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O Programa Universidade para Todos (ProUni) vai abrir inscrições para bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior no dia 11 de junho.

O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site do Prouni.

As bolsas de estudo ofertadas são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%, e são para o segundo semestre deste ano.

As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

Além disso, cada estudante precisa ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para 18 de junho deste ano. Já a segunda chamada será no dia 2 de julho.

O candidato pré-selecionado deverá comparecer à respectiva instituição de ensino superior para comprovação das informações no período de 18 a 28 de junho, caso tenha sido selecionado na primeira chamada e de 2 a 11 de julho na segunda.

A lista de espera, caso as vagas não sejam ocupadas, fica disponível no site para consulta pelas instituições de ensino no dia 18 de julho.

 

Agência Brasil

Estudantes podem consultar, na página do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), as vagas que serão ofertadas em instituições públicas de ensino superior no segundo semestre deste ano.

A busca pode ser feita por curso, instituição de ensino e por município.

Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.

As inscrições do Sisu poderão ser feitas de 4 a 7 de junho. Durante esse período, uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados.

O resultado será divulgado no dia 10 de junho. Os participantes poderão ainda integrar a lista de espera entre 11 e 17 de junho.

Simulador

Para evitar sobrecarga do sistema, o Ministério da Educação (MEC) vai tirar temporariamente do ar o simulador do Sisu, que mostra informações dos últimos processos seletivos.

O sistema não poderá ser acessado a partir de hoje (23), e a previsão é que volte ao ar no dia 10 de junho. "A medida, preventiva, foi necessária para evitar que o sistema fique sobrecarregado", informou o MEC.

 

Agência Brasil

Pesquisadores vinculados ao Projeto RENORBIO desenvolveram um biomaterial capaz de tornar o tratamento de lesões cutâneas mais eficaz e com menor custo. Os testes dos materiais a base de pólen apícola foram realizados nos laboratórios do GERATEC (CCN), enquanto que os testes “in vivo” foram conduzidos no laboratório de Biotecnologia e Biodiversidade (CCS), ambos da UESPI.

Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI), em Teresina cerca de 30% das internações hospitalares são de pessoas que sofreram acidentes de trânsito. Com isso, a quantidade de doenças relacionadas à lesões cutâneas e corporais (doenças degenerativas, fraturas, neoplasias) têm crescido, e novas alternativas de reparo com biomateriais são viáveis para o melhor desenvolvimento da saúde pública e estudos ósseos.

O tratamento de feridas é um segmento que apresenta muitos desafios quanto à utilização de materiais que proporcione a cura e quanto ao custo dos materiais para o sistema de atendimento ao público e para o paciente. Considerando este aspecto de eficiência e custo, e todas as comprovações científicas relacionadas aos benefícios de uso do pólen apícola como um agente que melhora em diversos aspectos a saúde do indivíduo, buscou-se o desenvolvimento de um material que fosse capaz de acelerar o processo cicatricial a um custo mais reduzido.


A pesquisa foi feita por Afra Nascimento durante seu doutorado, sob orientação do Prof. Dr. Geraldo Eduardo da Luz, e colaboração do Pro. Dr. Antônio Luiz Martins Maia Filho.”Esse filme é feito com colágeno e extrato de pólen apícula capaz de promover a cicatrização do tecido lesionado integralmente e uma única vez, tendo em vista que a pomada cicatrizante tem que ser reposta todos os dias. Dessa forma, o material possuindo mais eficácia”, destaca Geraldo Luz.

Pelos testes “in vivo” foi possível comprovar que o material sintetizado foi efetivo ao seu propósito, promovendo a uma cicatrização com um mínimo de quadros inflamatórios e sem causar alterações mutagênicas. Uma das pesquisadoras, Afra Nascimento, fala do avanço da adesão à esse material: “Aliando-se os resultados desta pesquisa a um processo de fabrico simples e de baixo custo, tem-se um trabalho com impacto positivo não só para a comunidade científica como também para a sociedade civil”, conclui.

 

Uespi