A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está realizando em caráter de urgência a vacinação de cães e gatos no bairro Horto Florestal, na zona Leste de Teresina, após um macaco sagui testar positivo para raiva. Três animais foram encontrados mortos em frente à Unidade Básica de Saúde (UNS) Dr. Francisco José C. Sousa, na Rua Esperantina. Um deles testou positivo para raiva. O bloqueio vacinal começa a partir de amanhã (23).

sagui

Serão vacinados os animais domésticos de todas as quadras do bairro Horto Florestal e Planallto Ininga. Cães e gatos de parte dos bairros Morada do Sol, Nossa Senhora de Fátima, São Cristóvão e Piçarreira também serão imunizados em caráter de urgência contra a raiva. O perímetro de vacinação será de 8,59 Km. “Serão 253 quadras percorridas pelos nossos agentes de endemias e 5.003 imóveis visitados. Esse percurso será feito casa a casa para que todos os cães e gatos sejam devidamente vacinados”, explica o gerente de Zoonoses da FMS, Élcio Leite.

A Fundação pontua que os macacos saguis não agrediram humanos ou outros animais e que a pessoa que manuseou os corpos foi submetida ao devido protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde.

A Diretoria de Vigilância em Saúde de Teresina pede que os moradores da capital adotem as medidas preventivas necessárias para evitar uma possível contaminação por raiva tais como: evitar alimentar animais silvestres presentes no perímetro urbano e rural, evitar contato com esses animais, evitar domesticar animais silvestres e manter a situação vacinal de seus animais domésticos contra a raiva atualizada.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) está realizando em caráter de urgência a vacinação de cães e gatos no bairro Horto Florestal, na zona Leste de Teresina, após um macaco sagui testar positivo para raiva. Três animais foram encontrados mortos em frente à Unidade Básica de Saúde (UNS) Dr. Francisco José C. Sousa, na Rua Esperantina. Um deles testou positivo para raiva. O bloqueio vacinal começa a partir de amanhã (23).

Serão vacinados os animais domésticos de todas as quadras do bairro Horto Florestal e Planallto Ininga. Cães e gatos de parte dos bairros Morada do Sol, Nossa Senhora de Fátima, São Cristóvão e Piçarreira também serão imunizados em caráter de urgência contra a raiva. O perímetro de vacinação será de 8,59 Km.

“Serão 253 quadras percorridas pelos nossos agentes de endemias e 5.003 imóveis visitados. Esse percurso será feito casa a casa para que todos os cães e gatos sejam devidamente vacinados”, explica o gerente de Zoonoses da FMS, Élcio Leite.

A Fundação pontua que os macacos saguis não agrediram humanos ou outros animais e que a pessoa que manuseou os corpos foi submetida ao devido protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde.

A Diretoria de Vigilância em Saúde de Teresina pede que os moradores da capital adotem as medidas preventivas necessárias para evitar uma possível contaminação por raiva tais como: evitar alimentar animais silvestres presentes no perímetro urbano e rural, evitar contato com esses animais, evitar domesticar animais silvestres e manter a situação vacinal de seus animais domésticos contra a raiva atualizada.

O que devo fazer se tiver contato com um animal com suspeita de raiva? Em caso de mordida ou contato com saliva de animal, o recomendado é buscar atendimento no Hospital da Primavera, referência para o atendimento e manejo de acidentes com animais potencialmente transmissores de raiva em Teresina. O hospital fica localizado na Avenida Duque de Caxias, 2660, Primavera; e sua sala de vacinação funciona durante todos os dias até as 17h.

Não esqueça de vacinar seu pet contra a raiva Nos dias 02 e 09 de dezembro, Teresina estará em campanha de vacinação contra a raiva. Ao todo, serão instalados 270 postos distribuídos por toda a cidade para imunizar cães e gatos. A campanha será dividida em duas etapas: no primeiro sábado (02), serão vacinados os animais das zonas Norte e Leste; e no segundo sábaso (09), serão vacinados os animais dos bairros nas zonas Sul e Sudeste.

Fonte: Portal O Dia

Foto: divulgação

Ontem foi o Dia da Memória Transgênero (TDoR em inglês), que homenageia as vítimas trans mortas por causa do ódio. Em 2022, o Brasil bateu a triste marca de país com mais mortes de pessoas trans e travestis no mundo, pelo 14º. ano consecutivo, seguido por México e Estados Unidos. Foram 131 assassinatos e 20 suicídios relacionados ao preconceito e à discriminação. Quase 90% tinham entre 15 e 40 anos, com um perfil semelhante: mulheres trans e travestis negras e pobres, tendo a prostituição como fonte de renda mais frequente. As informações constam de dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgado em janeiro.

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O peso do preconceito não dá trégua a quem sobrevive. Pesquisa divulgada ontem alertava para taxas alarmantes de pensamentos suicidas nesse grupo: um quarto das pessoas havia considerado seriamente a alternativa de acabar com a própria vida nos últimos 12 meses. Os números são devastadores: na população em geral, ideias suicidas afetam 4.7% dos indivíduos, chegando a algo entre 11% e 17% entre os idosos – mas alcançam estratosféricos 25.8% entre adultos transgênero com 50 anos ou mais nos EUA. O trabalho foi publicado na revista científica “Aging and Mental Health” e aponta para a urgência de políticas públicas que viabilizem uma rede de apoio.

“Nossa pesquisa expõe uma dolorosa realidade causada pelo acúmulo e multiplicidade de fatores adversos em suas existências”, afirmou Alex Washington, professor da faculdade de serviço social da Universidade do Estado da Califórnia. O estudo se baseou em levantamento nacional com 3.724 pessoas trans 50 mais. Na faixa entre 50 e 54 anos, o percentual atingia seu pico: 31.7% tinham pensamentos suicidas recorrentes. Depois dos 70, o índice baixava para 12%. Foram relacionadas cinco áreas diferentes de grande potencial para causar angústia e sofrimento: problemas no ambiente de trabalho; uso de serviços públicos; segurança pessoal; desvantagens socioeconômicas; e interação com profissionais. Quando ocorria uma exposição negativa nos cinco domínios, o risco aumentava 861%.

G1

Foto: Carola68 para Pixabay

Os dias quentes são acompanhados de uma sintomatologia clássica: suor, desidratação e tonturas, que podem configurar um quadro de pressão baixa. O cardiologista do Hcor Celso Amodeo explica que a queda da pressão arterial no calor ocorre devido à vasodilatação.

caçorpressao

"Quando temos um excesso de calor, o organismo elimina essa alta temperatura por meio do suor e aumentando a dilatação dos vasos sanguíneos", afirma.

O cardiologista André Gasparoto, da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, complementa que a perda de líquidos, nem sempre repostos adequadamente, pode auxiliar os quadros de hipotensão.

Entre as pessoas mais suscetíveis a tal efeito pelo calor estão aquelas que se encontram nos extremos das idades (crianças e idosos), assim como pacientes com problemas cardiovasculares.

Isso ocorre pela baixa ingestão de líquidos causado, às vezes, pela eventual necessidade de ajuda para seu consumo, por desidratação, intolerância à quantidade de líquidos necessários e descompensação das doenças preexistentes.

"Pessoas com padrões hemodinâmicos mais baixos, muito comum entre mulheres por já nascerem com essa tendência, ou devido ao excesso de peso, sedentarismo e flacidez muscular, tendo uma maior vasodilatação dos membros inferiores e apresentando pernas inchadas, possuem maior propensão à queda da pressão arterial", acrescenta Amodeo.

Além da própria elevação da temperatura e da desidratação, pode-se somar o uso de roupas incompatíveis com o calor, exposição excessiva e em horários em que o sol é mais agressivo ao organismo, excesso de bebidas alcoólicas e má alimentação entre as razões que podem levar à hipotensão.

Os sintomas do quadro podem envolver tontura, visão embaçada, palpitações, dor no peito, desmaio, arritmias, AVC (acidente vascular cerebral) e, em casos extremos, levar até à morte.

O que fazer diante da pressão baixa? Os especialistas alegam que, ao constatar a hipotensão, é preciso retirar a pessoa do ambiente que esteja sob o sol e conduzi-la a um ambiente mais fresco e, se estiver consciente, ofertar água.

É recomendado deitar o paciente e levantar as suas pernas em até 45° (posição de Trendelenburg), permitindo a circulação de sangue no cérebro.

"A ideia de colocar sal na boca não é a correta. A relação do sal com a pressão está associada ao seu uso crônico, e não com ingerir o sal pontualmente. Eu não terei um pico de pressão comendo sal. Ele vai reter líquido, expandir em maior volume e, cronicamente, sim, um quadro de hipertensão", esclarece o Amodeo.

