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joaobatista19112012Na Copa Internacional Cidade de Fortaleza, o judô piauiense conquistou 43 medalhas na competição realizada na capital cearense no fim de semana. Nomes de destaque do judô local, como João Batista Romeiro (foto), (-73kg) e Antônio Fabrício Alves (-60kg), participaram do torneio e subiram no lugar mais alto do pódio em suas categorias.

 

Ao todo, os cerca de 80 judocas piauienses que participaram da Copa Internacional Cidade de Fortaleza conquistaram 12 medalhas de ouro, 9 medalhas de prata e 22 medalhas de bronze na competição que reuniu aproximadamente 800 atletas de Brasil, Estados Unidos, Cuba, Itália e Estônia.

 

A delegação piauiense viajou em três ônibus para a capital cearense. Com o objetivo de testar novos valores, a Federação Piauiense de Judô apostou em levar jovens atletas provindos, em sua maioria, de projetos sociais. O time piauiense foi chefiado por Dannys Queiroz e contou com a participação dos treinadores Expedito Falcão, Miguel Mendes e Aristófanes Sousa.

 

A competição foi dividida em oito categorias: festival, sub-13, sub-15, sub-17, sub-20, sênior, master e absoluto, e contou com representante de oito centros de treinamentos de judô do Piauí.

 

Veja o desempenho dos centros de treinamentos de judô piauienses no quadro de medalhas:

 

Associação Judô Queiroz (4 ouros; 2 pratas; e 2 bronzes)

Associação de Judô Expedito Falcão (3 ouros; 1 prata; 2 bronzes)

Fábrica de Campeões (2 ouros; 3 pratas; 6 bronzes)

Projeto Judô Shalon (2 ouros; 2 bronzes)

Judô Amarante (1 ouro; 4 bronzes)

Nintai Academia (1 prata; 3 bronzes)

Espaço Corpo e Mente (1 prata; 1 bronze)

Dojô Professor Abdias Queiroz (1 prata; 2 bronzes)

 

 

portaldaclube

palmeiras19112012Uma década perdida. Entre 2002 e 2012, o torcedor do Palmeiras sofreu com administrações ruins e alguns poucos bons times que não deram frutos dentro de campo, comemorou apenas três títulos e termina o período chorando o segundo rebaixamento da história do clube.

 

Nestes dez anos, pouco se aprendeu, muito se errou – principalmente naquilo que era responsabilidade da diretoria. Nem o título da Copa do Brasil apaga o período de estagnação pelo qual vive o Verdão. Enquanto isso, os rivais ficam cada vez mais fortes.

 

No placar de títulos, o clube mais vitorioso do século passado perde para Corinthians, Santos e São Paulo. Apenas duas conquistas relevantes: o Campeonato Paulista em 2008 e a Copa do Brasil nesta temporada, título que o Palmeiras nem teve tempo de comemorar. A Série B de 2003 também é uma conquista, mas que o torcedor alviverde gostaria de esquecer. Agora, porém, o time vai buscar o bicampeonato para se reerguer mais uma vez.

 

Dois números ajudam a entender a década de escassez palmeirense: dois títulos de elite e 21 trocas de técnico em dez temporadas mostram que a direção nunca teve tanta convicção em relação a um nome que poderia levar o clube de volta às glórias. Quando manteve Luiz Felipe Scolari por dois anos, o resultado veio com a Copa do Brasil. Mas foi pouco para um técnico campeão do mundo com a seleção brasileira.

 

Em 2002, a sensação era de que a degola serviria para arrumar a casa, talvez até acabar com a hegemonia do ex-presidente Mustafá Contursi no poder. Ledo engano. Com a desculpa de “consertar o que havia feito”, Mustafá continuou no comando por mais dois anos, viu uma safra de garotos levantar o time na Série B, mas logo se desfez da turma e fez o Palmeiras sofrer com jogadores que, em outros momentos, jamais vestiriam a camisa alviverde.

 

Desde aquela safra de Vagner Love, Diego Souza e Edmílson, o Palmeiras praticamente não revelou jovens valores. A esperança surge com João Denoni, Patrick Vieira, Bruno Dybal, entre outros. É a esperança de dias melhores, de um clube autossustentável e que utiliza bem os diamantes produzidos em casa. Antes de se consolidar, muita coisa precisa mudar. Em dez anos, diferentes erros fizeram o clube parar no tempo.

