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Esteve na redação do piauinoticias nessa segunda, 26, o Campeão Piauiense de Boxe, até 64 quilos o florianense de 27 anos, Rhaleyson Gilead. O jovem que tem uma carreira de pouco mais de um ano fez três lutas e venceu todas.

gileadCom uma altura de 1,66cm e pesando apenas 64 quilos, ele vem se preparando para novos desafios.


Gilead que é apelidado de Meia Quatro (64) disse que venceu duas lutas em Oeiras-PI e uma Teresina, essa última realizada este mês quando o mesmo ganhou de um oponente mais alto.


O comerciário vem treinando com o seu professor que é o sensei Nilo Carvalho, também campeão em lutas, e afirma que tem projetos para participar de uma competição que estará se realizando no meio do ano. O atleta visa o Campeonato Brasileiro de Boxe que estará ocorrendo no estado de São Paulo.


O homem que vive com apenas R$ 1.000,00 que é salário que ganha como frentista num posto de combustíveis local sustenta um filho especial com a ajuda da ex-mulher e ainda a mãe que também tem problemas de saúde.

 

“Estou tendo ajuda de Deus e do professor Nilo, pois nessa viagem a Teresina, ele foi comigo e bancou as despesas porque não tenho patrocínio, pois não sei pedir”, disse o lutador que está precisando de um par de luvas que custa cerca de 130,00 e ainda de um par de tênis que custa cerca de R$ 100,00. Claro, são objetos não profissionais.


No confronto de Teresina o floridamente lutou e se tornou campeão do PI com um tênis não apropriado e conta que durante a luta estava escorregando muito, contudo, conseguiu ganhar o confronto. Premiação em dinheiro não houve foi somente um troféu, afirma.

 

 

Da redação

flabotDe um lado, Réver, 33 anos, 1,92m, e Juan, 39 anos, 1,83m. Do outro, Igor Rabello, 22 anos, 1,90m, e Marcelo Benevenuto, também de 22 anos e 1,80m. É com esse antagonismo na zaga que Flamengo e Botafogo decidem a primeira vaga na final do Campeonato Carioca nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Maracanã. O Rubro-Negro, que joga pelo empate por ter sido campeão da Taça Guanabara, aposta na experiência de seus defensores, enquanto o Alvinegro dá um voto de confiança à velocidade de suas promessas.

 

Apesar da distância da idade e de tempo de clube (considerando só o período no profissional), a diferença de jogos das duas duplas é pequena. Os veteranos rubro-negros formaram a zaga em 30 oportunidades desde 2016, sendo 26 como titulares e nove clássicos. Enquanto isso, os jovens alvinegros atuaram juntos como zagueiros em 26 partidas do ano passado para cá, tendo começado desde o início em 21 delas e disputado oito clássicos. Mas, afinal, quem tem os melhores números? O GloboEsporte.com checou:

 

   Réver & Juan:

 

 Jogos: 30 (26 como titulares)

 Gols sofridos: 26

 Média: 0,86 gol por partida

 Aproveitamento: 55,5% (12 vitórias / 14 empates / 4 derrotas)

 - em clássicos: 55,5% (3 vitórias / 6 empates / 0 derrotas)

 - contra o Botafogo: 60% (2 vitórias / 3 empates / 0 derrotas)

 Marcelo Benevenuto & Igor Rabello

 Jogos: 26 (21 como titulares)

 Gols sofridos: 24

 Média: 0,91 gol por partida

 Aproveitamento: 47,3% (10 vitórias / 7 empates / 9 derrotas)

 - em clássicos: 29,1% (2 vitórias / 1 empate / 5 derrotas)

 - contra o Flamengo: 25% (1 vitória / 0 empates / 3 derrotas)

 Marcelo Benevenuto & Igor Rabello

 Jogos: 26 (21 como titulares)

 Gols sofridos: 24

 Média: 0,91 gol por partida

 Aproveitamento: 47,3% (10 vitórias / 7 empates / 9 derrotas)

 - em clássicos: 29,1% (2 vitórias / 1 empate / 5 derrotas)

  contra o Flamengo: 25% (1 vitória / 0 empates / 3 derrotas

 

E o antagonismo se refletirá até mesmo no banco dos rivais no Maracanã. Só que agora não em características, mas sim pelo momento de seus principais reservas. No Flamengo, Réver e Juan têm a sombra do também experiente Rhodolfo, de 31 anos, que é um dos mais regulares do elenco e vem sendo bastante utilizado por Carpegiani. Já no Botafogo, o ex-capitão e argentino Carli, também de 31 anos, foi barrado e vem perdendo espaço. Jogou só duas vezes em 2018 e, mesmo com clamor das arquibancadas, segue sem perspectivas de ser aproveitado.

 

GE

jornal7a1Os discursos dos jogadores e comissão técnica da Alemanha, deixando um pouco de lado a goleada na Copa de 2014 ao falar sobre o amistoso contra o Brasil desta terça-feira não é repetido por parte da imprensa do país. O caderno de esportes do jornal “Bild”, um dos principais diários germânicos botou o dedo na ferida em sua capa:

 

“Bem-vindo ao país do 7 a 1”, diz o título da publicação.

 

No texto, o jornal deixou claro que o jogo tem mais apelo para o Brasil: "Para nós, o clássico é apenas um último difícil teste antes da convocação do 15 de maio (lista final para Copa do Mundo). Para os brasileiros é tudo mais: As estrelas do técnico Tite querem esquecer a vergonha do 7 a 1 com uma vitória. Eles não conseguem apagar completamente a nossa histórica glória”, frisa um trecho do artigo.

 

O Metrô de Berlim também relembrou o 7 a 1, e estampou uma foto de duas linhas que cortam a cidade (u1 e u7):

 

- Só uma foto de Möckernbrücke que veio à mente hoje - diz o texto publicado na rede social do serviço de Metrô da capital alemã.

 

Brasil e Alemanha se enfrentam no estádio Olímpico de Berlim a partir das 15h45.

 

•Escalação do Brasil: Alisson, Daniel Alves, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro; Fernandinho, Paulinho, Willian e Coutinho; Gabriel Jesus;

 

•Desfalques brasileiros: Neymar (fratura no quinto metatarso do pé direito), Filipe Luís (fratura na fíbula da perna esquerda) e Alex Sandro (lesão muscular na coxa direita);

 

•Provável escalação da Alemanha: Leno (Trapp), Rüdiger, Boateng e Ginter; Kimmich, Gündogan, Khedira (Goretzka) e Plattenhardt; Stindl, Werner e Sané;

 

•Desfalques alemães: Neuer (em recuperação de cirurgia no pé esquerdo), Müller e Özil (poupados) e Emre Can (dores nas costas);

 

•Arbitragem: Jonas Eriksson (SUE), auxiliado por Mathias Klasenius e Daniel Wärnmark (ambos da Suécia);

 

GE

Foto: Alexandre Lozetti

selçJoaquim Löw não disputa apenas mais um jogo nesta terça-feira, em sua "casa". O técnico da Alemanha, de fato, comandará a seleção pela 160ª vez em doze anos e se aproxima de bater um recorde de longevidade na equipe.

 

Nesse período, renovou a seleção em pelo menos duas ocasiões e, seja qual for o resultado na Rússia, a percepção é de que cabe ao treinador decidir se, depois do Mundial, ele quer ou não continuar.

 

Enquanto Löw esteve no comando, o Brasil, por sua vez, passou por quatro técnicos diferentes. Para Tite, existem "culturas diferentes" entre Brasil e Alemanha quando se fala em trabalho de treinadores no futebol.

 

"Temos que respeitar as culturas. São culturas diferentes na paciência. É utopia pensar que eu possa chegar perto", disse o brasileiro.

 

De fato, quando Löw assumiu o time em 2006, ele já havia sido o auxiliar técnico desde 2004. Para a DFB, a Federação Alemã de Futebol, o treinador fazia parte de uma estratégia de longo prazo para tornar o futebol alemão no melhor do mundo. Dez anos depois, na Copa de 2014, isso foi obtido.

 

Mas a renovação não vai terminar. No jogo desta terça-feira, a federação alemã levará ao estádio de Berlim cem treinadores de times juvenis do país para que entendam a importância de um grande clássico.

 

Desde 2003, a federação já treinou 14 mil pessoas para que possam atuar como técnicos de times amadores. O treinamento, segundo a DFB, é grátis.

 

Agência Estado