Entre 2009 e 2011, os brasileiros não só apresentaram menor domínio da língua inglesa que no período entre 2007 e 2009 como ainda perderam pontos e fizeram o país cair 15 posições no Índice de Proficiência em Inglês (EPI, na sigla em inglês) da EF Education First, empresa de educação internacional especializada em intercâmbio. Os dados foram coletados durante três anos em pesquisas gratuitas feitas com 1,7 milhão de pessoas em 54 países e divulgados nesta quarta-feira, 24.

 

No novo ranking, o Brasil está em 46º lugar, com 46,86 pontos, e foi rebaixado da categoria "proficiência baixa" para "muito baixa". Na última edição do índice, da qual participaram 44 países, o Brasil obteve 47,27 pontos e conseguiu a 31º colocação, figurando na categoria "proficiência baixa" junto com as potências emergentes China, Índia e Rússia e à frente de sete países latinoamericanos.

 

A Argentina é o país latino-americano melhor colocado, na 20ª posição. O Brasil aparece no novo ranking atrás de países como Uruguai, Chile, Indonésia, Irã, Vietnã, China, Rússia, Venezuela, El Salvador e Argélia. Atualmente, Guatemala e Colômbia são os únicos países latinos atrás do Brasil na lista dos 50 melhores índices. As outras nações com pontuação menor são Egito e Emirados Árabes Unidos. Segundo análise da EF publicada no estudo, "existem grandes discrepâncias entre os países BRIC [Brasil, Rússia, Índia e China], as nações em desenvolvimento competindo para serem as futuras superpotências econômicas. O Brasil está apenas na 46ª posição, muito abaixo da China, em 36º, a Rússia, em 29º, e a Índia (onde o inglês é um idioma oficial), em 14º lugar".

 

Dos 42 países que participaram das últimas duas edições da pesquisa, apenas oito tiveram pontuação menor na avaliação mais recente, em comparação com a anterior. Dois deles são Noruega e Holanda, que já estão entre os melhores do ranking e tiveram modesta variação negativa, assim como Hong Kong e El Salvador. Além do Brasil, México, Arábia Saudita e Guatemala tiveram quedas substanciais.

 

O índice divide as nações nos níveis de proficiência muito alto, alto, moderado, baixo e muito baixo. Os países que neste ano participaram pela primeira vez da pesquisa foram Cingapura, Paquistão, Uruguai, Irã, Taiwan, Marrocos, Catar, Síria, Emirados Árabes Unidos e Líbia.

 

Na América Latina, apenas a Argentina, na 20ª posição, possui proficiência considerada "moderada". Uruguai, Peru, Costa Rica e México têm proficiência "baixa", e os demais países, inclusive o Brasil, estão na categoria "proficiência muito baixa".

 

RJ tem melhor índice no país

Neste ano, a EF divulgou o índice de proficiência de 24 estados brasileiros (com exceção do Alagoas e de Roraima) e do Distrito Federal. Onze das 25 unidades da Federação têm proficiência baixa, e as demais 14 estão na categoria "muito baixa". O Rio de Janeiro é o estado melhor colocado do Brasil, com 50,35 pontos de proficiência. Paraná (49,71), Sergipe (48,91), São Paulo (48,85) e Rio Grande do Sul (48,80) vêm em seguida. A Região Norte é a única com todos os representantes no nível mais baixo, e quatro dos cinco estados com a pior pontuação estão lá: Amapá (40,45), Rondônia (40,47), Tocantins (42,53) e Pará (42,53). O Mato Grosso completa a lista, com 40,90 pontos.

 

Cinco capitais também foram incluídas na pesquisa: Rio (50,53 pontos), São Paulo (50,03), Brasília (49,64) e Belo Horizonte (49,29) demonstraram proficiência baixa, e Salvador, com 44,50 pontos, proficiência muito baixa.

 

Mulheres sabem mais inglês

Na comparação por gênero, as mulheres tiveram desempenho melhor do que os homens. As mulheres obtiveram uma média mundial de 50,24 pontos, enquanto os homens ficaram com 44,63 pontos.

 

A tendência geral de as mulheres terem maior domínio de inglês do que os homens não se repete no Brasil. Enquanto elas têm índice médio de 46,75 pontos, os homens tiveram média de 46,97 pontos. Ambos, porém, estão abaixo da média da América Latina (48,93 para as mulheres e 47,48 para os homens, respectivamente).

 

G1

 A Secretaria de Educação em parceria com o PNUD realiza nesta terça, 23, uma oficina de formação com o tema Gerenciamento de Rotinas para gestores e técnicos da Unidade Gerencial  de Ensino Médio da Seduc. Os profissionais são alvo de um projeto piloto em que o gerenciamento de rotina é uma das 26 metas do Projeto Travessia - um projeto de cooperação técnica entre a Seduc, o MEC e o PNUD.

 

As 26 metas do PNUD estão organizadas em três áreas temáticas: Educação Transversal (que inclui 7 metas); Práticas Educacionais de Ensino  (10 metas) e Infraestrutura ( 9 metas). "A finalidade básica  desse projeto é promover a melhoria da educação básica no Piauí, desde o ensino infantil até o ensino fundamental", explica Gilson Alves Moraes, membro da Coord. Gerencial do Projeto Travessia e coordenador de Meta da Gerência de Rotina.

 

Na ocasião foram apresentadas as bases para o gerenciamento de rotinas, que é trabalhada a partir da metodologia de trabalho dos 5S, e que tem como  pressupostos para um bom ambiente de trabalho:  (SEIRI) Utilização, (SEITON) Arrumação (ordenação), (SEISO) Limpeza,  (SIKETSU) Padronização e (SHITSUKE) Disciplina. 

 

Segundo o coordenador, esse trabalho que está sendo desenvolvido na Gerência do Ensino Médio é uma experiência piloto que será implantada em toda a rede da Secretaria Estadual de Educação. "A partir dessa experiência, estenderemos a toda Seduc visando qualificar a gestão e implantar um novo padrão de qualidade de excelência na SEDUC", explica Gilson Alves.

A formação do pessoal da Unidade Gerencial do Ensino Médio  é a segunda etapa de uma série de atividades que serão acompanhadas pela consultoria do PNUD. Após essa etapa segue as seguintes ações: Coleta de Dados e Informações dos Processos Existentes na Unidade Gerencial; Plano de Elaboração e Implantação do Plano de Intervenção na realidade da unidade e posterior avaliação do processo.

 

A próxima capacitação que será coordenada pelo consultor do PNUD , Antonio Carlos Xavier, se relizará nos dias 21, 22 23 de novembro.

 

 

 Seduc

 

Os hospitais universitários federais terão recursos de R$ 82 milhões para aplicar em atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde da população pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A descentralização dos créditos foi autorizada por meio de portaria da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação.

 

imagemec

 

Os recursos, previstos no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), contemplam 44 unidades federais de saúde. Os valores destinados a cada uma foram determinados a partir de critérios como porte do hospital, número de leitos, quantidade e complexidade dos serviços assistenciais prestados.

 

 

Outra portaria, do Ministério da Saúde, publicada na sexta-feira, 19, autoriza a liberação de R$ 17,9 milhões para as reformas do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e do Hospital São Francisco de Assis, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Eles receberão, respectivamente, R$ 10,2 milhões e R$ 7,7 milhões para aplicar em melhorias das unidades assistenciais.

 

 

Criado em 2010, o Rehuf tem como objetivos o financiamento compartilhado dos hospitais universitários federais entre as áreas da educação e da saúde, a modernização da estrutura física e do parque tecnológico das unidades. Desde o início de 2012, com a criação da Ebserh, a empresa é o órgão do governo federal responsável pela gestão do programa.

 

 

A Portaria da Ebserh nº 53, do dia 19 último, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 22, seção 1, página 22. A Portaria do Ministério da Saúde nº 2.367, do dia 18 último, foi publicada na edição de sexta-feira, 19, seção 1, página 36.

 

 

MEC

mais saberO Programa de Educação com Mediação Tecnológica - MAIS SABER está com inscrições abertas para alunos que necessitam de Reforço Escolar de Português e Matemática no Ensino Médio Regular.

 

As aulas iniciam no próximo dia 05 de novembro, de segunda a sexta-feira, no mesmo horário do Preparatório para o ENEM, das 13:20h às 16:55h.

 

Para participar os estudantes interessados devem procurar as Gerências Regionais de seus municípios, ou dirigir-se diretamente para uma escolar pública onde exista um dos Ambientes Escolares equipados com o kit tecnológico do Programa Mais Saber.

 

"Agora os alunos do Ensino Médio Regular de todo Piauí terão à sua disposição mais uma oportunidade para ampliar seus conhecimentos", diz a diretora do programa, Lusimary Veloso.

 

 

Seduc