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O Carnaval passou e os vereadores retornaram ao trabalho na Câmara Municipal de Floriano. Na Sessão Ordinária do dia 19 de fevereiro, o vereador Professor Magno apresentou indicações e dois novos Projetos de Lei, o Projeto de Lei 018/2026, que visa homenagear o saudoso Carlos Augusto Ferreira, mais conhecido como Professor Pompéia, dando seu nome ao complexo esportivo que será construído no bairro Vila Leão, através de parceria do governo federal com o município de Floriano-PI.

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Professor Pompéia, um dos grandes jogadores florianenses da sua época, foi um grande desportista e trabalhou com a escolinha de futebol de base Atletas do Futuro, que revelou jogadores para o Brasil inteiro.

Outro projeto apresentado pelo vereador Magno foi o Projeto de Lei 019/2026, que sugere a substituição progressiva dos utensílios de cozinha que são utilizados para servir a alimentação escolar, que atualmente são de plástico, por utensílios feitos de materiais biodegradáveis, visando dar mais segurança em relação à contaminação através do uso compartilhado dos atuais utensílios de plástico.

Os Projetos de Lei foram lidos na sessão e, conforme os trâmites legais, seguirão para as comissões temáticas para apreciação das matérias e retorno à pauta das sessões futuras para votação.

Além dos projetos apresentados, o vereador ainda fez indicação para reforma da escola municipal Dorinha Carvalho, no bairro Sambaíba Velha.

As duas maiores lideranças, Antônio Reis, atual prefeito de Floriano, e Joel Rodrigues, ex-prefeito e presidente estadual dos Progressistas, conforme os bastidores da política local, estão trincados, ou seja, sem uma comunicação amigável entre eles.

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O carnaval deste ano foi o termômetro para confirmar o que grandes líderes locais e populares estão comentando nos bastidores.

Antônio Reis e Joel Rodrigues, no primeiro arrastão, estavam em grupos separados. No segundo arrastão, a cena se repetiu, pois eles teriam se cumprimentado, mas sem uma comunicação longa, e não foram vistos depois nem próximos um do outro.

Já na terça de carnaval, último dia da festa de momo, o ex-prefeito Joel esteve numa outra cidade, mas chegou antes dos Ingratos passar na Avenida, brincou um pouco com Zé Bruno, Enéas Maia e companhia e saiu, enquanto o gestor A. Reis, e a primeira dama estavam no palanque acompanhando a movimentação.

Sempre após o carnaval, conforme a maioria é que a política de pré-campanha começa a esquentar. Este ano é eleitoral. É aguardar para ver se no final do túnel acende uma luz para um diálogo entre ambos.

Da  redação

As condições ruins de algumas ruas da cidade, região central, contribuíram para problemas num dos carros alegóricos da Escola de Samba da Arrocha, que foi desclassificada da competição do carnaval. O carro teve problemas ao ponto de não passar na Avenida.

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Outra observação negativa do carnavalesco Frederico Santos, presidente da Arrocha Um, vai de encontro à gestão de Antônio Reis, pois conforme o Fefè, houve uma demora na definição do repasse financeiro, no valor de R$ 30 mil, e todas as escolas do repasse financeiro para as escolas de samba.

Conforme ele, o repasse foi muito atrasado e prejudicou as agremiações, de forma que os presidentes das Escolas ficaram com as mãos atadas. Veja a entrevista.

 

Da redação

As discussões sobre os limites entre manifestação cultural e promoção política ganharam força após o desfile da escola Acadêmicos de Niterói no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. A apresentação, que fez referências diretas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pautas associadas ao governo federal, provocou reações contundentes da oposição e reacendeu o debate sobre o uso de recursos públicos em ano pré-eleitoral.

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Confira detalhes no vídeo:

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Em entrevista concedida a um programa jornalístico, o deputado federal Maurício Marcon avaliou que a presença de Lula no Sambódromo e o conteúdo do desfile tiveram impacto negativo fora do núcleo de apoiadores do governo. Na visão do parlamentar, a iniciativa teria afastado eleitores de centro, grupo considerado decisivo em disputas eleitorais, ao associar dinheiro público a uma homenagem personalizada ao chefe do Executivo. Segundo ele, a repercussão nas redes sociais e em veículos de imprensa indicaria rejeição significativa à iniciativa.

O deputado também relacionou o episódio a outros temas sensíveis enfrentados pelo governo, como denúncias envolvendo aliados históricos do PT e críticas à condução econômica. Para Marcon, o conjunto desses fatores contribui para o desgaste da imagem presidencial e enfraquece a possibilidade de reeleição. Ele sustenta que a exposição no Carnaval acabou funcionando como um erro estratégico, ao ampliar críticas sobre prioridades do governo e o uso do espaço público.

Outro ponto levantado foi a comparação com decisões anteriores da Justiça Eleitoral. Marcon citou precedentes do Tribunal Superior Eleitoral, que consideraram atos oficiais como abuso de poder político e econômico. Para o deputado, os mesmos critérios deveriam ser analisados no caso do desfile, já que houve mobilização institucional, visibilidade nacional e associação direta à figura do presidente. Na sua avaliação, isso poderia caracterizar desequilíbrio na disputa eleitoral, ainda que a propaganda antecipada, isoladamente, não resulte em inelegibilidade.

O desfile também trouxe à tona pautas defendidas pelo governo, como mudanças na jornada de trabalho. Marcon aproveitou o debate para apresentar sua proposta alternativa, baseada em maior flexibilidade de horas trabalhadas, defendendo que modelos internacionais priorizam produtividade e negociação direta entre empregado e empregador. Ele criticou projetos que, segundo sua análise, não considerariam impactos práticos sobre a economia e a organização social.

A entrevista avançou ainda para o cenário político mais amplo, incluindo a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e o fortalecimento de nomes ligados à oposição. Marcon avaliou que decisões judiciais recentes teriam efeito inverso ao pretendido, impulsionando possíveis sucessores e mantendo o embate político em alta temperatura.

Ao final, o deputado reforçou a ideia de que manifestações culturais financiadas com recursos públicos precisam observar limites claros para não se confundirem com promoção política personalizada. Para ele, o caso da Sapucaí se tornou um símbolo desse debate e deverá continuar sendo explorado tanto no campo jurídico quanto no eleitoral, com potencial impacto direto no posicionamento do eleitorado nos próximos meses.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação