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O PSL, representação do Piauí, ingressou com uma ação de impugnação de mandato eletivo contra o governador Wellington Dias (PT), reeleito e já diplomado.

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Segundo Fábio Sérvio, presidente do Partido, a ação se deve devido a possível contratação de influenciadores de digitais no twitter durante o período eleitoral.

Ainda de acordo com a denúncia, os influenciadores supostamente contratados, teriam sido pagos para tecerem elogios à administração do governador.

“É uma ação do PSL. Entramos como partido e como candidato na eleição de outubro. Ela recai sobre a diplomação. É diferente de uma ação de investigação eleitoral que tem um prazo mais elástico. Prazo relacionado à própria diplomação.Corre em segredo de Justiça e não posso falar muito. São várias denúncias de abuso de poder. Tem a questão do twitter, mas também a nível local que envolve a Caixa Econômica Federal. Temos esperança na Justiça. O Piauí todo foi testemunha desse abuso de Poder econômico”, afirmou.

Também esta semana, outros nomes da oposição como o ex-governador, Wilson Martins (PSB), e o deputado, Luciano Nunes (PSDB), anunciaram que ingressaram com outra ação contra o governador Wellington Dias. Eles também denunciam o suposto uso da máquina administrativa na disputa eleitoral.

A assessoria do governador Wellington Dias foi procurada para comentar a ação. Porém, até o momento da publicação da matéria uma resposta não foi divulgada.

Com informações do cv

IMAGEM: Internet

Imagens de uma obra em construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na localidade Tamboril, povoado de São José do Peixe-PI, foram enviadas ao piauinoticias.

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De acordo com populares a mesma está parada  há vários meses, pois teria sido iniciada na gestão do atual prefeito Valdemar Santos. Em algumas partes o mato ja tomou de conta e está invadindo algumas dependências da estrutura que recebeu reboco e existem algumas paredes pintadas.

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Ainda de acordo com populares o local está servindo para abrigar animais e mais, o que está construído vem sendo destruída pela ação do tempo.

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OUTRO LADO

O piauinoticias procurou contato com o secretário de Governo da gestão que vem respondendo as denúncias, mas até a conclusão da matéria o Rodrigo não havia dado uma resposta. Espaço aberto.

Atualizada às 18:42h

Um internauta, filhos de São José, acabiu de entrar em contato com o PN afirmando que a obra está parada acerca de 06 anos.

Da redação

O Partido Social Liberal (PSL) do Piauí ingressou com uma ação de impugnação de mandato eletivo contra o governador Wellington Dias (PT), reeleito e já diplomado.

De acordo com Fábio Sérvio, presidente do partido e que teve como candidato a Governador nas últimas eleições,  a ação se deve a denúncia da contratação de influenciadores de digitais no twitter durante o período eleitoral.

Segundo a denúncia, os influenciadores supostamente contratados teriam sido pagos para tecerem elogios à administração do governador.

“É uma ação do PSL. Entramos como partido e como candidato na eleição de outubro. Ela recai sobre a diplomação. É diferente de uma ação de investigação eleitoral que tem um prazo mais elástico. Prazo relacionado à própria diplomação.Corre em segredo de Justiça e não posso falar muito. São várias denúncias de abuso de poder. Tem a questão do twitter, mas também a nível local que envolve a Caixa Econômica Federal. Temos esperança na Justiça. O Piauí todo foi testemunha desse abuso de Poder econômico”, afirmou.

Também esta semana, outros nomes da oposição como o ex-governador, Wilson Martins (PSB), e o deputado, Luciano Nunes (PSDB), anunciaram que ingressaram com outra ação contra o governador Wellington Dias. Eles também denunciam o suposto uso da máquina administrativa na disputa eleitoral.

A assessoria do governador Wellington Dias foi procurada para comentar a ação. Porém, até o momento da publicação da matéria uma resposta não foi divulgada.

 

Fonte:cidadeverde.com

Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). A queda foi influenciada mais uma vez pelo crescimento do trabalho informal e dos brasileiros que atuam por conta própria. Na pesquisa de outubro, a desocupação no país era de 11,7%.

Há um ano, a desocupação era de 12%.

Foi a oitava queda mensal seguida do desemprego no país. Em termos de contingente, o desemprego ainda atinge 12,2 milhões de brasileiros, uma redução de 3,9% (queda de 501 mil pessoas) na comparação com o trimestre anterior e de 2,9% (menos 364 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2017.

A ligeira melhora do mercado de trabalho pode ser explicada pelo aumento dos trabalhadores que atuam no setor privado sem carteira de trabalho. Em novembro, esse contingente subiu 4,5% (crescimento de 498 mil pessoas) na comparação com o trimestre anterior e chegou a 11,689 milhões - o maior patamar da série histórica iniciada em 2012. Na comparação com o mesmo período de 2017, o avanço foi de 4,7% (mais de 522 mil trabalhadores).

Houve contribuição também do crescimento dos trabalhadores que atuam por conta própria. Esse contingente chegou a 23,8 milhões, também recorde na série histórica. Houve aumento de 2,3% (mais 528 mil pessoas) na comparação com o trimestre anterior e de 3,3% (aumento de 771 trabalhadores) em relação ao mesmo trimestre de 2017.

"Desde o segundo trimestre de 2018, percebeu-se queda significativa da desocupação, o que seria uma notícia excelente não fosse o fato de ela vir acompanhada por informalidade. Ou seja, em termos de qualidade, há uma falha nesse processo de recuperação já que desde 2012, esse é o maior índice de informalidade medido pela PNAD Contínua", disse o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

De forma geral, a população ocupada chegou a 93,189 milhões de trabalhadores no trimestre encerrado em novembro, um avanço de 1,2% (1,1 milhão) em relação ao trimestre de junho a agosto e crescimento de 1,3% (1,2 milhão) na comparação com o mesmo período do ano anterior.

“É importante que o mercado de trabalho volte a gerar postos com carteira para retornar a um círculo virtuoso de geração de emprego e renda", afirmou Cimar.

Os dados do IBGE ainda apontaram que a renda do trabalhador brasileiro segue estagnada. No trimestre encerrado em novembro, o rendimento foi de R$ R$2.238, praticamente estável em relação aos R$ 2.235 observados na leitura encerrada em outubro e na pesquisa de um ano atrás.

Subocupação

Segundo o IBGE, o contingente de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas foi estimado em aproximadamente 7 milhões no trimestre encerrado em novembro, o que representa um aumento de 4,7% em relação ao trimestre anterior, ou seja, um adicional de 317 mil pessoas nessa condição.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, houve crescimento de 8,8%, quando 6,5 milhões de pessoas estavam subocupadas.

Subutilização segue em 27 milhões

Em novembro, o IBGE também apurou que 27 milhões de brasileiros seguem subutilizados - uma redução de 478 mil (-1,7%) pessoas frente ao trimestre de junho a agosto. Na comparação com o mesmo trimestre de 2017, no entanto, houve aumento de 486 mil (aumento de 1,8%) pessoas subutilizadas.

O grupo de trabalhadores subutilizados reúne os desempregados, aqueles que estão subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas), os desalentados (que desistiram de procurar emprego) e os que poderiam estar ocupados, mas não trabalham por motivos diversos.

estadão

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação