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Autoridades políticas e milhares de pessoas de Picos e região lotaram o pátio do Aeroporto Regional da cidade picoense para aguardar a chegada do candidato Fernando Haddad, à presidência do Brasil.

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A chegada do presidenciável estava marcada para as 15:00h desse sábado, 20, no entanto, o candidato só desembarcou as 18:50h.

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O atraso foi por conta de visitas em outras cidades da região Nordeste como Fortaleza, Juazeiro do Norte e Crato na região do Cariri, localizada ao sul do Ceará.

Desde as 15 horas, horário programado para a chegada, uma multidão aguardava ansiosa do lado de fora do aeroporto pela chegada do presidenciável.

Nem o sol forte de aproximadamente 38 graus, nem o atraso foram capazes de dispersar a população que ficou até as 18h50, momento em que Haddad desembarcou no aeroporto. Ainda durante a tarde, grupos de pessoas que eram simpatizantes e eleitores já animavam o local com festa, coreografias, danças e o embalar das bandeiras que atraíram a atenção do público presente.

Logo na chegada ao Aeroporto, Haddad saudou e cumprimentou a todos que o aguardavam. Uma multidão cantava e bradava o nome do presidenciável.

Líderes e populares seguiram em carreata com destino a praça Félix Pacheco, no centro de Picos.

Aproximadamente 30 mil pessoas, lotaram o centro da cidade.

Já no centro de Picos, a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, abriu os pronunciamentos, seguida do deputado federal e senador eleito Marcelo Castro. O governador Wellington Dias, também foi um dos oradores.

Várias autoridades acompanharam a caravana do presidenciável Fernando Haddad, entre outros os deputados federais eleitos, Flávio Nogueira, Rejane Dias, os deputados estaduais, Severo Eulálio, Limma, Flora Izabel, Zé Santana e Fabio Novo.

Dezenas de prefeitos estiveram presentes no evento, dentre outros o Padre Walmir (De Picos), Gil Carlos (de São João do Piauí), Ademar Carvalho (de Belém), Márcio Alencar (de Alegrete do Piauí), Jorismar Rocha (de Alagoinha), Raimundo Júlio (de Queimada Nova), Toninho (de Caridade), Erculano (de Geminiano), Barroso Neto (de Santa Cruz do Piauí), Wellington Carlos (de Santo Antônio de Lisboa) e Molão (de Acauã), além de vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais.

Em uma eleição marcada por polarização, denúncias de corrupção, xingamentos, assassinatos e ataques nas ruas, fake news, debates cancelados e muito discurso de ódio, o que realmente importa para o Brasil acabou ficando totalmente de escanteio: as proposta para o País. O que antes era obrigação de qualquer candidato – apresentar boas e consistentes propostas para resolver os problemas dos brasileiros em áreas como segurança, saúde e educação – se tornaram “mero detalhe”.

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Pesquisa do Datafolha divulgada hoje (20) mostra que poucos eleitores, nesse segundo turno, vão votar em seus candidatos convencidos pelas propostas apresentadas. Apenas 15% dos eleitores de Fernando Haddad (PT) e 12% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) se convenceram do voto pelas propostas de seus candidatos.

A pesquisa foi feito entre 17 e 18 de outubro, com 9.137 pessoas 341 municípios. As respostas foram espontâneas e era possível dar mais de uma resposta.

Entre os eleitores de Bolsonaro, “mudança” vem antes de suas propostas. 30% votarão nele porque têm “desejo de mudança”. A rejeição a Haddad também está na frente das propostas do candidato do PSL, com 25% dizendo que optaram por ele porque não querem votar em Haddad de jeito nenhum.

Desejo de mudança aparece mais forte em faixas de renda menores, enquanto o antipetismo aparece mais forte entre faixas de renda mais elevadas. Antes das propostas, a questão da segurança e seus “valores pessoais” ainda aparecem como fatores de convencimento. Suas propostas, portanto, são a quinta causa de voto.

Já no caso de Haddad, antes dos 15% que citaram suas propostas estão 20% que citam a rejeição a Bolsonaro. Portanto, suas propostas aparecem como o segundo fator mais importante para o voto. Entre os mais ricos, o antibolsonarismo cresce, chegando a 30% dos eleitores citando tal fator como o mais decisivo.

Confira:

Decidiu votar em Jair Bolsonaro porque…
Renovação ou alternância de poder (30%)

Rejeição ao PT (25%)

Propostas de segurança (17%)

Imagens e valores pessoais (13%)

Plano de governo (12%)

Combate à corrupção (10%)

Decidiu votar em Fernando Haddad porque…
Rejeição a Bolsonaro (20%)

Plano de governo (15%)

Alinhamento ao partido (13%)

Experiência e capacidade de governar (11%)

Influência de Lula (11%)

Imagem e valores pessoais (7%)

 

msn

O corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu nesta sexta-feira, 19, abrir ação de investigação judicial pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações de que empresas compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

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Mussi concedeu prazo de cinco dias para que o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), seu vice, Hamilton Mourão, o empresário Luciano Hang, da Havan, e mais 10 sócios das empresas apontadas na ação do PT apresentem defesa no processo, se desejarem.

O ministro rejeitou o pedido do PT de realização de busca e apreensão de documentos na sede da empresa Havan - que teria comprado o serviço de disparo em massa de mensagens contra o PT, segundo a Folha de S. Paulo - e na residência de seu dono, Hang. Mussi também negou determinar que o WhatsApp aja para suspender o "disparo em massa de mensagens ofensivas ao candidato Fernando Haddad e aos partidos da coligação".

"Relativamente aos pedidos constantes do item 42.2 da inicial e da respectiva emenda (de busca e apreensão em empresas), observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio”, disse.

O ministro deixou para analisar futuramente outra parte do pedido do PT, de quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático dos citados e de tomada de depoimento deles.

O PT pediu nesta quinta-feira, 18, ao TSE que apure suposto abuso de poder econômico para favorecer a campanha de Bolsonaro e o declare inelegível. A sigla alega que a campanha do oponente se aproveita da disseminação de notícias falsas e que “não é crível atribuir apenas à militância orgânica” dos adversários a capacidade de difundir fake news nas redes sociais. Bolsonaro nega as acusações.

 

msn

O Sindicado dos Trabalhadores Rurais (STR), regional de Floriano, deve desenvolver em 2019 algumas atividades, por meio de projetos que serão trabalhando ainda nesse final de semana.

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A direção do Sindicato está tentando reunir projetos que serão feitos pelas pequenas associações ligadas a entidade. A informação é do presidente Jucinaldo Rosendo.

Numa entrevista ao piauinoticias o líder rural disse que a sua diretoria deve se reunir para analisar todos por projetos e, após isso, os membros diretores verão as prioridades.

Jucinaldo disse mais, que os trabalhos devem envolver todos, ou seja, os líderes, associados e ainda possíveis parcerias.

No dia 31 de outubro uma assembleia está confirmada e na ocasião alguns projetos, para o ano que vem, serão colocados em pauta.

 

Da redação

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação