O futuro secretário de Educação de Floriano-PÍ, pasta que no governo Joel Rodrigues (PTB) vem sendo comandada pelo professor Jardel Viana, é o professor e ex-vereador Nelson Junior (imagem de pé). A definição saiu nessa tarde de quinta-feira, 20, quando o advogado Gilberto Júnior que estará assumindo o comando da cidade florianense no dia 1º do próximo  mês, anunciou a maioria dos membros do primeiro escalão do seu governo. nelsonjr20122012

O educador que também já esteve como vice-prefeito da cidade foi uma das pessoas que usou a palavra após o anúncio dos secretários e disse, “é com muita honra que aceito mais esse desafio na minha vida, primeiro porque a educação é um desafio em qualquer parte do Brasil e, é uma pasta que necessita de muito cuidado e representa o futuro de várias gerações e da própria nação”.

 

 

O professor falou na valorização da classe e que chamará os pais para se aproximarem das escolas. Segundo ele, as unidades de ensino não são somente os prédios, mas sim um conjunto que envolve os professores, os pais e os alunos. Ele disse que a educação florianense tem que ser reconhecida além das fronteiras do Piauí,  e mais, isso vai ser um dos fatores que ele estará buscando alcançar durante o período que estará na pasta.

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

acordoortograficoa2112O maior problema do acordo ortográfico são as regras do hífen, na opinião do professor de língua portuguesa, Ernani Pimentel. Especialista em gramática e autor de livros, o professor já ensinou o idioma para mais de 500 mil alunos. “O grande problema [é que] não se quis pensar na regra. A rigor, o latim nunca teve hífen. Há quem defenda até a inexistência do hífen. A Alemanha acabou com ele. É possível simplificar as regras”, assegura.

 

Dentre o que considera “incoerências” do acordo, o professor destaca palavras como mandachuva, que não escreve sem hífen e guarda-chuva, que manteve o sinal.. “Como você pode dizer que cor de café, cor de abacate se escrevem sem hífen e cor-de-rosa se escreve com hífen? Faz sentido isso, regras com exceções? Não faz mais sentido”.

 

Outro exemplo é o uso das letras “j” e “x”. “Você estudou que se usa “j” nas palavras derivadas do tupi e do árabe, mas como você vai saber que elas vieram do tupi e do árabe? Você vai escrever com “x” as palavras derivadas do árabe e do africano, mas como saber se a palavra é derivada do árabe ou do africano? Você não tem condição de saber”.

 

No caso das consoantes que não se pronunciam, Pimentel lembra que o aluno aprende que as consoantes não pronunciadas não devem ser escritas, por isso óptimo passou a ser escrito ótimo quando o “p” deixou de ser pronunciado. “Então, [se] o aluno aprende que as consoantes não pronunciadas não devem ser escritas porque que o “h” inicial não foi jogado fora? Ele é uma consoante não pronunciada. Então existem regras que se contradizem”.

 

Ao citar a palavra super-homem, que é com hífen e com “h”, Pimentel lembra que esse hífen está dizendo que o “h” é importante, tem que ser mantido. Por outro lado, a palavra desumano é sem hífen e sem “h”, o que significa que o “h” não é importante e pode ser jogado fora. “Qual o critério? O “h” é importante ou não? O italiano já jogou o “h” inicial fora e é uma língua latina. Porque a gente não aproveita isso"?

 

No que diz respeito ao acento diferencial, o professor defende que o da forma verbal para (terceira pessoa do singular do verbo parar no presente do indicativo) deve ser restituído, “ porque a pronúncia dele é muito diferente no verbo e na preposição”. Pimentel explica que há uma intensidade na pronúncia [do verbo] e essa intensidade tem que ser reproduzida no acento porque muda o significado.

 

No caso do trema, Pimentel é radical: “É absurdo é ter tirado o trema, porque o acordo é ortográfico, só pode mexer na escrita e o trema não é ortográfico, é ortofônico [é um sinal que significa que a letra sobre a qual há tema se pronuncia]. Ele [o acordo] mudou a pronúncia”.

 

Para o professor o trema não poderia ser suprimido pelo acordo. “Por exemplo: farmácia era com ph e lei, com y, mas [quando essas letras foram substituídas] não se alterou a fonética, houve mudança ortográfica. O trema não pode ser mexido por um acordo ortográfico”.

 

Agência Brasil

A Chefia do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas, Campus Amilcar Ferreira Sobral (CAFS), da Universidade Federal do Piauí, em Floriano, torna público aos alunos de graduação presencial devidamente matriculados no semestre acadêmico 2012.2 o Edital para o processo seletivo de Monitores Remunerados e Não Remunerados.

 

Confira o Edital

 

 

Ufpi

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação, publicou uma portaria no "Diário Oficial da União" desta sexta-feira, 21, na qual prorroga, até o dia 31 de março de 2013, o prazo para a renovação dos contratos firmados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). De acordo com o texto, a decisão é válida para todos os contratos, simplificados ou não, firmados a partir de 14 de janeiro de 2010 e referentes ao segundo semestre de 2010 e aos dois semestres de 2011 e de 2012. O prazo inicial terminaria no próximo dia 31.

 

Procedimento

Os contratos do Fies devem ser renovados semestralmente. Nos aditamentos simplificados, em que os alunos apenas atualizam os dados pessoais e o valor da semestralidade, sem impacto no valor total do contrato, basta entrar no sistema e fazer a alteração.

 

As atualizações são analisadas pela Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino. Após a validação da CPSA, o aditamento é processado.

 

Quando há alterações mais profundas no contrato — como troca ou alteração na renda do fiador, mudança no estado civil do estudante ou impacto no valor global —, o aditamento é considerado pelo sistema como não simplificado. Nesse caso, o próprio sistema gera um documento, a ser levado ao banco para que o aditamento seja realizado.

 

G1