A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (Fapepi) realizou um feito inédito para os pesquisadores piauienses: a liberação, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), de R$ 800 mil para projetos de ponta realizados no Estado, dentro do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex).

 

Foram aceitos quatro projetos para o Pronex, que busca apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, a partir da seleção de propostas para apoio financeiro a projetos. Ao todo, 11 propostas foram apresentadas das quais seis foram ranqueadas e quatro dessas selecionadas em áreas como planejamento urbano, solos, zootecnia e farmacologia.

 

“Esse programa é uma forma de valorizar e estimular nossos pesquisadores que já possuem núcleos de pesquisas consolidados. Com incentivos como esse, fortalecemos a disseminação de conhecimento e ainda reforçamos as graduações, mestrados e doutorados envolvidos nos projetos selecionados. Desses R$ 800 mil, R$ 200 mil são oriundos do Tesouro Estadual e o restante do CNPq. É o maior edital de incentivo à pesquisa que o Piauí já teve”, enfatiza Francisca Lúcia de Lima, presidente em exercício da Fapepi.

 

O professor doutor Rivelilson Mendes, da Universidade Federal do Piauí, foi um dos contemplados com o Pronex e receberá R$ 200 mil de incentivo às pesquisas na área de farmacologia realizadas pelo seu núcleo, que abrange quatro estudantes de graduação, quatro de mestrado e cinco doutorandos. “O valor desse recurso nos permite ampliar nossas pesquisas, adquirir novos equipamentos e formar mais recursos humanos na área de farmacologia, investigando a utilização de plantas aromáticas do Nordeste no tratamento de doenças como a depressão e a epilepsia”, destaca o pesquisador.

 

Os recursos serão repassados em duas parcelas, a primeira de R$ 88 mil e após 12 meses, a segunda de R$ 112 mil. A duração de cada projeto é de quatro anos. “Esperamos que esses recursos contribuam para o desenvolvimento da Ciência, para a formação de novos pesquisadores e o acesso a novas tecnologias, além de fixar novos doutores no Piauí e garantir sua permanência”, pontua Francisca Lúcia.

 

Outros editais incentivam à pesquisa

Além do Pronex, a Fapepi conta com outros editais de incentivo a pesquisas de qualidade, como o Programa Primeiros Passos (PPP), que contempla 41 pesquisadores da UFPI e da Uespi de vários campi do Estado e conta com recursos na ordem de R$ 100 mil

.

Para os professores da Universidade Estadual do Piauí que estão cursando pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado, a Fapepi concede bolsas no valor de R$ 1.200 para mestrandos e de R$ 1.800 para doutorandos. Anualmente, é investido pelo Governo do Estado o valor R$ 640 mil nos 30 professores contemplados. Outra forma de estimular a pesquisa é através dos incentivos concedidos aos pesquisadores para participação em eventos e reuniões científicas no Brasil e no exterior.

 

 

governodoestado

 

Os Acadêmicos do curso de Artes Visuais da Universidade Federal do Piauí (UFPI), juntamente com a professora Iêda Maria Sales, organizam a I Expoarte da UFPI, intitulada “A mão e o olhar do artista”. O evento será no sábado,  dia 18 das  8:00h as 12:00h. Na expoartefloocasião serão expostos  peças e trabalhos realizados utilizando os materiais e métodos aprendidos na disciplina, Análise e Expressão de Técnicas e Materiais Expressivos.

 


A disciplina faz parte do currículo do curso e por essa razão, propõe analisar e exercitar as técnicas e materiais ao plano bi tridimensional, bem como orientar a leitura formal de imagens, no sentido de aguçar esteticamente os cursistas.

 


De acordo com informações de alunos participantes do projeto foi convidado para fazer parte da exposição o artesão Gilson Nonato da Silva, conhecido na cidade e região. O mesmo trabalha com o reaproveitamento de recursos naturais, exemplo, tocos de madeiras, sementes de árvores mortas e pedras, transformando-os em verdadeiras obra de arte.

 


Já participou de seis exposições, inclusive em Teresina na VI Feira Piauiense de Produtos de Reforma Agrária e Comunidades Quilombolas (FERAPI 2009), já ministrou oficinas e projetos como “Tabuarte” e “Arte e Vida”. Suas peças são únicas, sendo que algumas estão em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e até na Alemanha.

 


Gilson é associado da Podarte e tem algumas peças expostas na loja Cabeça de Cuia. O artesão exibirá no evento algumas de suas várias obras.

 

Da redação

O MEC (Ministério da Educação) vai elaborar um estudo para avaliar a situação dos profissionais egressos das instituições federais, que se formaram nas primeiras turmas da expansão universitária promovida pelo governo federal. O secretário de Educação Superior, Amaro Lins, disse que não acredita que esses primeiros formados serão prejudicados pela falta de estrutura que enfrentaram ao longo do curso.

 

— Não são profissionais que precisam de recall.

 

Lins reconhece que as primeiras turmas enfrentaram maior dificuldade, mas defende o Reuni como um dos projetos "de maior sucesso da história da educação do País". Desde 2006, foram investidos mais de R$ 9 bilhões no programa. Quatorze novas universidades foram criadas, 126 câmpus construídos e 1.128 novos cursos abertos.

 

Lins afirma que, ao longo da história, "os pioneiros tiveram reconhecimento pelo que fizeram e enfrentaram dificuldades maiores por estarem inaugurando um processo". A mesma coisa, afirma, ocorreu com a expansão das universidade: alguns enfrentaram maiores dificuldades.

 

— Mas mesmo que tenhamos tido dificuldade com infraestrutura, a qualidade oferecida nos novos campi, por conta da tradição das universidades federais, é muito acima da média do que é oferecido no País.

 

Lins acredita que a estratégia do Reuni - expandir, mesmo antes de a infraestrutura estar pronta - foi acertada.

 

— Sete anos atrás a universidade brasileira estava completamente desprovida de infraestrutura. A verba de custeio não dava para pagar conta de energia. Não tinha pessoal, o quadro estava defasado. Hoje estaríamos pagando um preço alto se esses jovens não tivessem tido acesso à universidade.

 

 

Agência Estado

 

 

A Escola do Legislativo Professor Wilson Brandão, visando à qualificação de servidores da ALEPI, dependentes e da comunidade, abre inscrições para o curso de extensão em Língua Estrangeira Inglês.

 

 

O curso é dividido em seis períodos de 45 horas aulas e os interessados podem ingressar em qualquer um dos módulos, desde que seja feito o teste de nivelamento, que deverá ser previamente agendado.

 

Com início previsto para o dia 27 de agosto, as aulas serão ministradas duas vezes por semana. A metodologia, o material didático e a coordenação do curso serão fornecidos pela Universidade Federal do Piauí.

 

“O curso da Escola do Legislativo possui o mesmo formato e os mesmos professores que a extensão da UFPI. Nossa única diferença é o local de realização e a certificação que, no nosso caso, será feita pela própria Escola”, disse Edmar Junior, diretor da Escola do Legislativo.

 

O diretor afirmou ainda que as vagas costumam ser preenchidas rapidamente e que os interessados devem procurar a Escola pelo telefone (86)3222-0010.

 

Da redação