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O advogado e político Hugo Napoleão do Rego Neto, ex-governador, foi condecorado com o Mérito Municipal pelo prefeito Mão Santa, de Parnaíba, numa solenidade ocorrida na noite desta sexta-feira (09/12) na Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI). Hugo Napoleão foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de estado e governador do Piauí por dois mandatos alternados. É filiado ao PSD e pertence à Academia Piauiense de Letras.

Hugo Napoleão foi lançar o seu livro “Eu Fui Advogado de JK” e recebeu homenagens de Mão Santa. O Ex-ministro informou de sua relação com o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Quanto às divergências do passado com Mão Santa, quando rivais políticos, Hugo destacou que tem ótima relação com o Prefeito e sua família e evidenciou as convergências do presente.

Mão Santa enfatizou ser Hugo uma importante personalidade política do país, comparou as idades e destacou as homenagens ao jurista. Gracinha Mão Santa, deputada estadual eleita, citou as divergências políticas do passado e as convergências da atualidade em que o Jurista é homenageado e bem-quisto. Ressaltou o reconhecimento a pessoa de Hugo Napoleão como amigo da família e estendeu a postura de valorização a outras pessoas independente da política.

Matéria do Portal Costa Norte.

 

Após a nomeação do senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) para o Ministério da Justiça, ele anunciou a futura direção-geral Polícia Federal, o delegado Andrei Rodrigues.

Na sequência, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e a Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal divulgaram uma nota parabenizando Dino e e Rodrigues por suas novas posições. O texto destaca a trajetória de ambos dizendo: “O futuro ministro é um jurista amplamente reconhecido, tendo ocupado os cargos de juiz federal e presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, além de governador do Estado do Maranhão (…) O delegado federal Andrei Passos Rodrigues tem história na Polícia Federal e já foi chefe de delegacias no Amazonas e no Rio Grande do Sul, bem como foi chefe da Divisão de Relações Internacionais da Polícia Federal”. Os delegados federais desejaram uma gestão eficiente e pautada nos bons princípios da administração pública.

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A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais também parabenizou e acrescentou que os dois possuem as qualidades necessárias para exercer as novas funções. A entidade desejou sucesso à nova gestão e se colocou a disposição para contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas de segurança que tornem mais eficiente o combate à criminalidade. A Associação dos Juízes Federais do Brasil destacou que Dino foi juiz federal entre 1994 e 2006 e que foi, inclusive, presidente da entidade entre 2000 e 2002. A associação desejou sucesso e se colocou à disposição para colaborar na consolidação de um judiciário forte, independente e sempre atento aos anseios da população.

Em entrevista à Jovem Pan News, o ex-procurador e deputado federal eleito Deltan Dallagnol também comentou a escolha do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para o Ministério da Justiça: “Eu não conheço profundamente o Flávio Dino e quais são as propostas dele para a área de segurança pública. O que me preocupa nessa área de segurança pública em relação ao PT, além da questão da corrupção, é a questão da ‘bandidolatria’ (sic), é a questão de você passar a mão na cabeça do criminoso. No último ano do governo Lula, o Lula fez um indulto que perdoava dois terços da pena dos homicidas, de pessoas que praticaram homicídios simples, condenados a cinco, seis anos de prisão, eles tiveram dois terços da pena perdoada. Eu tenho uma grande preocupação de que na área criminal exista o mesmo tipo de incentivos errados que o PT coloca na economia”, disse. Durante a transição de governo, Flávio Dino vem exercendo o cargo de coordenador do grupo técnico que discute justiça e segurança pública.

Fonte: Jovem Pan.

Na manhã da última sexta-feira, Lula desfez o mistério e deu a conhecer, ao Brasil e ao mundo, os nomes daqueles que comporão o núcleo estratégico e político de seu governo.

Lula

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Por Miguel do Rosário, jornalista, no Cafezinho 

Os nomes de Haddad, Dino, Costa e Vieira, indicados para as pastas da Fazenda, Justiça, Casa Civil e Relações Exteriores, carregam uma mensagem clara: Lula quer montar um governo coeso, forte, centralizado em torno de objetivos e diretrizes a serem determinadas por um núcleo duro essencialmente político, composto exatamente por esses nomes que ele indicou em primeiro lugar.

É uma decisão audaciosa, assim como foi a campanha eleitoral de Lula, que não se curvou a nenhuma chantagem corporativa, econômica ou religiosa.

Lula não fez promessas baratas a militares, juízes, procuradores e polícias. Não fez “carta aos brasileiros”. Não beijou os pés de nenhuma liderança católica ou evangélica – quando participou de evento direcionado a este público, fez questão de enfatizar sua defesa do Estado laico e de sua ojeriza ao uso eleitoreiro de templos e igrejas.

O que significa Haddad na Fazenda, pra começar?

Em primeiro lugar, que Lula quer um ministro da Fazenda com vocação política, o que é a primeira grande novidade. O último ministro da Fazenda realmente político foi Antonio Palocci, que entendia muito de política, porém muito pouco de ética. Haddad é um político experiente, bem mais que Palocci, e infinitamente superior na esfera moral.

Um ministro da Fazenda com traquejo e peso político é um grande acerto de Lula.

Em virtude de ter disputado o segundo turno das eleições presidenciais de 2018 e, em seguida, a vaga de governador de São Paulo em 2022, Fernando Haddad é hoje o nome número 2 do Partido dos Trabalhadores.

Depois do presidente, o ex-prefeito de São Paulo será o nome mais forte do governo, e, caso tenha um bom desempenho à frente do ministério, cacifa-se desde já como sucessor natural de Lula em 2026.

Ou seja, Haddad será possivelmente o ministro de Estado mais forte desde a redemocratização, por três razões: por seu passado, como longevo e bem sucedido ministro da Educação, prefeito da maior cidade do país, São Paulo, presidenciável e candidato a governador; por seu presente como um ministro da Fazenda muito próximo do presidente da república; e por seu futuro, como um sucessor natural de Lula nas eleições de 2026.

Quanto ao significado propriamente econômico de sua indicação, também são positivos, porque a indicação de um ministro da Fazenda com tanto peso político, e tão independente do famigerado “mercado”, pode significar que Lula está disposto a enfrentar os vampiros do sistema finaceiro, e a apostar, finalmente, num projeto de desenvolvimento focado em indústria, tecnologia, educação e ciência.

Sobre a indicação de Flavio Dino para o ministério da Justiça, valem algumas observações semelhantes àquelas feitas sobre Haddad. Também é um nome com forte peso político, por sua experiência como governador do Maranhão, mas sobretudo por suas virtudes. Dino tornou-se uma das lideranças de esquerda mais respeitadas do país, ao mesmo tempo em que transita muito bem, pelo respeito moral que inspira, em círculos políticos bastante amplos. Dino é um quadro político completo, um intelectual orgânico, dotado de invejável capacidade oratória, gestor criativo, e com uma vocacão quase infinita para o diálogo democrático. Sua missão será uma das mais difíceis: extirpar, controlar, ou neutralizar, as ervas daninhas reacionárias e golpistas que ainda vicejam nas estruturas dos aparatos de segurança e do ministério público, além de estabelecer uma mediação inteligente, estratégica e republicana com o judiciário.

A qualidade maior de Flavio Dino é sua visão de estadista. Com ele à frente da Justiça, Lula estará mais seguro para evitar novo golpes jurídico-midiáticos. A presença de Dino é como uma vacina anti-lavajato aplicada no corpo de um governo que, se quiser ser bem sucedido, terá que levar adiante um projeto de desenvolvimento audacioso, com realização de grandes obras públicas, especialmente na infra-estrutura de energia e transporte.

Em outra ocasião, teremos oportunidade de analisar melhor as indicações de José Múcio Monteiro para a Defesa, e Mauro Vieira para o Itamaraty. Sobre Múcio, direi apenas que é um nome civil, conforme prometido por Lula, e sem ligações com a esquerda ou o PT, características possivelmente necessárias para alguém que será responsável pelo diálogo com uma corporação que, nos últimos anos, foi intoxicada ideologicamente, por oportunistas daqui e do exterior, por um anticomunismo delirante e obsoleto.

A indicação de Vieira, por sua vez, reflete a disposição de Lula de recuperar a autoestima do Itamaraty, uma das instituições mais violentadas durante o governo Bolsonaro. Lula quer alguém absolutamente profissional e técnico à frente do ministério das relações exteriores, até mesmo como contraponto ao papel determinante que ele mesmo, Lula, está disposto a exercer na grande diplomacia política. O petista sabe que esse é um de seus grandes talentos, e se ele apertar os botões certos, poderá materializar parcerias internacionais estratégicas entre o Brasil e o resto do mundo.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação