O lançamento do Comitê Municipal em Defesa da Democracia e pelo direito do ex-presidente Lula se candidatar à presidência da República foi lançado no sabado, 13, em Floriano, pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores do município .
O evento politico reuniu membros da militância petista local, lideranças de partidos aliados, empresários, sindicalistas, estudantes e se realizou no Auditório da Associação Comercial de Floriano.
O presidente do diretório estadual do PT, deputado Assis Carvalho, secretário estadual de Governo, Merlong Solano e o prefeito de Hugo Napoleão, Hélio Rodrigues (PT) foram recebidos pelos petistas locais.
De acordo com informações dos líderes petistas a implantação de comitês estaduais e municipais está acontecendo em todo o Brasil. Um dos fatos dos encontros é tratar com os partidarios sobre, em acordo com PT Nacional, sobre o julgamento do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.
O comitê não é somente em defesa do ex-presidente Lula, mas da própria democracia, ameaçada pelos desmandos do atual governo e pela postura partidária do Juiz Sergio Moro, colocou o secretário Merlong Solano.
Além do municipio de Floriano, a manifestação se realizou em 18 territórios do Piauí nesse final de semana, dias 12 e 13 de janeiro.
Há cerca de trinta dias um consumidor de energia da Eletrobras passa por maus momentos em São José do Peixe. O empresário Francisco Freitas em nome da esposa Areolina Neta (imagem) fez na representação da Eletrobras, com sede na área central de Floriano, um pedido de ligação de energia elétrica por meio de um contrato no dia 19 de dezembro, mas até o momento os servidores da referida empresa de distribuição de energia não apareceram para fazer a ligação.
“Já liguei várias vezes, já anotei vários protocolos e ainda fiz várias visitas à empresa mas nada foi resolvido até o pressente momento”, disse Chico Freitas que anunciou que vai procurar o Ministério Público para denunciar o que ele considera um descaso e externou mais, que nesse período de espaço de tempo os profissionais já tiveram por várias vezes para realizarem outros serviços mas não lhe procuraram para a ligação.
“Uma atendente no Espaço Cidadão, onde existe um Posto de Atendimento, ao ser procurada por nós nos disse que a prioridade da Eletrobras não é fazer ligações novas, mas sim a falta de energia”, narra Freitas ao piauinoticias quando há cerca de 15 dias esteve procurando a empresa no Espaço Cidadão, bairro Cancela em Floriano, para resolver o seu problema.
“Como tinha que mudar para essa nova casa com a minha esposa e uma filha de 4 anos estamos passando momentos difíceis, pois estamos sem geladeira, Tv e o que pior, estamos sem usar os ventiladores que nos proporciona um certo conforto”, disse o empreendedor em tom de desespero.
OUTRO LADO O piauinoticias está tentando contato com a representação da empresa, mas até o momento as tentativas foram sem sucesso.
O presidenciável e deputado federal Jair Bolsonaro ainda nem assinou sua ficha de filiação ao Partido Social Liberal (PSL) e já traz três problemas para a sua futura legenda. O primeiro é o de conter a debandada de filiados. Um grupo que representava 12 dos 27 diretórios estaduais e 200 comissões municipais, além da Secretaria de Comunicação da legenda, anunciou a sua desfiliação.
O segundo, o de explicar sua evolução patrimonial (e de seus três filhos parlamentares) no período em que passaram a ocupar cargos públicos. O caso foi denunciado em 23 reportagens, compartilhadas nas redes sociais por ao menos 470.000 pessoas, conforme o Monitor do Debate Político no Meio Digital. O terceiro é o de fazer a Executiva Nacional do PSL explicar um notório contrassenso: como é possível driblar o artigo 3º de seu estatuto, que expressa que o partido se considera um “forte defensor dos direitos humanos e das liberdades civis” enquanto aceita em seus quadros uma pessoa que elogia torturadores da ditadura militar e ataca a imprensa?
