Mais uma ação que fortalece a cultura florianense está programada para esse sábado, 07, na Albeartes, em Floriano. As informações, através desse banner, foram enviadas ao Piauí Noticias pelo José Paraguassú.
Veja

Da redação
Mais uma ação que fortalece a cultura florianense está programada para esse sábado, 07, na Albeartes, em Floriano. As informações, através desse banner, foram enviadas ao Piauí Noticias pelo José Paraguassú.
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Da redação
Quem um dia cursou o ensino fundamental estudou biologia e aprendeu que “verme” é uma palavra de designação genérica de um bicho sem vertebras e articulções, que corrói os cadáveres nas sepulturas que podem ser chamados de teníase e outras parasitoses.
Em política, existem dois tipos de animais: o animal político objetivo do contexto da palavra, por excelência, que exerce a atividade com princípio ético e moral, fazendo dela uma missão a partir da pluralidade e das diferenças entre os homens, busca o sentido transformador da política e o seu valor finalístico, e o outro animal é o subjetivo e de fato, é o verme humano, aquele bípede que não vive para a política, vive da política, mas particularmente, da fruição imoral do poder.
Neste sentido, em nada diferem dos seus correspondentes invertebrados e parasitários. Como eles, aninham-se nas entranhas do poder, roedores que são, alimentam-se de suas carnes e da seiva que move as máquinas, sejam públicas ou privadas: o dinheiro.
O verme político subjetivo nem sempre é visto a olho nu, ou seja, não é um ser macroscópico. Muitas vezes, é um ser microscópico. Passa despercebido, disfarça bem as características dos gusanos até que põe suas unhas de fora, mas, eles não têm unhas, têm uma espécie de ventosas grudadas na fonte dos nutrientes, quando chegam ao ambiente miasmático do poder. Tornam-se visíveis, engordam para cima e para os lados, porém continuam vermes, bichinhos de fome insaciável e de difícil tratamento.
Claro que, antes de se tornar visível, dá para perceber o verme em formação. Eles têm o faro das conveniências, o discurso de ocasião, grandiloquente e meloso, a prática da esperteza e a disposição servil para as mil e umas utilidades do velho bombril. Tudo bem dosado para assegurar a conquista triunfante dos nacos do poder. E uma vez no poder, se lambuzam, descaradamente, na pilantragem e na corrupção. Esses são os vermes que sugam a população, dilapidam o patrimônio público e extinguem paulatinamente a educação, a saúde e tudo que possa comtribuir para o desenvolvimento e melhorar a vida da população.
O tratamento é difícil, a cura, impossível. Não há política sem grandes homens convivendo com homúnculos que atuam como os vermes da vida animal. A política é necessária, desde que não seja usada como meio de sobrevivência e profissão. Obrigatóriamente deve existir mudança em cada eleição, de quatro em quatro anos, tanto no poder executivo quanto no legislativo. Em uma democracia plena de pessoas civilizadas é inadimissível, que os mesmos poíticos e as mesmas famílas permanençam no poder usando a política como um bem ou um patrimônio hereditário.
De fato, não há como eliminar a verminose na política. Não há vacinas, nem vermífugos que erradiquem a doença. Mas é possível combater e reduzir a peste com a terapia que só pode ser oferecida por uma educação de qualidade, que possa ser erradicada principalmente em cada núcleo familiar, no ensino fundamental, médio e superior.

Por José Osorio Filho. Ouça. .
Da redação
Considerado um dos maiores espetáculos religiosos do país, a Paixão de Cristo de Floriano inicia os ensaios e trabalho no começo do ano, em janeiro. Por conta da grandiosidade do espetáculo, que acontece dias 10 e 11 de abril, no Teatro Cidade Cenográfica, às 20h, tudo precisa ser feito com antecedência e organização. O elenco, que conta com mais de 100 atores, inclui ainda Kadu Moliterno, Raphael Viana, Ana Cecília Costa e Miguel Rômulo.

"Esse ano tivemos algumas modificações em algumas cenas, que estão mais compactas, mais dinâmicas e mais rápidas. As mensagens estão mais claras, então estamos nos adaptando a esse processo", disse Alison Rocha, diretor da Paixão de Cristo. Ele conta que os ensaios são intensos, principalmente por conta do grande número de atores que integram o elenco principal e secundário.
O diretor explica ainda que "a leitura da Bíblia é uma leitura complexa, e esse ano a adaptação ficou de mais fácil entendimento com as mudanças feita pelo Crispim, responsável pelo texto".
Interpretando João Batista no espetáculo, Wemerson Carvalho está bastante envolvido com os ensaios. "Eles são extremamente importantes para o nosso desenvolver em cena e por causa deles conseguimos melhorar nosso desempenho em cena", explicou o ator, que ano passado interpretou o discípulo Bartolomeu. Segundo ele, a receptividade dos outros membros do grupo Escalet é importante para o resultado final. Apesar de ansioso, Wemerson está preparado para o desafio durante os dois dias de Paixão de Cristo.
Com entrada gratuita, o evento conta com patrocínio de vários e empresas, entre as quais, o Armazém Paraíba.
ASCOM Escalet
Mais informações:
www.paixaodecristopi.com.br
Há informações de que o corpo uma jovem, dessa que aparece na imagem, teria sido encontrado na comunidade São Felix, não se sabe se na zona rural de Floriano-PI ou Barão de Grajaú-MA.
Essa imagem circula nas redes sociais desde o meio dia de hoje .

O Piauí Noticias entrou com contato com as policiais Militar de Floriano e Barão, bem como com a PRF, mas essas corporações não tem dados a respeito.
O que se tem de informações, é do corpo que foi encontrado que seria de uma mulher, nessa terça nas imediações do Posto da PRF, em Floriano. O corpo encontrado nessa terça foi mandado para ser periciado em Teresina.
Aguarde mais informações
Da redação
IMAGEM: divulgação