O cantor pernambucano Geraldo Azevedo esteve se apresentando na noite desta segunda-feira, 14, no Teatro Maria Bonita, em Floriano.
Para delírio dos fâs, o artista natural de Petrolina apresentou músicas inéditas e canções que o transformaram em um dos intérpretes brasileiros mais conhecidos.
Sucessos como ‘Dia Branco’, ‘Táxi Lunar’ e ‘Dona da Minha Cabeça’, além de muitas outras músicas em parceria com Zé Ramalho, Alceu Valença e Elba Ramalho, deixaram o grande público muito satisfeito, mesmo em um show acústico, sem maiores requintes de produção.
A vinda de Geraldo Azevedo a Floriano fez parte de mais uma séria de shows pelo Projeto Seis e Meia, da Secretaria Estadual de Cultura.
O cantor ainda vai se apresentar em Teresina e Parnaíba nesta mesma turnê pelo Piaui.
Geraldo é um dos maiores artistas da Música Popular Brasileira, de forte expressão e contribuição para a música nordestina, unindo ritmos como frevo, forró, xote, maracatu e baião em suas canções.
Nas últimas semanas tenho sido questionado sobre uma candidatura ou não a reeleição. É tanta gente com uma preocupação sem fim com política, difusão de pesquisas suspeitas, oposição em fervor de loucura, discutindo nomes, nem tanto para gerir Floriano, mas para derrotar um tal de Joel, que a própria oposição diz que anda mal nas pesquisas, uma contradição atrás da outra. Junta-se a isso, uns dois nomes da imprensa sem ética e respeito e uns políticos que, a cada 4 anos, saem da hibernação, de suas tocas, para se tornarem os “salvadores da pátria”, e aqueles entregues ao “forasteirismo político”, que do nada, como um passe de mágica, aparecem de tantos lugares, como se fossem florianenses fieis e amáveis, um deles teve coragem de negar a importância de um asfalto que traz desenvolvimento, valorização urbana e mobilidade, ao ponto de afirmar que: “Joel tá trazendo é calor, Floriano tá cada vez mais quente com esse tanto de asfalto”.
Em 26 anos como político sem manchas, o que não consigo me acostumar, é com essa fome pelo poder apenas pelo trono, não pelo serviço. De minha parte repito ao meu povo: não é hora de falar em política. Meu foco é o trabalho, é a gestão. Tudo acontece no tempo certo, que é o tempo de Deus e do povo. Não somos candidatos nem escolhidos de nós mesmos. Se será Joel ou outro personagem, o nome da situação a seguir o caminho que construímos até aqui, isso se revelará no tempo oportuno. Se for a oposição a merecedora da continuidade, a sabedoria e a avaliação inteligente do eleitor, dará tal resposta. Os tempos são outros, gerir não é para todos, e quem tiver coragem, conhecimento, experiência, boa vontade, terá seu espaço no lugar reservado para ele. Assim seja!
Joel Rodrigues
O conteúdo foi enviado ao Piaui Noticias pelo gestor florianense, prefeito Joel Rodrigues há pouco.
A Igreja Matriz de São Pedro de Alcântara, em Floriano, esteve movimentada nesse domingo, 13, em mais um dia do Festejo de São Pedro de Alcantara, padroeiro da cidade.
O evento vem se realizando deste o dia 09 e estará se encerrando no dia 19, quando haverá muitas atividades.
Ontem houve a tradicional cavalgada dos vaqueiros que percorreu algumas das vias de bairros e centro da cidade.
Na Praça Sebastião Martins os animais, cavalos de várias raças e de inúmeras partes da cidade, foram amarrados nas diversas árvores que ficam em volta da Igreja.
Os vaqueiros estavam carregando a imagem do padroeiro. O Coral da Familia foi quem acompanhou a missa e estava responsável pelos cânticos.
Centenas de fiéis participam da primeira missa em homenagem à Santa Dulce dos Pobres, que começou às 5h (horário de Brasília) na Basílica Sant'Andrea della Valle, em Roma, que tem capacidade para mil pessoas sentadas. A missa está sendo celebrada em português por Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador, terra natal da santa. As cinco primeiras filas foram reservadas a autoridades como o vice-presidente Hamilton Mourão e os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli.
— Há muitos pedidos no coração de cada um — diz Krieger, que não conheceu Santa Dulce. — Ouvi relatos, como o de um menino de 15 anos que lhe pediu para não morrer abandonado na rua. Santa Dulce era assim. Ela não planejou fazer esta obra social, tudo foi acontecendo naturalmente.
Santa Dulce foi canonizada este domingo pelo Papa Francisco, diante de 50 mil pessoas, no Vaticano. O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), foi muito assediado na entrada da missa e falou sobre os possíveis reflexos da canonização na cidade:
— Não há dúvidas de que a canonização de Santa Dulce terá um impacto muito grande em uma cidade já marcada pela religiosidade. Vamos ter mais peregrinos e romeiros interessados (no turismo religioso). Meu avô ficaria muito emocionado neste momento, ele ajudou a Santa Dulce durante toda sua vida. Quis o destino que eu fosse perfeito neste momento e pude ajudar Maria Rita.
A sobrinha da nova santa, Maria Rita Lopes Pontes, recebeu os convidados da missa perto do altar. No início da cerimônia, ela entrou na igreja segurando uma cruz de madeira.
— Diria que este reconhecimento tem mais valor para sua obra do que para ela. Isso só teria importância para toa se houvesse uma multiplicação de suas obras sociais — descreve Maria Rita.
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Segundo Maria Rita, são esperadas 55 mil pessoas em uma missa em homenagem à santa na Fonte Nova, em Salvador, no próximo domingo.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, compareceu à missa nesta segunda-feira, mas não deu entrevista.
Devota de Santa Dulce, a cantora Margareth Menezes, que cantou um hino durante a canonização, voltará a se apresentar, assim como o saxofonista Waldonys.
Santa Dulce, que morreu em 1992, teve a terceira canonização mais rápida da História, atrás apenas de Madre Teresa de Calcutá (cujo processo durou 19 anos) e do Papa João Paulo II (nove anos).