Assim, a solução é manter a hidratação adequada.

Para evitar os episódios, os médicos aconselham manter a hidratação adequada e evitar a exposição solar, especialmente em horários mais críticos; também recomendam o uso de roupas adequadas, de cores claras, que não absorvem o calor, e mais abertas; e ter uma dieta mais leve, evitando alimentos ricos em gorduras.

R7

Foto: Freepik

A chance de sucesso na amamentação é maior quando o pai do bebê também considera isso importante, segundo um novo estudo americano, publicado no Pediatrics. O objetivo dos autores era desvendar a influência das características paternas na iniciação e na manutenção do aleitamento materno, bem como nas práticas seguras de sono da criança.

Os pesquisadores avaliaram questionários de 250 participantes do Pregnancy Risk Assessment Monitoring System (PRAMS) for Dads [Sistema de monitoramento de avaliação de risco na gravidez para pais, em tradução livre], um estudo populacional conduzido em 2018 e 2019 nos Estados Unidos que avalia necessidades de saúde de homens e suas famílias na transição para a paternidade.

A taxa de início de amamentação foi quase total, 95,4% dos bebês de pais que queriam que eles mamassem no peito. Esse número foi de 68,7% naqueles em que os pais eram indiferentes neste quesito. E essa diferença se manteve após oito semanas: o número dos bebês que continuavam sendo amamentados pela mãe foi 77,5% contra 33,3%.

Sabe-se que conseguir iniciar e manter a amamentação é um grande desafio. Para os pesquisadores, engajar pais ou parceiros e parceiras que não deram à luz na discussão sobre o aleitamento, bem como mostrar como eles podem apoiar mães e bebês, pode ser um caminho para ajudar a aumentar as taxas de aleitamento materno.

“É um período que pode ser entremeado por dificuldades, frustrações e angústia para algumas mães. Por isso o apoio da família e do companheiro é um ponto essencial para o sucesso dessa jornada”, diz a pediatra Romy Zacharias, médica coordenadora da equipe de neonatologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

“A vontade conjunta e a presença física dos pais ou companheiros que apoiem esse objetivo oferece suporte emocional nos momentos difíceis e ajuda na divisão de tarefas com os cuidados com o recém-nascido. Assim, a mãe não se sente sozinha e observamos que a amamentação se torna mais eficiente e prolongada”, avalia a médica.

Foi o que aconteceu com Robson Celestino Prychodco, de 39 anos. Ele conta que, quando a mulher engravidou, procurou fazer sua lição de casa: fez cursos, acompanhou ela nas consultas, buscou informações e se envolveu no planejamento do parto. “Sempre tive essa disponibilidade e vontade de participar”, diz.

“Depois que meu filho nasceu, procurava ajudar na organização da rotina, criar um ambiente favorável para facilitar a amamentação e dar o suporte que ela precisava, inclusive com detalhes como lembrá-la de se hidratar.” O filho Dimitri, hoje com 11 anos, mamou até depois dos dois anos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida e, de forma complementar a outros alimentos, até os dois anos ou mais.

“Tradicionalmente o homem ocupa uma posição acessória em tudo o que envolve os cuidados com os filhos e isso não precisa ser assim. Hoje vejo o quanto a falta de um pai desde cedo afeta a vida da criança e o quanto esse envolvimento te aproxima do seu filho e da sua mulher”, conta Prychodco.

Agora eles estão começando o desmame do caçula, Ravi, que está com dois anos e quatro meses. “Minha mulher queria muito amamentar e é muito determinada. Mas acho que a qualidade da amamentação e o custo seriam diferentes se eu não tivesse me envolvido tanto”, avalia o pai.

Sono O estudo também mostrou que quase todos os pais (99%) colocavam o bebê para dormir e a enorme maioria deles (85%) conhecia a posição correta na hora do sono. No entanto, cerca de um terço desconhecia alguma das demais recomendações. Vale lembrar que o bebê deve sempre dormir de barriga para cima, no berço, em uma superfície firme. Não se deve colocar sobre almofadas ou sofás, por exemplo, nem compartilhar a cama dos pais. O berço também deve estar livre de objetos macios como travesseiros, brinquedos e pelúcias, edredons, colchas e lençóis soltos.

Agência Einstein