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joseweligO delegado Menandro Pedro, coordenador do Greco, afirmou hoje,  22, que o soldado Francisco José Wellington Silva Sousa, em conversa com o advogado ontem na sede do órgão, onde permanece preso, sorria e dizia que o advogado agora compraria um carro. Ele se referia ao pagamento que faria pela defesa de membros da quadrilha acusada de ser um dos maiores grupos de assaltantes e arrombadores em atuação no Estado.

 

Indignado com a atitude, Menandro declarou, em entrevista, que os policiais e delegados do Greco estão trabalhando diuturnamente para provar o envolvimento de todos os 11 presos na Operação União.

 

"Ontem eu estava aqui vendo o PM sorrindo e conversando com os advogados, patrocinando a defesa da quadrilha com o dinheiro dos furtos e roubos. Ele disse para o advogado que agora ele ia comprar o carro dele. O empresário [dono da granja União, de onde foram levados R$ 3 milhões] está lá com o prejuízo e a polícia trabalhando 24 horas. Porque um soldado que ganha R$ 2 mil hoje está patrocinando advogados para toda a quadrilha. Mas não é culpa dos advogados. A polícia civil, o Greco continuam trabalhando e vamos tentar identificar toda essa rede. O filho dele veio aqui e disse que isso tinha acontecido mas que amanhã estará solto", declarou o delegado.

 

Ainda segundo o delegado Menandro Pedro, uma vítima compareceu hoje à Greco e reconheceu o soldado. A vítima sofreu um assalto em julho.

 

 

No total, oito carros foram apreendidos. A Greco tenta ainda recuperar parte do dinheiro furtado. Os empresários lesados estão no prejuízo. A polícia tenta, agora, bloquear os bens da quadrilha. "São carros em nome da [Maria de] Fátima, do Wellington e outros. Serão encaminhados para que a justiça bloqueie e fiquem à disposição das vítimas", disse.

 

A investigação está abrangendo até depoimentos de corretores de imóveis que estavam mantendo contato com Maria de Fátima, namorada de Wellington. O dinheiro dos crimes estaria sendo lavado através da compra de imóveis, terrenos e veículos. "Eles estavam entrando em contato com a Fátima porque ela estava comprando casas e terrenos. Estamos levantando tudo para ver se a gente consegue recuperar alguma coisa desse dinheiro", explicou Menandro.

 

A polícia já sabe também que Fátima tinha participação direta no levantamento dos locais de crimes. Uma das vítimas da quadrilha foi uma vendedora de joias. Segundo o delegado, Maria de Fátima teria trabalhado como diarista na casa da vítima e passou as informações sobre o funcionamento da residência para os outros integrantes.

 

 

Ao todo, cinco inquéritos foram abertos contra o grupo. "Mas o que for necessário fazer, estamos trabalhando para fazer os inquéritos. Temos cinco inquéritos de furtos e roubos em andamento contra essa quadrilha", finalizou o delegado.

 

 

cidadeverde

A Polícia Militar do Piauí decidiu expulsar dois membros da corporação, acusados de deixarem fugir um preso durante a transferência mal sucedida há dois anos. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de quinta-feira. A PM confirmou ao Cidadeverde.com que a leitura do ato de expulsão acontecerá na próxima terça-feira, 26.


O caso foi registrado no dia 22 de dezembro de 2011. Segundo a investigação interna da PM, o sargento Raimundo Nonato de Sousa e o soldado Washington Antonio Rodrigues dos Santos, à época lotados no 3º Batalhão, em Floriano (PI), foram até a cidade de Contagem (MG) para transferir um preso para Parnaíba (PI). O fato teria se dado sem autorização legal e sem informar aos seus superiores hierárquicos.


Veja a decisão da PM/PI
Durante a viagem, os policiais teriam mantido contato com um suposto advogado em Brasília (DF). O mesmo teria entregue aos mesmos documentos sobre a soltura de Gilcimar da Silva e pago as despesas da viagem. Na volta de Minas Gerais para o Piauí, o preso fugiu durante a parada em um posto de combustíveis. A fuga também não teria sido informada de imediato.


O relatório do julgamento da PM cita que Gilcimar "é apontado como chefe de uma das maiores quadrilhas de roubo a bancos do país", com oito mandados de prisão em aberto só em Minas Gerais. "Seu bando ficou conhecido como novo cangaço", acrescenta o documento.


Na defesa, o sargento Raimundo de Sousa disse ter viajado inocentemente para a transferência e "em desespero não comunicou as autoridades locais competentes" sobre a fuga. Depois, alegou que estava em seu momento de folga, e por isso não havia necessidade de comunicar seus superiores.


Já o soldado alegou que o sargento, sendo seu superior, não podendo questionar a missão. Além disso, Washington dos Santos aponta que foi induzido a acreditar que a atividade era legal. A decisão assinada pelo coronel Gerardo Rebelo Filho rebate. "É inaceitável que um policial militar, tão experiente, com mais de 20 anos de caserna, não conseguiu perceber a situação esdrúxula, jurídica e profissional dessa "operação"".


O interrogatório do soldado ainda aponta que o sargento deu a missão por encerrada em Brasília, informando que o preso estava em indulto natalino. Depois disso, ele recebera de um advogado a cópia do depoimento do sargento R. Nonato para que desse suas declarações de acordo com o que ele havia dito, sob pena se ser expulso da PM.


Os dois policiais terão de entregar uniformes, armas e pertences da PM. Com esse caso, chega a quatro o número de policiais expulsos da corporação em 2013.

 

Cidadeverde

Na tarde dessa quinta-feira, 21, parte de uma ponte cedeu na zona rural de Floriano. O fato se deu na região da localidade  Boca da Entrada, área que compreende a região do L-3, sentido Amarante.


De acordo com informações, um caminhão pipa que vem abastecendo algumas famílias da região citada com água para o consumo diário está prestes a despencar, pois a ponte que liga algumas comunidades precisa de reparos. Com o peso  do veículo, a mesa teria cedido.

 


Servidores da Prefeitura Municipal se dirigiram ao local e estão tentando  tirar o veículo da situaçao em que está. 

 

 

Aguarde novas informações

policialColarDurante entrevista do delegado geral de Polícia Civil, James Guerra,na manha de hoje, 22, foi confirmado que o colar usado pelo policial Francisco José Wellington Silva Sousa ao ser preso na Operação União é de um empresário teresinense.

 

O colar possui as iniciais do proprietário, que foi roubado quando saía de um restaurante da capital. Ele reconheceu o objeto no momento em que as imagens da Operação União eram divulgadas. A peça é única e personalizada.

 

Além do colar, Francisco José Wellington também usava uma pulseira de ouro. As joias são avaliadas em torno de R$ 30 mil. A polícia confirmou que o militar possuía uma vida de alto padrão, que não condiz com sua profissão. Ele é suspeito de ser o líder do bando.

 

O policial foi preso na manhã desta quinta-feira, 21, durante a Operação União, que desarticulou uma quadrilha de assaltantes que tem ligação com arrombamentos a bancos e tráfico de drogas.

 

Fonte: meionorte.com

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A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos.  Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.

cond

As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano. 

deleegados

 

Da redação