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Após inúmeras reuniões e propostas para melhor atender as expectativas dos vendedores ambulantes que se instalavam nas calçadas públicas das avenidas João Luís Ferreira e Getúlio Vargas, no centro da cidade, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, deu mais um passo no sentido da mobilidade e organização urbana. 

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Desde a última segunda-feira (18), os 24 ambulantes já se encontram exercendo suas atividades comerciais em um local estruturado para recebê-los, assim como para receber os fregueses com muito mais conforto e segurança. O local está localizado na avenida Getúlio Vargas, próximo à praça Dr. Sebastião Martins, tendo 451 metros quadrados e espaço suficiente para 53 barracas. A medida, que vem agradando aos comerciantes e à população florianense, é provisória, enquanto a Prefeitura Municipal prepara o camelódromo definitivo que atenderá um número maior de vendedores ambulantes da cidade.

 

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Um grande número de servidores compareceu nessa noite de segunda-feira, 18, no prédio da Associação Comercial do Sul do Piauí, em Floriano, para acompanhar a sessão ordinária dos vereadores da Câmara Municipal. Uma das pautas era o Plano de Cargos e Salários dos servidores.

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A luta da classe já vem há meses. “Entendemos as reivindicações de algumas categorias, mas não podemos olhar somente para uma classe e deixar as demais desfavorecidas. Por tanto, ou contempla todas as categorias ou o Plano de Cargos e Salário não vai ser votado, isso por que, a partir de agora vamos passar a fazer outras cobranças”, disse o Gildênio Sousa, líder dos servidores municipais.

 

Ele estava na sessão acompanhado de um grupo de amigos e servidores.

Para o vereador o Fábio Braga, de oposição, o projeto vem causando muita polêmica desnecessária, e mais, disse ele, “ao meu ver esse projeto vem tendo discussão insuficiente. As categorias não se sentiram contempladas. Uns dizem que deram sugestões e que não quiseram, se quer, analisar essas sugestões. Então, da forma que o projeto estava colocado ele se torna perigoso, pois se acusava o projeto anterior de ser perverso isso a julgar pela relação dos próprios servidores e, não é o vereador de oposição que está dizendo isso. Era um projeto tão ruim quanto, ou pior”

O parlamentar Braga disse que, na sua opinião, o projeto deve ser retirado de pauta para que se busque um novo entendimento.

 

Da redação

O deputado estadual Fábio Novo (PT), foi vaiado por um grupo de servidores da Educação durante a sessão desta terça-feira (19), na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). 

O parlamentar argumentava sobre o reajuste salarial da categoria, quando foi interrompido diversas vezes por vaias e gritos da plateia. O reajuste foi concedido pelo governo e o governador Wellington Dias (PT) vetou, mas o veto foi derrubado, inclusive com o apoio da bancada governista.

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"Nós aprovamos a legislação aqui e o governador vetou. Se eles conseguissem me ouvir, entenderiam todo o processo. Porque inclusive, eu fui o relator da matéria pela derrubada do veto, em favor dos servidores. Não tenho medo de fazer nenhuma discussão de matéria. É preciso ouvir para que se possa compreender. Se ficar gritando aqui vocês não vão entender o que eu vou dizer, que beneficia a própria categoria", disse Fábio Novo. 

Em um momento, o deputado Georgino Neto, que comandava a sessão, interrompeu a sessão e para que os servidores ouvissem Fábio Novo. "Queria pedir a plateia que ouvisse o deputado Fábio Novo", falou.

Em seguida, o petista sugeriu aos professores que ingressem com ação na Justiça. "O meu entendimento é jurídico e muito simples. Ora, a Assembleia derrubou o veto, mas não houve a promulgação. Cabe nesse momento, na minha avaliação, o sindicato dos servidores da educação devem entrar com um mandado de segurança na Justiça solicitando uma liminar obrigando a Assembleia a promulgar a derrubada do veto". 

Os servidores da Educação do estado deflagaram greve por tempo indeterminado na semana passada. A categoria alega que o governo não cumpriu a lei federal do piso salarial dos professores.

 

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Os deputados estaduais discutiram o reajuste dos professores usando o tempo de dois minutos, com a galeria repleta de educadores aplaudindo a oposição. O primeiro a falar foi Robert Rios (DEM), que acusou a base do governo de derrotar requerimento que propunha a realização de audiência pública para discutir o atraso nos repasses dos descontos dos servidores para o Plamta. Ele sugeriu que os professores ingressem na Justiça para fazer valer o reajuste que o governo concedeu e ele mesmo vetou, mas o veto foi derrubado, inclusive com o apoio da bancada governista.

O deputado Luciano Nunes (PSDB) defendeu que a Assembleia derrube novo projeto que o governo possa enviar para aprovação a toque de caixa. O deputado Rubem Martins (PSB) se solidarizou com os professores e lamentou que eles tivessem sido obrigados as entrar em greve. Gustavo Neiva (PSB) disse que a culpa da paralisação é do governo, que não cumpriu a lei federal do piso salarial dos professores. Ele citou um caso em que a Justiça teve que entrar a favor do transporte escolar, no município de Palmeira do Piauí.

Dr. Pessoa (SD) se solidarizou com os professores, dizendo lamentar que o atual governo descumpra a lei sobre o salário dos professores. Ele citou o exemplo da Coreia do Sul, que depois de arrasada soube cuidar da educação. O deputado Fábio Novo (PT) explicou a questão do projeto de aumento que o próprio governador vetou, justificando seu voto para derrubar o veto. Ele sugeriu aos professores que ingressem com ação na Justiça. O deputado Robert Rios falou pela segunda vez, dizendo que o veto ao reajuste do governo deve ser mantido, para que o governador se torne inelegível por ter mandado um projeto de aumento fora da lei.

Marden Menezes (PSDB) lamentou que a bancada do governo tivesse derrotado o pedido de audiência pública para debater o não repasse dos descontos para o Plamta aos hospitais. Para ele, o governador precisa entender que ele é o responsável pelo desmonte do Estado. Ele considera um absurdo que o governo, enquanto não dá reajuste aos professores, esteja encaminhando uma PEC para ampliar o limite de reajuste para os servidores que ganham mais.

 

Alepi

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação