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Estudantes que têm contratos do Financiamento Estudantil (Fies) por meio do Banco do Brasil (BB) ou da Caixa Econômica Federal poderão requerer a suspensão do pagamento enquanto durar a vigência do estado de calamidade pública decretado por causa da pandemia da covid-19. A medida vale para clientes em situação de inadimplência com seus contratos, antes do dia 20 de março, data em que foi aprovado o estado de calamidade pública no país, pelo Congresso Nacional. Os estudantes que estão em situação de inadimplência também poderão suspender as parcelas, desde que as amortizações devidas até 20 de março sejam de no máximo 180 dias. As parcelas em atraso antes da pandemia não serão suspensas.

As novas condições foram atualizadas pela Resolução nº 39, de 27 de julho, expedida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do Ministério da Educação (MEC) que concede financiamento a estudantes para a educação em cursos superiores de instituições de ensino particulares. A resolução anterior já permitia a suspensão do financiamento, mas limitado a quatro parcelas e autorizado para os alunos que estivessem em dia com os pagamentos. Segundo o FNDE, pouco mais de 151 mil estudantes do Fies aderiram ao programa de suspensão do pagamento das parcelas. Com as novas regras, cerca de 1,5 milhão de alunos do Fies, do total de 2,8 milhões que estão no programa, são elegíveis para a suspensão temporária do pagamento.

As prestações que forem pausadas serão incorporadas ao saldo devedor do financiamento, nos termos e condições contratados, incidindo juros contratuais sobre as parcelas suspensas e não juros de mora, ou multa por atraso. Os pagamentos das parcelas de amortização e das demais obrigações financeiras com o Fies devem ser retomados a partir do mês seguinte ao término da suspensão. De acordo com o FNDE, a suspensão vale para os pagamentos de contratos em fase de utilização, carência ou amortização.

Banco do Brasil

A adesão ao programa de suspensão do pagamento do Fies já está disponível no Banco do Brasil, e pode ser feito diretamente nas agências bancárias e via aplicativo do banco na internet, mas neste segundo caso, apenas a partir da primeira quinzena de outubro. Segundo o BB, a manifestação é feita de forma simples, sendo necessária apenas a concordância do estudante acerca das alterações contratuais, no momento da solicitação da suspensão. Após a formalização da proposta, a suspensão não poderá ser cancelada.

Para quem optar por procurar o atendimento presencial, o BB informa também que, durante a pandemia, as agências atendem em contingenciamento e triagem para o acesso às salas de autoatendimento, com a autorização de acesso limitada à capacidade do espaço disponível em cada unidade.

Caixa Econômica Federal

Para o estudante que possui contrato do Fies com a Caixa Econômica Federal, a nova regra de suspensão dos pagamentos ainda não está disponível, mas o banco esclarece que ela será feita de forma retroativa, sem prejuízo ao beneficiário. O banco divulgará quando o serviço estiver disponível, o que deve ocorrer em algumas semanas. 

 

Agência Brasil

Evento é voltado para estudantes do ensino médio mas qualquer pessoa pode se inscrever

profissoesDecidir por qual caminho seguir após a conclusão do ensino médio gera muitas dúvidas e acaba não sendo uma etapa muito tranquila. É comum escolher um curso de graduação e se sentir desconectado com a profissão ao longo da carreira. Para ajudar quem passa por isso, a série "Diário de Profissões" vai transmitir entrevistas com profissionais de várias profissões. O evento é gratuito e está previsto para ocorrer durante todos os sábados de outubro, à noite, pela internet.

Criado pelos estudantes da Universidade de São Carlos (UFSCar) Leonardo Cardoso de Oliveira e Gabriel Santos da Silva, ambos alunos do curso de Engenharia, a série tem como objetivo apoiar jovens que estão no ensino médio e em dúvida com a escolha da futura profissão.

As entrevistas estão marcadas para os dias 3, 10, 17 e 24 de outubro, sempre às 19 horas, e os idealizadores do Diário de Profissões conversarão com profissionais de diversas áreas, para que relatem o cotidiano de sua atividade profissional. Na ocasião, quem estiver assistindo poderá interagir fazendo perguntas. As inscrições para assistir às transmissões devem ser feitas no site do Diário de Profissões, onde também há mais informações sobre a iniciativa.

 

Teste vocacional também pode ajudar

Além de buscar relato de profissionais atuantes na área em que desejam atuar, os estudantes que estão passando por esse momento de dúvida podem buscar respostas através de ferramentas como o teste vocacional.

No geral, os testes vocacionais podem ser utilizados como um guia que vai apontar quais inteligências o indivíduo apresenta como dominantes em seu perfil e em quais cursos elas se encaixam. O teste pode ser feito com apoio do profissional de Psicologia ou pela internet.

