O presidente Joab Curvina, do Progressistas, foi quem presidiu a sessão Legislativa de ontem que teve aprovação de dois projetos, o de Cargos e Salários e o Orçamento para 2023.
O parlamentar florianense, ao ser indagado sobre uma emenda do vereador petista João Neto, cita uma emenda inconstitucional apresentada pelo oposicionista local.
O parlamentar petista, de primeiro mandato, explica o porquê de não ter votado no Plano de Cargos e Salários. Neto diz que alguns servidores, mesmo com a aprovação do Projeto, passarão a receber cerca de um salário mínimo, o que colocou como um absurdo. Veja a entrevista.
No Plano de Cargos e Salários nove vereadores votaram a favor, quatro se abstiveram, ou seja, não votaram e um parlamentar votou contra. Veja a entrevista com o João que explica o porquê de não ter votado.
Os votos por abstenções foram: João Neto, Daguia da Dona Bela,, Edvaldo Araújo e Carlos Eduardo, já o vereador Salomao Holanda votou contrário.
Dado a esses dois projetos que estavam em votação, um grande número de pessoas esteve presente nas sessões dessa noite de terça-feira, 13, pois duas sessões foram realizadas. Os parlamentares aprovaram dois projetos considerados importantes o de Plano de Cargos e Salários e o Orçamento para o próximo ano.
O vereador Miguel Vieira de Barros Lima, após os trabalhos e numa entrevista citou sobre o incremento de R$ 18 milhões a partir de janeiro.
Carros incendiados, prédios vandalizados e tentativa de invasão da sede da Polícia Federal em Brasília na noite desta segunda-feira (12) foram algumas das ações registradas por manifestantes bolsonaristas após a diplomação de Lula (PT) e Alckmin como Presidente da República e vice pela justiça eleitoral.
Porém, pelo Twitter, o Ministro da Casa Civil, tenta desviar do bolsonarismo os atos de vandalismo. Para Ciro Nogueira (PP-PI) as ações seriam de outro grupo virulento que provocou manifestações violentas em várias partes do mundo e, no Brasil, de forma mais presente a partir de 2013.
“Eles tem cara de Black Blocs, jeito de Black Blocs, fúria de Black Blocs, cheiro de Black Blocs e violência dos Black Blocs, que não existiram durante todo o governo Bolsonaro. Será coincidência ou a volta deles?”, tuitou Ciro Nogueira.
Em 2020, Jair Bolsonaro (PL-RJ) chamou de “terroristas” integrantes de movimento que se dizia antifascista que entrou em confronto com seus apoiadores em São Paulo. Por outro lado, após a derrota do Presidente nas urnas militantes bolsonaristas fecharam estradas e, de forma violenta, impediram o deslocamento de pessoas, inclusive doentes.
O caso desta segunda-feira envolve a prisão de um índio, José Acácio Serere Xavante. O Ministro Alexandre de Moraes (STF) atendeu pedido da Procuradoria Geral da República, onde afirma que ele teria encabeçado protestos bolsonaristas com incitação a violência e apoiadores a pegarem em armas para impedir a diplomação dos eleitos. Após esse fato teve início a série de vandalismos.
Para tentar tirar o foco do Presidente, nas redes sociais apoiadores falam que os protestos foram praticados por “infiltrados”. A Polícia Federal está em poder de imagens e promete identificar os autores dos ataques. O futuro Ministro da Justiça, Flávio Dino, garante que os culpados serão responsabilizados.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.