos maiores ciclos de investimento da indústria automotiva. Nós acreditamos na competitividade e estamos fazendo um trabalho, junto com o governo, para retomada, para que o mercado tenha um aquecimento”, disse, em conversa com jornalistas, após a reunião no Palácio do Planalto, citando ainda a retomada da oferta de empregos no setor.
Crédito para exportação
Outra medida que deve beneficiar o setor automotivo foi anunciada hoje pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante. O banco abrirá uma linha de crédito de R$ 2 bilhões só para produtos de exportação, financiados em dólar.
Mais R$ 2 bilhões estarão disponíveis para que empresas exportadoras realizem investimentos na modernização da sua linha de produção.
“Isso é uma medida extremamente urgente, relevante e que o setor tem visto com bons olhos”, disse o presidente da Anfavea.
Na última terça-feira (23), em Teresina, o vereador florianense Carlos Eduardo, reuniu-se com o superintendente executivo da Caixa Econômica Federal, Edilberto Oliveira e o gerente, Ives, para discutir uma questão muito importante: a situação das casas em conjuntos habitacionais que receberam subvenção do programa Minha Casa Minha Vida e foram abandonadas, sofrendo com a deterioração ao longo dos anos e tornando-se alvo de ação de vândalos, com o passar do tempo.
“Essa situação de abandono tem deixado muitas pessoas longe do sonho da casa própria e de uma moradia digna. Sabemos que o déficit habitacional, em Floriano, é muito grande e, por isso, buscamos informações e soluções para esse problema”, disse o vereador Carlos Eduardo.
O parlamentar Carlos Eduardo tem buscado trabalhar em conjunto com a Caixa Econômica Federal para encontrar alternativas e garantir que, essas casas sejam recuperadas e possam desempenhar o papel social para o qual foram construídas: proporcionar moradia digna e confortável para as famílias que mais precisam.
“Conto com o apoio de todos para que possamos transformar essa realidade”, concluiu o vereador.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.