 

 

globoesporte

coceiçao19112012Na disputa da Maratona de Curitiba realizada nesse domingo, 18, a piauiense Conceição de Maria Oliveira ficou em terceiro lugar. Ela obteve uma marca de 2h49min42s e ficou atrás apenas da também brasileira Marily dos Santos, com o tempo de 2h48min08s, e da queniana Thabita Kibet que liderou desde a largada e conquistou a vitória com o tempo de 2h42min06s.

 

Na categoria masculino, o queniano David Kiprotich Bowen sagrou-se campeão ao fechar a prova com 2h19min38s. O atleta venceu uma disputa acirrada com os brasileiros Giomar Pereira, segundo colocado com 2h20min27s, e Elson Gracioli, que terminou a prova com o tempo de 2h21min47s.

 

“Fiquei muito contente com o meu desempenho e dos meus companheiros de equipe, que também ficaram entre os dez primeiros. O clima ajudou bastante nesta manhã e contribuiu para que conseguíssemos conquistar esse excelente resultado em uma das provas mais difíceis do país, que leva os corredores ao seu limite”, disse Giomar Pereira.

 

Cinco mil atletas participaram da Maratona Caixa de Curitiba, que é considerada uma das corridas mais desafiadoras de todo o país. Com um percurso de 42,195 mil metros, os corredores tiveram que percorrer 64 ruas de 29 bairros da cidade, com diversos trechos de subidas e descidas que exigem grande condição física dos atletas.

 

A prova contou com o medalhista olímpico Edson Luciano Ribeiro como padrinho e distribuiu R$ 61.780 em prêmio. Os valores da Maratona foram de R$ 13 mil para o vencedor, uma das maiores premiações do país, até R$ 250 para o 10º na classificação geral da corrida. Também foram distribuídos prêmios para os melhores atletas curitibanos, divididos por categoria, no valor de R$ 250,00.

 

 

VENCEDORES

Maratona – masculino

1 – David Kiprotich Bowen – 2h19min38s

2 – Giomar Pereira – 2h20min27s

3 – Elson Alex Gracioli – 2h21min47s

4 – Gustavo Caurio – 2h22min02s

5 – Barnabas Kiplagat – 2h24min12s

 

Maratona – feminino

1 – Thabita Kibet – 2h42min06s

2 – Marily dos Santos – 2h48min08s

3 – Conceição de Maria – 2h49min42s (piauiense)

4 – Roselaine de Sousa – 2h55min52s

5 – Clarice da Luz – 2h59min36s

 

Com informções da prefeitura de Curitiba

 

Foi realizado no sábado, 17,  a 6ª edição da Corrida Pedro Tomaz. A competição contou com cerca de 50 competidores sendo os mesmos das cidades de Canto do Buriti-PI, Colônia do Gurguéia-PI, Floriano-PI, Altos, Teresina-PI, Barão de Grajaú-MA, São João dos Patos-MA, Fortaleze-CE, Maracanaú-CE  e Remanso-BA.

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A competição teve um investimento de cerca de R$ 6.000,00 sendo que deste valor a metade foi em premiação. “Foi uma corrido muito boa e a cada ano estamos ganhando crédito e aumentando o número de participantes”, foi o que colocou um dos coordenadores da Corrida Pedro Tomaz o professor de educação física Ângelo Saraiva.

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Todo o percurso iniciado na cidade de Jerumenha, há cerca de 60km  de Floriano, foi acompanhado pela organização do evento que solicitou apoio da Polícia Rodoviária Federal, mas essa não apareceu, Isso  de acordo com o professor Ângelo Saraiva.

 

Veja a classificação final:


Elite:
1º Lugar – Kleisson Pereira -Teresina
2º Lugar – Lindomar - Fortaleza
3º Lugar – Leorne Rego – Fortaleza
4º Lugar – Neurifran Ferro - Floriano
5º Adelmar – Floriano                                                                            Os atletas antes da largada em Jerumenha-PI

 

Master A (35 a 44 anos)
1º Jose Carlos – Altos
2º Jorge da Silva – Floriano
3º José Maria – Floriano

 

Master B ( mais de 45 anos)
1º Walfredo – Remanso-BA
2º José das Neves – Teresina – PI
3º Kako – Floriano

 

Junior
1º Mikael – Fortaleza-CE

 

Freepower
1º Lugar – Leandro Augusto – São João dos Patos


Paratleta
1º Lugar - Luiz Alves – Floriano


Feminino
1º Lugar – Lidiane -Teresina
2º Lugar – Maria do Carmo -Teresina
3º Lugar – Antonia Luiza - Barão de Grajaú-MA
4º Lugar – Mariza - Floriano

 

Da redação

Imagens: organização do evento