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Faltando exatamente 30 dias para a estréia no Paulistão Chevrolet 2013, o técnico Dado Cavalcanti garante que o elenco do Mogi Mirim está praticamente montado. “Faltam uma ou duas peças, mas isto já está sendo providenciado”, revela o treinador do Sapo.

 

Nesta semana os jogadores iniciaram uma nova etapa nos treinamentos que é chamada por Dado como sendo a “fase da parte tática”, edsonpiauioestesponde acontecerão os treinos táticos, visando dar um padrão de jogo ao time para a estréia.

 

Nesta nova etapa dos trabalhos estão inseridos os jogos-treinos, sendo que o primeiro acontece neste sábado, às 15 horas, no CT Rivaldo Ferreira, contra a Inter, de Limeira. “Vamos colocar em prática aquilo que planejamos para a equipe nesta pré-temporada”, argumenta o comandante do Sapo.

 

Dado acredita que o time poderá fazer uma campanha igual ou melhor que a deste ano,m as ressalta que “às vezes, na prática, a teoria não se confirma”, frisando que “no futebol, é necessário que o time tenha encaixe e que os jogadores assimilem bem o que está sendo planejado pela comissão técnica”.

 

 

A equipe se reapresenta nessa quarta-feira, 26, à comissão técnica e entre os jogadores está o florianense Edson Piauí (foto) que há poucos dias viajou de Floriano-PI, terra natal, para a sede do clube paulista. O piauiense fechou o ano de 2012, sendo campeão pelo Oeste, time também do interior de São Paulo. No município florianense o Piauí esteve alguns dias com os familias e amigos.

 

 

Com informações do Mogi Mirim

 

robinho2612Robinho não será mais o presente de fim de ano para a torcida do Flamengo. Após a primeira reunião com Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, da Itália, e que está no Brasil para negociar tanto o ex-santista como Alexandre Pato, o Rubro-Negro se assustou com os altos valores apresentados para a negociação.

 

Na noite dessa terça-feira, 25, a nova diretoria do clube, que vai tomar posse nesta quinta, divulgou um comunicado para a imprensa oficializando sua desistência de repatriar o jogador.

 

O interesse do Fla por Robinho começou com uma viagem do empresário Eduardo Uram à Itália para tratar do negócio. Para amigos, o atacante demonstrou sua vontade de defender o time carioca, e o agente Fifa teve em Milão o primeiro contato com os representantes do clube italiano.

Desde então, o Rubro-Negro vinha agindo em silêncio, mas a chegada de Galliani ao Brasil e a primeira reunião com a nova diretoria, na segunda-feira, havia criado um clima de otimismo na Gávea. Porém, o Flamengo optou por não entrar em leilão pelo craque.

 

 

Com a desistência do Fla, o futuro de Robinho deve ser a cidade de São Paulo. Na tarde de terça, Galliani falou com jornalistas em frente a seu apartamento no Rio de Janeiro e revelou que antes do fim do ano poderia ter "alguma coisa" com algum clube paulista, sem ser o Santos, único time além do Rubro-Negro que manifestou interesse pelo jogador.

 

Confira a íntegra do comunicado:

 

Tendo em vista as notícias publicadas a respeito de um possível interesse da nova diretoria do Clube de Regatas do Flamengo em contratar o jogador Robinho, informamos:

 

1) No ultimo dia 24 o futuro VP de futebol Wallim Vasconcellos juntamente com o futuro VP de relações externas Flávio Godinho se reuniu com o senhor Adriano Galliani, representante do Milan, com objetivo de buscar informações sobre as condições desejadas pelo clube para possibilitar a transferencia do jogador.

 

2) Em virtude do valor solicitado para realização do negocio, achamos por bem, neste momento, não seguir adiante nas negociações para contratação do jogador.

 

3) Continuamos trabalhando fortemente para reforçar o elenco do futebol. Assim que tivermos notícias mais concretas, informaremos para toda a nação rubro-negra.

 

G1

Os constantes atrasos de salários estão sendo um entrave para o Vasco na hora de manter a base e de buscar reforços. Como se não bastasse a forma polêmica com que Felipe foi afastado, o critério adotado pela cúpula para sanar as dívidas com os atletas é, no mínimo, controverso.

 

Na sexta-feira, a diretoria acertou o pagamento de salários, mas apenas 13 atletas foram contemplados. O clube beneficiou aqueles com os quais poderia lucrar em caso de transferência ou sofrer um prejuízo em caso de ação na Justiça.

 

Já fora do Vasco, Fernando Prass e Alecsandro não receberam, embora o clube ainda lhes deva. Jogadores como Fellipe Bastos, Eder Luis e Dedé, além dos recém-promovidos dos juniores, receberam mais uma parte, em detrimento de outros. A atitude divide o grupo e foi motivo da insatisfação de Felipe, afastado por reclamar dos atrasos e de que não poderia ser cobrado.

 

Tentando se justificar, o diretor executivo René Simões explicou que o Vasco distribuiu o dinheiro recebido para escapar dos bloqueios determinados pela Justiça e luta contra a asfixia financeira.

 

“Quando bate dinheiro no Vasco, temos que passar aos atletas. No dia do pagamento, tive que optar por alguns. Paguei primeiro os que dariam mais problemas. Depois paguei quase todos os garotos. Isso pode dividir o grupo, mas a disparidade entre os salários também”, frisou à Rádio Globo. “Estão matando o clube com tantos bloqueios”.

 

Mais duas novidades

 

Em troca da liberação do volante Nilton, o Cruzeiro deve ceder ao Vasco o volante Sandro Silva e o meia Pedro Ken. Os nomes serão avaliados por Ricardo Gomes.

 

IG

cesarino2412A Confederação Brasileira de Futebol (CBF tem um esquema organizado para acabar com a oposição entre as 27 federações estaduais que cuidam do futebol pelo país. Apelidado de mensalinho pelo jornal O Estado de S. Paulo, o movimento consiste no pagamento de uma mesada que poucas vezes é discriminada nos balanços de cada um.

 

Segundo o diário, a prática começou com o valor de R$ 8 mil ainda sob a gestão do ex-presidente, Ricardo Teixeira. Hoje, o montante está em R$ 50 mil e aparece discriminado apenas nos balanços de Sergipe, Maranhão, Paraná, Piauí, Espírito Santo, Ceará e Amazonas.

 

Justamente entre eles, o repasse representa em média 23% do total de receitas. Em algumas, no entanto, a ajuda é maior. Os paranaenses, por exemplo, foram os que mais ganharam. Eles receberam R$ 1,2 milhão, sendo que o caixa total da entidade na temporada foi de R$ 4,6 milhões.

 

No início da distribuição de verbas, a CBF obrigava que a entidade que recebia a ajuda preenchesse um caderno de encargos para justificar o uso do dinheiro. Depois de um tempo, no entanto, a prestação de contas não passou mais a ser obrigatória. Um exemplo de como a ajuda financeira tranquiliza os bastidores da CBF foi na escolha do substituto de Ricardo Teixeira.

 

Os chamados de rebeldes, das federações de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul e Distrito Federal queriam uma nova eleição desde que os boatos de que Teixeira sairia foram espalhados. Antes de abandonar, no entanto, Teixeira garantiu uma distribuição de R$ 100 mil para cada um e chamou a prática de "participação nos lucros". Foi isso que garantiu a tranquilidade na hora de Marin assumir apenas como o vice-presidente mais velho, sem a necessidade de pleito.

 

Diário do Povo