A estudante do 3º semestre de Psicologia, Brenda Vaz, de 20 anos, aderiu ao teste vocacional on-line para decidir qual graduação iria cursar. Ela usou a ferramenta pela primeira vez antes de ingressar na faculdade de Direito, curso que ela abandonou no 2º semestre. Depois, usou novamente para confirmar se Psicologia era o curso ideal para ela. “Fiz diversos testes vocacionais, apareciam vários cursos, mas o que me encantou mesmo entre eles foi o de Psicologia”, conta a estudante.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

O Instituto Federal do Piauí (IFPI) está com inscrições abertas, até 16 de outubro, para a Especialização em Ensino de Matemática no Ensino Médio. O curso é gratuito e ofertado na modalidade a distância em parceria com a Universidade Aberta do Brasil (UAB).

Estão sendo oferecidas 250 vagas, distribuídas nos campi Angical, Cocal, Parnaíba, Paulistana e São Raimundo Nonato. Podem concorrer candidatos que tenham certificado de conclusão de curso de graduação (ou equivalente) em Matemática ou áreas afins. As inscrições devem ser feitas no endereço eletrônico www.ifpi.edu.br/concursos.

O preenchimento das vagas se dará por meio de processo classificatório e eliminatório após análise dos itens descritos no edital. O resultado final será divulgado até o dia 26 de outubro, com as matrículas sendo feitas nos dias 27 e 28 do mesmo mês. O início das aulas está previsto para novembro de 2020.

Veja o edital

Ifpi

O projeto intitulado “Escola como lugar de combate à violência contra a mulher”, do campus de Floriano, está realizando oficinas de discussão sobre leis de proteção à mulher, feminicídio e defensoria pública. As oficinas, que acontecem on-line através da plataforma Google Meet, tiveram início nessa semana e seguem até 11 de novembro. A última temática discutida nessa quarta-feira (23) foi “Lei Maria da Penha: criação e circunstâncias aplicáveis”.

O projeto faz parte do Programa Institucional de bolsas em extensão universitária (PIBEU) e é direcionado para professores do ensino básico de Floriano. A iniciativa surgiu a partir de diálogos com alunas do curso de História em Floriano, que frequentemente relatam casos/situações de violência contra a mulher na cidade. O professor Gisvaldo Oliveira, coordenador das atividades, conta que ao ouvir os relatos, decidiu propor o projeto de extensão, que busca usar a educação como ferramenta no combate à violência contra a mulher.


“Nosso objetivo é contribuir com formação de professores da rede básica de ensino de Floriano, por meio de oficinas divididas em dois eixos: O primeiro tem como foco a discussão das Leis Maria da Penha e do Feminicídio e o segundo a análise das redes de proteção à mulher que existem em Floriano. Serão realizadas 8 oficinas, cujo resultado será a produção de um material didático pelos professores participantes. Esperamos com esse projeto estimular o debate nas escolas de Floriano acerca do combate à violência contra à mulher, pois os índices dessa violência são elevados na cidade”, destaca.

Cronograma de atividades do projeto

A programação do evento iniciou nessa terça-feira (22) com a discussão sobre o “Contexto de criação das leis de proteção à mulher”. A estudante do curso de Direito, Ana Beatriz, do campus de Floriano, foi a responsável por abrir o espaço de reflexão com os participantes.

“O projeto ‘A escola como lugar de combate à violência contra a mulher’ tem por objetivo usar a educação como ferramenta de luta. Pretendemos capacitar os professores da rede municipal de Floriano para discutir o assunto em sala de aula e conseguir fornecer alguma informação, quando necessário. O conhecimento da sociedade sobre o assunto é primordial para combatermos esse tipo de violência, sendo o foco principal do projeto”, explica a discente e palestrante.

Na quarta-feira (23) Anna Caroline Almeida, graduada em Direito, mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e servidora pública do Tribunal de Justiça de Maranhão, ministrou a oficina sobre “Lei Maria da Penha: criação e circunstâncias aplicáveis”. Ela abordou sobre a Lei Maria da Penha (Lei n. 11340/06), seus avanços e os desafios para sua aplicabilidade.

“Trata-se de um instrumento importante para o combate à violência doméstica e familiar contra as mulheres. Contudo, infelizmente, ainda se observa uma imensa dificuldade de aplicação dessa legislação, sobretudo no que diz respeito a implementação de políticas públicas de prevenção desta violência. Nesse sentido, é de extrema importância a massificação de debates e reflexões sobre o machismo e a desigualdade de gênero, a fim de que possamos construir uma sociedade justa, igualitária e livre de violência contra mulheres e meninas”, ressalta.

O cronograma de atividades segue até novembro. Confira a programação completa:

7 de outubro: Lei Maria da Penha: tipos de violência e medidas protetivas.
8 de outubro : Feminicídio: invisibilidade mata.
10 de novembro: Disque 180, Aplicativo Salve Maria e DEAM.
11 de novembro: Defensoria Pública, Ministério Público, Casa Abrigo e análise da legislação municipal.
Dezembro: Elaboração de material didático.

Todas as discussões estão acontecendo através da plataforma Google Meet, às 19 horas.