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flagremNesta quinta-feira, Flamengo e Palmeiras tem um duelo marcado no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Os encontros entre os cariocas e paulistas ganharam um tempero especial nos últimos anos, devido às disputas por títulos e às provocações, que já são marca registrada deste clássico.

Embora seja um duelo de muitos anos, desde 2016 a rivalidade entre os rubro-negros e alviverdes aumentou muito. Naquele ano, o Fla era líder do Campeonato Brasileiro, quando surgiu a brincadeira do cheirinho. Com o título ficando com o Verdão, a zoeira começou a se intensificar.


Em 2018, nova vitória palmeirense. As duas equipes disputaram novamente o título do Brasileirão, que outra vez ficou nas mãos do Palmeiras. Desta vez, o Alviverde foi campeão no Rio de Janeiro, quando enfrentou o Vasco. Na volta à capital paulista, os atletas não perderam a chance de zoar o Flamengo, passando na frente de uma loja oficial do clube fazendo dancinhas.

O troco dos cariocas veio em 2019, quando o time comandado por Jorge Jesus ganhou praticamente todas as competições que disputou. O time histórico do Mengão conquistou não apenas o Brasileiro, como também a Libertadores. Em uma das comemorações, Gabigol puxou o coro dizendo que "o Palmeiras não tem Mundial".
O duelo da temporada 2020 chega numa situação diferente. Se no ano anterior o Flamengo conquistou tudo, hoje se encontra em outra situação. A equipe treinada por Rogério Ceni se afastou da liderança do Brasileiro, único campeonato que disputa.

Já o Palmeiras, além de ainda estar vivo no torneio nacional, é finalista da Libertadores e da Copa do Brasil, podendo ainda conquistar os três títulos. Mesmo assim, o jogo contra o Flamengo é um duelo a parte. E apesar de não haver torcida nas arquibancadas, os jogadores também têm entrado no clima deste clássico.

 

gazetaesportiva

vascbragaMudança de esquema, escalação diferente, time apático, equívocos individuais, apostas em jogadores que não vinham sendo relacionados e reclamação da arbitragem. Uma coleção de erros marcou a noite de quarta-feira do Vasco, que, com a acachapante derrota de 4 a 1 para o Bragantino, viu o risco de rebaixamento aumentar na reta final do Brasileirão.


Sem Henrique e Bruno Gomes, suspensos, Vanderlei Luxemburgo mudou peças e a forma de o time atuar. Sacou Pikachu e, ao dar chance a Caio Lopes, trocou o esquema com três atacantes por um com o meio mais povoado - Andrey e Neto Borges foram os substitutos da dupla de ausentes. Não deu certo.


O Vasco foi presa fácil. Levou o primeiro gol aos 14 minutos, Fernando Miguel evitou o segundo aos 22 e, sete mais tarde, a estratégia ruiu. Luxa teve o mérito de não demorar a agir, mas pouco adiantou: trocou Juninho por Pikachu, e o time continuou dominado. Marcava mal, não combatia e tampouco ameaçava o gol adversário.

Até o intervalo, além do 1 a 0, o Bragantino finalizou dez vezes e teve 61% de posse de bola. Claudinho e Arthur confundiram a marcação com intensa movimentação e troca de passes. O Vasco sempre corria atrás da bola.

Luxa, então, mudou de novo. Assim como no terceiro jogo neste retorno a São Januário abriu mão da forma de atuar, mexeu em um jogador que tem convicção desde 2019. Talles, pela segunda vez, foi substituído no vestiário - a primeira ocorreu na derrota para o Coritiba, uma rodada depois da boa atuação diante do Botafogo, a qual parecia indicar a volta da boa fase. O treinador, na coletiva pós-jogo, disse que a promessa precisa retomar a motivação e a vontade. Caio Lopes, a novidade na escalação, também não voltou para o segundo tempo.

