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O senador Rogério Marinho (PL-RN) foi condenado à perda do mandato pela Justiça do Rio Grande do Norte, na última quarta-feira (31), na ação sobre supostos cargos fantasmas na Câmara Municipal de Natal, onde exerceu o cargo de vereador entre 2001 e 2003 e entre 2005 e 2007. A decisão é do juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, mas o senador ainda pode recorrer da decisão.

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Também foram condenados no mesmo processo o vereador Bispo Francisco de Assis (Republicanos) e cinco ex-vereadores de Natal: Adenúbio Melo, Aquino Neto, Sargento Siqueira, Dickson Nasser e Fernando Lucena. Dois ex-vereadores, Edivan Martins e Salatiel de Souza, foram absolvidos.

De acordo com a decisão, Marinho cometeu “exorbitante gravidade na condição de gestor público, sob a confiança da sociedade que o elegeu, inseriu, de forma desleal, no quadro de uma pessoa servidores da Câmara Municipal de Natal, em evidente afronta à legalidade”.

“Em linhas gerais, restaram amplamente demonstradas a atuação fraudulenta, dolosa e deliberada, na formatação do famigerado esquema ilícito consistente na inclusão na folha de pagamentos da Câmara Municipal de Natal, de pessoas que não exerciam, efetivamente, qualquer atividade pública, concorrendo, assim, para que terceiros ou eles próprios enriquecessem ilicitamente às custas do erário”, completou, na decisão, o juiz Bruno Dantas.

Além da perda do mandato, a Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos do parlamentar por oito anos, o pagamento de multa e a proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, também por oito anos. Por meio de nota, o parlamentar afirmou, que contesta as conclusões da Justiça e explica que não houve apropriação indevida de recursos nem falta na prestação do serviço e disse que vai recorrer da decisão.

“O senador respeita, mas não concorda com as conclusões da Justiça de que seria ato de improbidade a contratação de médica para atender a população carente gratuitamente. Não há acusação de apropriação de dinheiro nem de que o serviço não era prestado. Por essa razão, descabida a condenação em uma ação, cuja a iniciativa, inclusive, se encontra prescrita, de acordo com a Lei de Improbidade Administrativa.”

O caso envolve a contratação de uma médica pelo gabinete do então vereador para atender gratuitamente a população carente, mas fora das dependências da Câmara. A médica atuaria numa clínica popular, com o nome na folha de pagamento da Casa, o que a profissional alega não ter permitido.

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Um grupo de líderes políticos do Piauí está participando de uma ação que é um Curso Gestão e Efetividade, promovido pelo Instituto Milton Campos. Os prefeitos Amiltinho, de Gilbués, Antônio Reis, de Floriano, Jean Braga, de Campo Alegre do Fidalgo e o presidente da Câmara de Floriano, Joab Curvina, são algumas das lideranças.

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"Prontos para aprender e, cheios de disposição para continuar a trabalhar pelo Piauí", foi o que colocou o ex-prefeito de Floriano, Joel Rodrigues, presidente do Progressistas, do Piauí, que está no evento.

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Ainda conforme o ex-gestor florianense, a viagem está servindo para visitar o Museu de Arte de São Paulo. "Enquanto nos preparamos para participar do Programa Gestão e Efetividade 2023, em uma iniciativa da Fundação Milton Campos, estamos visitando o Museu e vendo essas obras de artes", colocou o Joel.

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Da redação

O ex-vereador Claudemir Barros - Bilú, de Floriano-PI, foi o entrevistado no Jornal Piauí Notícias - JPN, e felou sobre política. Hoje, sem um grupo com políticos de grandes nomes, o ex-vereador florianense se sente magoado por não tem mais o apoio  das lideranças que ele apoio nas últimas eleições. 

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Bilú cita que não tem mais contatos com Rafael Fonteles, hoje governador, com quem trabalhou nas eleições passadas, com o senador Wellington Dias e com os nomes que ele apoio para a Câmaras a Estadual e Federal. 

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O ex-vereador tem feito duras críticas ao PT local. Veja e entrevista onde ele afirma que está pré-candidato seja pelo MDB, ou por outro partido. Veja aqui.

Da redação

 A Polícia Federal (PF) desencadeou na manhã desta quinta-feira (1º) a Operação Hefesto, que mira uma organização criminosa investigada por crimes de corrupção em Alagoas.

A PF investiga crimes de fraude em licitação e lavagem de dinheiro ocorridos entre 2019 e 2022 - durante o governo Jair Bolsonaro (PL) - em processos licitatórios, adesões a Atas de Registro de Preços e celebrações contratuais relacionadas ao fornecimento de equipamentos de robótica para 43 municípios alagoanos com recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE).

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À época, o fundo foi presidido por Marcelo Lopes da Ponte, ex-chefe de gabinete do ex-ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), colega de partido de Lira.

Segundo a CGU, as fraudes e superfaturamento geraram prejuízo ao erário de R$ 8,1 milhões e sobrepreço, com prejuízos potenciais de R$ 19,8 milhões, em relação às despesas até então analisadas.

Mais de 110 policiais federais e 13 servidores da CGU cumprem 27 mandados judiciais de busca e apreensão, sendo 16 em Maceió/AL, oito em Brasília/DF, um em Gravatá/PE, um em São Carlos/SP e um em Goiânia/GO, além de dois mandados de prisão temporária em Brasília/DF, todos expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Alagoas.

Além destas medidas, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis dos investigados, no valor de R$ 8,1 milhões e a suspensão de processos licitatórios e contratos administrativos celebrados entre a empresa fornecedora investigada e os municípios alagoanos que receberam recursos do FNDE para aquisições de equipamentos de robótica.

A investigação identificou ainda que foram realizadas, pelos sócios da empresa fornecedora e por outros investigados, movimentações financeiras para pessoas físicas e jurídicas sem capacidade econômica e sem pertinência com o ramo de atividade de fornecimento de equipamentos de robótica, o que pode indicar a ocultação e dissimulação de bens, direitos e valores provenientes das atividades ilícitas.

Algumas dessas transações eram fracionadas em valores individuais abaixo de R$ 50 mil, com o fim aparentemente de burlar o sistema de controle do Banco Central/COAF. Em seguida às transações, eram realizados saques em espécie e entregas dos numerários aos destinatários.

Pensar piaui

 

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação