Ceras vegetais, algodão, mel natural, peles e quercetina foram os produtos que o Piauí mais vendeu para o exterior no primeiro trimestre deste ano, segundo números da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Nos meses de janeiro, fevereiro e março o comércio do Piauí com o exterior rendeu US$ 22,844 milhões, cerca de R$ 41 milhões pelo câmbio atual. Do total, US$ 14,852 milhões (cerca de R$ 27,7 milhões), correspondem à venda de 4,639 milhões de quilos de ceras vegetais.
Outro produto piauiense que conseguiu superar a casa de US$ 1 milhão foi o mel natural. No trimestre, as exportações do produto renderam US$ 1,654 milhão, cerca de R$ 3 milhões.
Entre os produtos que faturaram abaixo desse valor estão peles curtidas, couro de caprinos, quercetina, quartzitos, pedra para meio-fio, castanha de caju, sucos de frutas e confecções. O principal produto de exportação do Piauí, a soja, ainda não entrou na pauta deste ano.
Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul, Itália, Alemanha, Turquia, Holanda, China, Malásia e Índia foram os principais mercados para os produtos do Estado. No período, o Piauí importou motores, máquinas e aparelhos mecânicos, pneus para automóveis, tecidos de algodão, microscópios ópticos e ácido fórmico, entre outros.
Os principais importadores foram China, Formosa, Israel, Chile, Alemanha, Polônia, Estados Unidos, Argélia, México, Grécia, Itália e Espanha.
Piaui.pi.gov
Em reunião da bancada federal do Piauí, em Brasília, nessa terça-feira, 17, o senador Wellington Dias (PT-PI) defendeu mobilização da bancada para a inclusão das cinco hidrelétricas da Bacia do Rio Parnaíba em novo leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) neste ano. Para ele, é possível ao governo federal entrar com uma contrapartida de R$ 500 milhões.