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Eliminado da Liga dos Campeões, da Copa do Rei e sem chances reais de título no Campeonato Espanhol, o Real Madrid já não tinha desafios a oferecer a Vinicius Junior nos últimos três meses da temporada. Paradoxalmente, poderia ser um cenário interesante para o brasileiro continuar mostrando sua evolução no time, sem ter de carregar nas costas um grupo em visível declínio atrás de um troféu para salvar o ciclo.

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Mas veio a ruptura de ligamentos do tornozelo direito na humilhante goleada de 4 a 1 sofrida para o Ajax nesta terça, que custou a saída nas oitavas de final da Champions. É a lesão mais grave de Vinicius Junior, de 18 anos, há dois como jogador profissional. Embora o Real Madrid não revele prognóstico, o tempo de recuperação deve ser de dois meses, com base em casos semelhantes.

Convocado pela primeira vez para os amistosos da seleção brasileira contra Panamá e República Tcheca, Vinicius Junior será cortado pela CBF - o anúncio será feito após a entidade receber a informação oficial da lesão por parte do clube espanhol. Era a chance do camisa 28 do Real mostrar ao técnico Tite que pode estar na lista de convocados para a Copa América, em junho, no Brasil. A esperança, agora, é que o treinador aposte no jogador mesmo sem tê-lo visto em amistosos e ainda por cima voltando de uma lesão séria, sem muito tempo para recuperar ritmo. 

Mesmo que volte no tempo previsto, Vinicius Junior só teria mais três partidas até o fim do espanhol, contra Villarreal, Real Sociedad e Betis, todos em maio. Sem o seu principal jogador no momento, o Real fará pelo menos nove compromissos pelo Espanhol em março e abril.

O terço final da Liga será decisivo para um Real em crise. Sem títulos na temporada, o time agora precisa se segurar ao que resta: evitar a humilhação maior de ficar fora da fase de grupos da próxima Liga dos Campeões da Uefa. No momento, a situação não é desesperadora. São quatro vagas para os espanhóis, e a equipe está em terceiro, com 48 pontos, oito acima do Alavés, quinto colocado. Se tudo der muito errado, Vinicius Junior voltará com a missão ingrata de evitar o desastre.

 

GLOBOESPORTE

 

Os peladeiros da AABB, Clube de lazer dos servidores de uma agência bancária em Floriano, uniram o útil ao agradável nesse carnaval.

Os jogadores ainda no domingo, após uma partida de futebol, foram a uma determinada área do Clube e realizaram um churrasco.

Cerveja, muita carne e a Cachaça Vale do Riachão não faltaram para os peladeiros que estavam ouvindo músicas carnavalescas.

Houve até quem se ariscasse em pintar os colegas.

Durante o evento houve uma pausa e a maioria gravou mensagem de vídeo com declarações de amizade e de orações  pedindo pela recuperação do professor César Carnib que está internado, devido a um acidente de moto que sofreu na semana passada.

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Da redação

fabianoA Chapecoense segue quente no mercado para reforçar o elenco para a temporada de 2019. Em negociação com Rildo e André Luis, o clube também tenta a contratação de Fabiano, lateral direito do Palmeiras e velho conhecido da torcida verde e branca.

Natural de São João do Oeste, a 135 km de Chapecó, o lateral é formado nas categorias de base da Chapecoense. Foi na Arena Condá que o atleta, então zagueiro, se profissionalizou. Depois, rodou por Cruzeiro, Palmeiras e Internacional, já como lateral-direito. Agora, o Verdão catarinense busca recontratar o jogador de 27 anos.

Fabiano ficou fora da lista de inscritos do Palmeiras na Libertadores e do Paulista deste ano, por isso sua saída não está descartada. A concorrência com Marcos Rocha e Mayke também facilitam um acordo com outro clube, a exemplo do ano passado, quando foi emprestado ao Inter.


A negociação com o atleta é feita diretamente entre os clubes. O bom relacionamento do presidente Plinio David de Nes Filho, o Maninho, com a diretoria palestrina são fundamentais para que o acordo seja selado.

Atualmente, a Chape conta com Eduardo, Marcos Vinicius e Bryan para o setor. Caso concretize a contratação de Fabiano, ao menos um deles deve ser liberado pelo clube verde e branco para encontrar outro clube.

 

Globoesporte

Foto: Alan Pedro / Getty Images

libertNem bem acabaram as fases preliminares da Libertadores e a fase de grupos se anuncia para salpicar certa angústia em nossa epopeia carnavalesca – já a partir de terça que vem, em pleno recuo da bateria, começam os jogos (aqui a tabela completa). Os times que avançaram das etapas prévias são Atlético-MG, Melga, Libertad e Palestino, confirmando uma regra: nenhuma equipe que disputa a competição desde as primeiras eliminatórias consegue chegar na fase dos grupos.

Dois times que se esperava ver na fase de grupos acabaram sua jornada no meio do caminho. Após passar com insuspeita autoridade pelo São Paulo, o Talleres, de Dayro Moreno e Guiñazú, esteve em vantagem no placar na maior parte do confronto a até arrastou uma multidão de fanáticos para Santiago, mas sucumbiu ao brioso Palestino, uma equipe de jogo duro e objetivo que comemora a participação na fase de grupos como um título. Com a chegada do técnico Ivo Basay, ex-atacante de larga trajetória no Colo-Colo nos anos 1990, Los árabes não apenas se livraram da ameaça de rebaixamento como conquistaram a Copa Chile, em novembro.


Já o Atletico Nacional, treinado por Paulo Autuori, venceu por 1 a 0 e perdeu um caminhão de gols diante do Libertad, o que não o impediu de amargar sua eliminação mais precoce em 21 participações da Libertadores, ao ser derrotado pelo Libertad nas penalidades. A cruel ironia para os verdolagas é que o técnico dos paraguaios é ninguém menos que Leonel Álvarez, que bateu o pênalti que deu ao Atletico Nacional seu primeiro título de Libertadores, em 1989.

Se a Libertadores perde, digamos, em grife, ganha na fase de grupos dois times extremamente competitivos, que devem deixar a dupla Gre-Nal de olho aberto – o Palestino entra na chave do Inter, junto de River Plate e Alianza Lima, enquanto o Libertad passa a acompanhar Grêmio, Rosario Central e Universidad Católica.


Alguns grupos que trazem camisas pesadas talvez não se mostrem tão carnívoros assim, devido à má fase que vivem alguns grandes argentinos. O próprio Central vive um momento nebuloso – demitiu Edgardo Bauza, foi eliminado da Copa Argentina pelo glorioso Sol de Mayo, da terceira divisão, e cogita até usar time misto na estreia diante do Grêmio, já que sua situação no promedio do descenso não é das mais amistosas. O San Lorenzo, que divide o grupo com Palmeiras, Junior e Melgar, ainda não venceu este ano pela Superliga Argentina, mas provavelmente tem trocado muitos passes com seu próprio goleiro, já que é treinado por Jorge Almirón, vice-campeão da Libertadores pelo Lanús, em 2017.

Se não há um “grupo da morte” indiscutível, todos reservam certa dose de PELIGRO e algumas chaves inclusive têm forte potencial para se tornar carne de pescoço. No grupo D, o Flamengo deve ter imensas dificuldades fora de casa, pois enfrenta LDU e Peñarol, sempre difíceis em seus domínios, e acaricia o garrão de Deus contra o San José, na Bolívia. O grupo E, no qual o Zamora deve ser sparring, provavelmente guarda uma disputa acirrada entre Galo, Nacional e Cerro Porteño. Por fim, Athletico-PR e Boca Juniors são os favoritos para avançarem no grupo G, mas Tolima e Jorge Wilstermann estão bem longe de serem adversários dóceis e convidativos. Na verdade, entre os brasileiros, apenas o Cruzeiro parece ter um caminho relativamente fácil, pois é franco favorito a liderar a chave que divide com Lara, Emelec e Huracán.

Todos os grupos contam com pelo menos um campeão da Libertadores. A chave do Flamengo é a que conta com maior peso de taças – são sete, sendo cinco do Peñarol, uma da LDU e outra dos próprios rubro-negros. Também não teremos nenhum país repetido dentro dos grupos, o que só havia acontecido em 2014 (até porque durante muito tempo havia a obrigação de que times com a mesma nacionalidade dividissem a chave), o que promove uma salutar representatividade. No começo da próxima semana, enquanto o país entrega-se à febre de Momo, nas canchas do continente vão soar também outros ritmos. Cúmbia, salsa, candombe. Além, é claro, da onipresente dança do sarrafo, a música universal da Libertadores.

 

GE

Foto: Twittter/Libertad