As escolhas do técnico foram por dois jogadores que não entraram nas duas últimas rodadas. Com Carlinhos e Vinícius, o Vasco levou o 2 a 0, mas melhorou. Diminuiu com Pec, que aproveitou falha de Cleiton e ensaiou uma pressão, que acabou de existir com o terceiro gol. Aqui houve reclamação da direção por uma suposta falta em Andrey no começo do lance, o que contrasta com a baixa produção do time.

Com o 3 a 1 adverso, o Vasco perdeu as poucas forças que tinha. Os erros de Andrey na saída de bola ficaram evidentes, a falta de força física e de articulação ofensiva de Leo Gil saltaram aos olhos e Cano morreu de fome na frente.

Com a goleada, o Vasco estacionou nos 32 pontos e está em 16º lugar. Pode entrar no Z-4 caso o Fortaleza, que é o 17º e tem a mesma pontuação, não perca para o Santos. No sábado, recebe o Atlético-MG e, conforme anuncio de Luxa, terá Benítez como titular. Mas será preciso mais para melhorar, somar pontos e evitar aumentar ainda mais o risco de queda.

 

GE

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

A 30ª rodada do Campeonato Brasileiro será encerrada nesta quinta-feira com quatro jogos. Destaque para os finalistas da Libertadores que terão que "mudar a chave", além do atual campeão nacional que quer seguir na briga pelo título.


REEDIÇÃO DA "FINAL"!
O Flamengo, aliás, reeditará a "final" do Brasileirão do ano passado contra o Palmeiras. Por causa da decisão da Libertadores no Maracanã, o Mengo será obrigado a mandar o jogo no Mané Garrincha, em Brasília, às 19 horas.
O time do técnico Rogério Ceni vem de vitória, por 3 a 0, sobre o Goiás e soma 52 pontos, um a mais do que o Palmeiras, finalista da Liberta e animado pelos 4 a 0 sobre o rival Corinthians. O Verdão não perde há quatro rodadas.

FOCADO?
Um pouco abaixo está o Santos com 45 pontos, após duas vitórias seguidas, sendo a última sobre o Botafogo (2 a 1). O Peixe também deixa a Libertadores de lado para focar no Brasileirão. O desafio será contra o ameaçado Fortaleza, às 19 horas, no Castelão. Derrotado pelo Internacional, por 4 a 2, e sem vencer há oito jogos, o Tricolor soma 32 pontos.


Em São Paulo, às 21 horas, o Corinthians tentará se recuperar para seguir na briga pelo G6. O Timão, que nunca perdeu em seu estádio para o Sport, acumula 42 pontos. O Sport, enquanto isso, tem 32 pontos, e vem de duas derrotas consecutivas após apanhar do Fluminense por 1 a 0.

ALERTA LIGADO!
Em Goiânia, às 19 horas, o Goiás quer se levantar após duas derrotas seguidas. Na zona de rebaixamento com 26 pontos, o Esmeraldino receberá o Ceará. O Vozão perdeu do Red Bull Bragantino e parou nos 39 pontos.

 

futebolinterior

interspA goleada sofrida por 5 a 1 para o Internacional vai deixar duras marcas na história do São Paulo. Isso porque a derrota é a pior da história do Tricolor no Brasileirão e também na história do Morumbi.


A última vez que o São Paulo tinha sofrido cinco gols no Morumbi havia sido em 2000, quando o Tricolor perdeu por 5 a 2 para o Flamengo, depois de abrir uma vantagem de 2 a 0, segundo o historiador Alexandre Giesbrecht.


Na história do Brasileirão, esta foi a 12ª vez que o São Paulo sofreu cinco gols ou mais na mesma partida. O maior revés sofrido foi um 7 a 2 para a Portuguesa, em 1998.

Das doze goleadas sofridas, somente duas aconteceram no estádio do São Paulo. Em 1969, o Atlético Mineiro goleou por 5 a 2, mas a derrota sofrida para o Internacional por 5 a 1 quebrou o recorde doloroso.

 

 

Lançe