Foi na sexta-feira, 13, o encontro dos integrantes do Bloco Vencedores, que tem a coordenação do ex-vereador e líder político florianense Maurício Bezerra. O evento de carnaval foi realizado na AABB, bairro Irapuá e contou com as presenças de populares de várias partes da cidade, alguns que são líderes de grupos.
Deputados Fábio Xavier e Zé Santana, bem como outras lideranças estavam presentes no evento que terminou na madrugada de sábado. Veja a entrevista com o professor Mauricio Bezerra.
Os paredões de sons estão proibidos de serem usados no Bloco das Virgens nesta sexta-feira, 13, em Floriano-PI. A decisão do Ministério Público se deu após denúncias de populares que moram nas imediações do ponto de concentração ao bloco.
A decisão revoltou nuita gente (donos de paredões) e, conforme o presidente do Bloco das Virgens, carnavalesco Ronaldo Lúcio - Zé Gatão-, ele não pode fazer nada, a não ser cumprir o que determina a Legislação. Veja a entrevista:
A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6132/25, do Poder Executivo, que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), em Brasília, podendo ser constituída de forma multicêntrica, com campi nas regiões do Brasil para atender as especificidades da presença dos povos indígenas no país.
O texto contou com parecer favorável da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), e será enviado ao Senado.
A deputada afirmou que a nova universidade propõe um modelo de conhecimento alinhado aos desafios contemporâneos do Brasil, como a garantia da justiça climática, a proteção dos biomas, a sustentabilidade dos territórios, a valorização das línguas indígenas e a produção científica interepistêmica (a várias mãos) e intercultural. "Reconhecer um espaço de educação superior construído a partir dessas epistemologias reafirma o protagonismo indígena na construção de respostas aos desafios contemporâneos, em especial à crise climática", disse.
Para a deputada, a criação da universidade representa um marco histórico na consolidação de uma política de Estado voltada à efetivação dos direitos educacionais, culturais, territoriais e epistêmicos (de ser levado a sério) dos povos indígenas do Brasil. "É uma reparação histórica e epistemológica ao direito dos povos indígenas a terem acesso aos espaços formais de produção, validação e circulação do conhecimento científico", afirmou Célia Xakriabá.
O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Finalidades De acordo com o projeto, a nova universidade terá como objetivos, entre outros:
ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária;
produzir conhecimentos científicos e técnicos necessários ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com sistemas de conhecimentos e saberes tradicionais;
valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas;
promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem-viver dos povos indígenas; e
valorizar, preservar e difundir os saberes, as culturas, as histórias e as línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.
Imóveis da União Além de outros bens, legados e direitos doados, a Unind contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente.
A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.
Reitor temporário O ministério nomeará o primeiro reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Deputados aprovaram o projeto na sessão do Plenário desta terça-feira
Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.
Os cargos de reitor e vice-reitor serão ocupados obrigatoriamente por docentes indígenas.
Concurso público Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.
No entanto, haverá critérios específicos que assegurem percentual mínimo de seleção de candidatos indígenas, observadas regras da Lei de Cotas (Lei 15.142/25).
A Unind poderá ainda estabelecer processos seletivos próprios, ouvidas as comunidades indígenas e consideradas as diversidades linguística e cultural.
Debate em Plenário Durante o debate sobre o projeto, o líder do PT, deputado Pedro Uczai (SC), ressaltou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) permite a criação de universidades especializadas por campo de saber. "Permite o campo do saber da sabedoria ancestral, para fazer justiça com os povos originários e o conhecimento ancestral, cientificamente comprovado."
O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) lembrou que os Estados Unidos criou sua primeira universidade indígena em 1884. "Tem 142 anos de atraso que os povos indígenas no Brasil aguardam", disse.
Já o deputado Tião Medeiros (PP-PR) questionou o que viu como segregação ao criar a instituição. "Por que fazer uma segregação? Por que não podem estar em uma universidade com os outros? Tem de criar uma coisa separada", criticou.
Essa foi a mesma argumentação do deputado Bibo Nunes (PL-RS). "Nada contra indígena, mas faça o seu curso em qualquer universidade. Universidade é para todos", defendeu.
O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que os povos indígenas estão na sociedade brasileira, mas com sua especificidade. "Essa universidade vai valorizar um saber único, específico, com o qual nós, dito civilizados, temos muito de aprender", afirmou.
Entre os dias 9 e 13 de março, a Esplanada da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) vai novamente sediar o projeto Justiça Itinerante. O Poder Legislativo, em parceria com o Tribunal de Justiça (TJ-PI), vai comemorar a Semana do Consumidor disponibilizando diversos atendimentos à população por meio de instituições como Ministério Público, Secretaria da Segurança Pública e Defensoria Pública.
A ação é organizada pelo Procon Alepi e o coordenador Leandro Coelho diz que os resultados expressivos do evento realizado em 2025 garantiram a sequência da parceria. “No ano passado, o presidente Severo Eulálio nos passou essa missão de atrair a sociedade para dentro da Casa do Povo. Nós fizemos uma ação na qual tivemos, aproximadamente, 3 mil atendimentos. Depois desses bons números, seria justo a gente repetir e no ano de 2026 a gente vai aproveitar a semana em que é o comemorado, o Dia do Consumidor. Foi uma forma que nós achamos de continuar atraindo a sociedade para dentro da Casa do Povo”, explica o coordenador.
A ampla oferta de serviços repete a do ano passado. “A Justiça Itinerante, com seus parceiros, vai oferecer serviços judiciais e extrajudiciais. São diversas ações, todas elas de forma bem simples e gratuita, para a população que necessitar realizar um divórcio consensual, a retificação do registro civil, ação de suprimento de óbito, acordo de alimentos, reconhecimento voluntário de paternidade e também o exame de DNA”, enumera Roberta Sampaio, analista judicial do TJ-PI.
Ela acrescenta que também vão estar disponíveis atendimentos com cartórios. “Solicitações de segunda via dos registros civis de nascimento, casamento ou óbito e também um serviço que é um dos mais procurados da Justiça Itinerante, que é a pré-inscrição para o casamento comunitário”, descreve a servidora.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.