Conhecido como um partido de aluguel, com menos de dez segundos de tempo de TV, que recebe 5,3 milhões de reais do fundo partidário e só consegue eleger um deputado a cada eleição, o PSL passava por um processo de renovação. Nos últimos dois anos juntou em seus quadros milhares de novos filiados, que se definem como liberais nos costumes e na economia, para poder renovar o partido. Boa parte deles dissidentes do Movimento Brasil Livre (MBL). Outros, despertaram para a política após os protestos de junho de 2013. Se autodenominaram Livres. A maioria, agora, se desliga do PSL por entender que a chegada de Bolsonaro “é inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa”. A afirmação foi feita por meio de um comunicado conjunto dos participantes do grupo.
“O Bolsonaro representa a submissão do PSL a um projeto político personalista e o fim de um projeto de renovação”, declarou o cientista político Fábio Ostermann, membro do Conselho Nacional do Livres e candidato derrotado à prefeitura de Porto Alegre em 2016.
Criado em 2016, os Livres sentiram-se traídos pelo presidente do PSL, Luciano Bivar. “Estávamos reabilitando uma legenda amorfa, que era conhecida como legenda de aluguel. Criamos uma coesão, uma unidade de propósito dentro do partido, trazendo mensagem ideológica clara. A partir daí, trabalhávamos uma construção ideológica do partido, que antes não havia. Agora, vamos tomar nosso rumo”, afirmou Ostermann. Entre os que deixaram a legenda está Sergio Bivar, filho do presidente, Luciano Bivar, suplente de deputado pelo Pernambuco e candidato derrotado na eleição presidencial de 2006.
Se para o nanico PSL a saída dos Livres pode ser uma perda, para o próprio grupo, aparentemente, foi uma vitória. “Por enquanto, nosso movimento representou um upgrade. Ele saiu fortalecido. Mostrou coerência e reconhecimento de diferentes grupos políticos”, afirmou Paulo Gontijo, empresário e presidente interino do Livres. Em tempos em que as redes sociais deverão ser fundamentais para a campanha, os Livres cresceram em uma semana o equivalente a seis. Desde o rompimento com o PSL, ganharam 6.000 novos seguidores, quando, em tempos normais, atingiam no máximo 1.000 por semana.
Até o fim do mês, conforme Gontijo, os Livres devem decidir qual será o seu rumo. A tendência é que seus candidatos agora se filiem a um grupo pequeno de partidos diferentes e possam, caso eleitos, seguirem defendendo suas bandeiras no Congresso Nacional ou nas Assembleias Legislativas. Siglas como PPS, PSDB, Rede, Podemos e Novo entraram em contato com representantes dos Livres para se solidarizar e para abrir as portas aos novos filiados.
Casa para sexo Desde que assumiu sua pré-candidatura presidencial, Bolsonaro tem se apresentado como um político honesto, que não está envolvido em escândalos (cita frequentemente o mensalão e a Lava Jato) e ferrenho defensor da segurança pública. Mobiliza milhares de seguidores Brasil afora. Reportagens publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo e reproduzidas por parte da imprensa brasileira colocaram em dúvida a legalidade de suas declarações patrimoniais. Ele e seus três filhos que são parlamentares (um deputado federal, um deputado estadual e um vereador) possuem 13 imóveis que somam um valor de 15 milhões de reais. Vários deles com a declaração de compra em um valor inferior ao definido por impostos municipais. Além disso, Jair Bolsonaro recebia auxílio moradia da Câmara mesmo possuindo um imóvel próprio em Brasília, o que seria, no mínimo, imoral.
A enxurrada de críticas à família Bolsonaro tirou o pré-candidato presidencial do rumo. Em entrevista à Folha publicada nesta sexta-feira, ele alegou que o imóvel de Brasília era usado para fazer sexo. “Como eu estava solteiro naquela época, esse dinheiro de auxílio moradia eu usava para comer gente...”, disse o parlamentar ao jornal. À reportagem, ele também ataca os jornais brasileiros (diz que a maioria produz notícias falsas) e nega que tenha sonegado impostos, conforme afirmou em 1999 durante outra entrevista.
O reflexo dos últimos movimentos da imprensa foi a enxurrada de críticas a Bolsonaro e, certamente, uma das piores semanas para sua pré-candidatura. O Monitor do Debate Político no Meio Digital filtrou 470.000 compartilhamentos de reportagens negativas a Bolsonaro e de apenas 33.000 positivas. Uma proporção de 14 para 1.
O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Thompson Flores, encaminhou ofício à presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, e à Procuradoria Geral da República, relatando que desembargadores da Corte têm recebido ameaças. Ele também relatou o ocorrido a deputados petistas durante reunião nesta sexta-feira. O TRF4 vai julgar os recursos de Lula, condenado pelo juiz Sergio Moro a uma pena de 9 anos e seis meses de prisão, e de outros seis réus no processo do famoso tríplex do Guarujá.
Thompson terá encontro com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, nesta segunda-feira, 15, às 10h. As ameaças que a Corte tem recebido estão entre os assuntos da reunião.
O presidente do TRF4 já havia relatado as intimidações que magistrados têm sofrido em reunião com deputados petistas, nesta sexta-feira, 12. Os parlamentares trataram de questões de segurança relacionadas às manifestações que o partido convoca a favor do ex-presidente.
“Os senhores representam parcela da sociedade como membros do Poder Legislativo. Aceitamos prontamente a colaboração para assegurarmos a segurança de todos os envolvidos no julgamento do dia 24 e, também, pedimos que divulguem a mensagem por manifestações pacíficas”, afirmou Flores, aos deputados.
O ex-presidente terá seu recurso julgado pelos desembargadores da 8ª Turma do TRF4 no próximo dia 24. O julgamento é cercado de grandes expectativas. Porto Alegre poderá receber muitos manifestantes.
Durante a reunião, o deputado Paulo Pimenta (PT) afirmou que o grupo que se reuniu com Flores representa ‘165 deputados do PT no país’. “Estamos trabalhando para que tudo transcorra dentro das normas da Constituição Federal e das garantias individuais”, afirmou.
Pimenta entregou ao desembargador um ofício pedindo para que o tribunal ‘viabilize um espaço destinado às autoridades para que assistam ao julgamento, no tribunal, via telão, já que a sala de sessão será somente para advogados e partes. O presidente garantiu que o pedido será atendido.
Também participaram da reunião os deputados federais Marco Maia e Maria do Rosário e os estaduais Edegar Pretto, presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Stela Farias, líder da bancada estadual do PT no legislativo estadual, Tarcisio Zimmermann, além do advogado Ricardo Zamora.
“O que nós fazemos aqui é ser parte da resistência que a população brasileira está compondo com trabalhadores e trabalhadoras já que está muito claro que não existem provas neste processo contra Lula e que a condenação dele pelo juiz Moro foi uma decisão política”, afirmou Maria do Rosário, após deixar o encontro.
Para a parlamentar, é preciso ter ‘confiança’ de que ‘o que está escrito no processo, se for lido, de fato pelos desembargadores, pelos que são responsáveis pelo julgamento, vai nos levar a um único resultado: absolver o presidente Lula.
“Porque não há nada sobre esse tríplex que justifique… não há nada contra o presidente Lula que justifique uma interferência no processo eleitoral só para retirar Lula nas eleições”.
A Justiça chegou a proibir acampamento do MST em frente à Corte até três dias depois na região do Parque da Harmonia, aonde fica a Corte.
A Justiça Federal, no entanto, informou que não foram proibidas manifestações nas proximidades do TRF4. “A determinação judicial é para controlar o acesso de modo a assegurar a normalidade do trânsito de pessoas e veículos no entorno do Tribunal, garantido o direito de manifestação no Parque da Harmonia”, destacou a Justiça, em nota.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.