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Sancionada lei que cria semana da cultura evangélica no Piauí

O governador Rafael Fonteles sancionou, no dia 26 de outubro, a Lei Nº 8.194/2023, de autoria do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Franzé Silva (PT), e que institui a Semana Estadual da Cultura Evangélica.

A celebração será feita, anualmente, na segunda semana do mês de setembro.

Franzé Silva destaca que a lei busca a "difusão da cultura e do evangelho, através da atuação da comunidade evangélica". "Boa parte da população piauiense é composta por evangélicos, que desenvolvem um trabalho de acolhimento espiritual e social relevante, de modo que uma semana dedicação a sua cultura vai fortalecer a difusão do evangelho", pontuou.

ASCOM

O Governo do Piauí realizou, na quarta-feira (25) e quinta-feira (26), o pagamento do piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que pertencem ao quadro de servidores do Estado. O pagamento é referente ao mês de setembro, bem como o retroativo dos meses de maio a agosto.

Segundo o secretário de estado da Saúde, Antonio Luiz Soares Santos, foram pagos todos os servidores efetivos e contratados temporariamente informados no Sistema InvestSUS, uma ferramenta que permite o acesso aos serviços, sistemas e informações no que tange à gestão do financiamento federal do Sistema Único de Saúde para os municípios, estados, Distrito Federal e entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos.

“O sistema InvestSUS recebe as informações sobre vencimentos e vantagens fixas e varáveis e calcula a diferença do auxílio financeiro complementar para pagamento do Piso Nacional da Enfermagem, para o estado ou município realizar o pagamento”, afirmou o gestor.

O secretário ressalta ainda que, se alguém ficou sem receber o piso, deve entrar em contato com o setor pessoal do órgão que atua. “Ainda há casos de valores de complementação do piso, enviados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS), para o município pagar funcionários do estado e vice-versa. Tais recursos, por se tratar de verba federal não podem ser transferidos entre os entes, ocorrendo apenas por meio de compensações futuras. Quando acontece isso, após reuniões a FNS determina a reabertura do sistema InvestSUS para que sejam feitos os ajustes necessários”, explica o secretário.

De acordo com a Lei 14.434,  a carga horária considerada é de 44 horas semanais para o piso salarial da enfermagem, os valores são os seguintes: enfermeiros - R$ 4.750,00; técnicos de enfermagem - R$ 3.325,00; auxiliares de enfermagem - R$ 2.375,00. Dessa forma, o pagamento deve ser proporcional nos casos de contratos com carga horária inferior ao período mencionado.

O projeto que autoriza o Governo do Estado a pagar o piso da enfermagem foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), ainda em setembro.

Governo estuda modelo de licitação de privatização da Agespisa e quer lance mínimo de R$ 1 bilhão O governo do Piauí está realizando estudos para o modelo de licitação que será adotado no processo de privatização dos serviços de fornecimento de água e esgotamento sanitário no Piauí. Há duas semanas, o governo encaminhou um projeto de lei à Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) que autoriza os próprios municípios do estado a prestarem, de forma independente, serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

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Continua após a publicidadeAnúncio O texto prevê que a gestão poderá ser feita, através da criação de órgão ou da celebração de contrato de concessão com empresas privadas. De acordo com o presidente da Agespisa, José Santana, o objetivo do projeto é que não haja uma privatização de forma individualizada, mas conjuntamente entre os municípios e o Estado.

Continua após a publicidadeAnúncio “O propósito do governador é que possa ter a adesão de todos os municípios para que o Estado possa lançar uma licitação a fim de poder permitir a oportunidade de privatização, mas não de forma individualizada, de todos os municípios, e sim conjuntamente com o Estado, aonde o Estado coordenando esse trabalho, faça a divisão da outorga que porventura seja conseguida com este repasse para a iniciativa privada, ficando metade para o Estado e metade para o município”, disse ao Cidadeverde.com.

Continua após a publicidadeAnúncio No início do mês, o governador Rafael Fonteles se reuniu com prefeitos na Associação Piauiense dos Municípios (APPM) onde apresentou a proposta de concessão dos serviços à iniciativa privada, e teve boa adesão dos gestores municipais. Em seguida, o projeto de lei foi apresentado à Assembleia Legislativa.

O presidente da Agespisa disse que o processo será de longo prazo, uma vez que o processo licitatório ainda deverá levar um tempo.

“Concretizando-se essa privatização, automaticamente a Agespisa deixa de existir. Agora, isso é um processo a longo prazo. Está sendo feita uma modelagem exatamente dessa licitação, e após ser lançado, é preciso que haja, como nos moldes normais, lances à altura do valor mínimo que o governo do estado determinou, que foi em torno de R$ 1 bilhão, que é o valor mínimo para venda”, explicou.

A concessão à iniciativa privada será diferente do processo feito entre a Agespisa e a Águas de Teresina, atual concessionária do saneamento básico na capital do Piauí. A empresa foi “subdelegada” para os serviços, diferente do que deverá ocorrer com a a Agespisa. “É uma privatização realmente”, disse José Santana.

Crise financeira na Agespisa

A Agespisa tem operado no vermelho. Segundo apurado pelo Cidadeverde.com, a companhia tem atualmente um passivo (dívidas) de mais de R$ 2 bilhões.

O governador defende o projeto citando o exemplo de Teresina, e acredita que o modelo deve se estender para outros municípios do estado. Ele pontua que a meta é garantir investimentos na ordem de R$ 10 bilhões para a área de modo que a tarifa pelo abastecimento de água e esgoto nas cidades do Piauí não supere àquela que já é aplicada nos demais estados do Nordeste.

“Os números do Piauí nessa área são muito ruins, o esgotamento, tirando a zona urbana de Teresina não chega 12%, estamos longe dessa meta, portanto, foi concebida a MRAE, envolvendo os 224 municípios, sendo que Teresina só envolve a zona rural, pois a zona urbana já concedida para a iniciativa privada e iremos caminhar com essa concessão no início do ano que vem para garantir o investimento da ordem de R$ 10 bilhões sem termos tarifa elevada. Ou seja, garantia de investimentos, acesso a água e esgoto, cumprindo a lei federal e envolvendo todos os municípios do Estado do Piauí”, declarou em entrevista no começo do mês.

O sistema de concessão é visto com resistência pelo presidente do Sindicato dos Urbanitários, que representa os profissionais que cuidam de serviços relacionados a essa área. Em audiência pública, que aconteceu no primeiro semestre deste ano, o presidente do Sindicato do Urbanitários do Piauí, Francisco Marques, disse que o “calcanhar de Aquiles” da Agespisa foi a subconcessão feita na capital à empresa Águas de Teresina. De acordo com o sindicalista, a transferência do serviço para a empresa privada representou uma perda de R$ 50 milhões para a agência pública.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação