As condições ruins de algumas ruas da cidade, região central, contribuíram para problemas num dos carros alegóricos da Escola de Samba da Arrocha, que foi desclassificada da competição do carnaval. O carro teve problemas ao ponto de não passar na Avenida.

Outra observação negativa do carnavalesco Frederico Santos, presidente da Arrocha Um, vai de encontro à gestão de Antônio Reis, pois conforme o Fefè, houve uma demora na definição do repasse financeiro, no valor de R$ 30 mil, e todas as escolas do repasse financeiro para as escolas de samba.
Conforme ele, o repasse foi muito atrasado e prejudicou as agremiações, de forma que os presidentes das Escolas ficaram com as mãos atadas. Veja a entrevista.
Da redação