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Cerca de 50 celetistas contratados estão sendo afastados da Educação Municipal, em Floriano.

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O motivo, de acordo com o secretário Joab Curvina, é a crise financeira.

“Estamos vivendo um momento de recessão, de crise financeira. Nos últimos três meses a Educação tem perdido cerca de R$ 1,8 milhões e, para que se tenha uma ideia, Floriano recebia por mês cerca de R$ 2,8 milhões do Fundeb e desde o mês de agosto tivemos uma queda vertiginosa desses repasses. Caímos de R$ 2.200 milhão para pouco mais de R$ 1,6 milhão, por exemplo, durante os meses de setembro e outubro”, explica o secretário Joab afirmando que o município precisa equilibrar as finanças para que possamos fechar o ano financeiro de forma positiva e iniciar o ano de 2019.

A decisão foi tomada em conjunto com a equipe do financeiro de afastar cerca de 50 contratados. Essa foi a primeira medida e precisamos reduzir as despesas e fazer um estudo de como vai se comportar as finanças pelos próximos dois meses (novembro e dezembro).

“Precisamos honrar todos os compromissos financeiros da Secretaria e da Prefeitura de Floriano”, externou Curvina.

 

Da redação

moroO juiz Sergio Moro chegou às 9h desta quinta-feira (1) à casa de Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca. Os dois vão conversar sobre o desejo do presidente eleito de ver o magistrado como ministro da Justiça ou do Supremo Tribunal Federal, quando houver vaga.

Moro desembarcou no Aeroporto Santos Dumont por volta das 7h30. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças.

Questionado sobre o que o motiva para o encontro com Bolsonaro, o juiz afirmou que o país precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado. "Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro", destacou Moro.

Durante o voo, ele chegou a dizer que ainda não há nada definido.

"Tô indo lá para conversar, não tem nada decidido. Ainda vai haver a conversa", afirmou o magistrado.
Durante a viagem, Moro também falou que considera prematuro temerem impacto negativo na Lava Jato caso aceite o cargo. "Acho surpreendente falar que não se deve nem conversar com um presidente que acabou de ser eleito por mais de 50 milhões de brasileiros", afirmou.

Perguntado sobre o fato de a defesa do ex-presidente Lula ter questionado o fato, ele apenas respondeu que "se houver alguma alegação, será decidido nos autos".

 'Honrado com a lembrança'

Na terça, Moro afirmou que, caso o nome dele seja indicado para o STF ou para o Ministério da Justiça, vai refletir sobre o convite.

"Sobre a menção pública pelo Sr. Presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão", diz a nota divulgada pela Justiça Federal do Paraná.

A possibilidade foi levantada por Jair Bolsonaro na noite desta segunda-feira (29), em entrevista ao vivo ao "Jornal Nacional". O avião que está trazendo Sérgio Moro decolou do aeroporto Afonso Pena, na região metropolitana de Curitiba, pouco antes das 6h30 desta quinta.

Moro é o juiz responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância e, com o avançar da operação, ganhou notoriedade nacional. Na avaliação do presidente eleito, Moro é um símbolo no Brasil.

"Eu costumo dizer que é um homem que perdeu sua liberdade no combate à corrupção. Ele não pode mais ir à padaria sozinho ou ir passear com a família no shopping sem ter aparato de segurança ao lado. É um homem que tem que ter o trabalho reconhecido", disse durante a entrevista.

O presidente disse ainda que a corrupção tem que ser banida no país e que "ninguém suporta mais conviver com essa prática tão nefasta".

Apoiadores em 'vigília'
Além da movimentação de jornalistas, apoiadores de Bolsonaro esperavam na porta do condomínio onde o presidente eleito mora, na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

As amigas Ilma Lopes e Marinês Pulcherio tentaram ver a chegada do juiz Sergio Moro. A administradora Ilma mora na Barra da Tijuca, mas afirmou que essa é a primeira vez que vai até o local. “Viemos para prestigiar o Moro. A gente é fã dele de carteirinha. A gente só queria retribuir um pouco o que ele tem feito. Ela (Marinês) é mais Bolsonaro, eu sou mais Moro”, disse Ilma.

 

G1

Foto: reprodução TV Globo

A política de incentivos ao Nordeste e ao Norte vencem o dia 31 de dezembro, uma comitiva formada pelo representante da bancada do Nordeste, deputado federal Júlio César (PSD), da Zona Franca de Manaus e Confederação Nacional da Indústria (CNI) tiveram audiência com o presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ) pedindo a prorrogação dos incentivos como forma de reduzir as desigualdades sociais na região.

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O deputado Júlio César disse que essas entidades foram à Brasília defender a prorrogação dos incentivos fiscais para o Norte e para o Nordeste. Na próxima semana o presidente da Câmara ficou de marca a pauta de urgência e na semana seguinte já julgar o mérito do projeto em plenário.

“Esses incentivos vencem no dia 31 de dezembro, e temos que nos antecipar. O Nordeste a cada ano perde uma parcela do que tinha para incentivar a região e diminuir a desigualdades regionais que têm com o Brasil. O Nordeste tem menos da metade da renda per capta da média da população brasileira”, explicou o deputado Júlio César.

Segundo o deputado, as estruturas como Dnocs, Sudene, Finor estão perdendo os incentivos e estão se acabando. “Queremos manter esses incentivos para investimentos dentro do Nordeste pelo menos por mais cinco anos, para que as empresas queiram investir e gerar empregos na nossa região”, finalizou o coordenador da bancada do Nordeste.

Assessoria de Imprensa do Deputado Federal Júlio Cesar 

A China fez um duro alerta ao presidente eleito Jair Bolsonaro e apontou que, se a opção do Brasil em 2019 for por seguir a linha de Donald Trump e romper acordos com Pequim, quem sofrerá será a economia brasileira.

A forma encontrada pela China para mandar o recado foi a publicação de um editorial em seu principal jornal estatal, com versão em língua inglesa. No China Daily, o texto não deixa dúvidas da irritação que Bolsonaro já criou em Pequim. O jornal é uma espécie de porta-voz ao mundo do governo chinês e usado para mandar mensagens a parceiros.

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Segundo o editorial, as exportações brasileiras "não apenas ajudaram a alimentar o rápido crescimento da China. Mas também apoiaram o forte crescimento do Brasil". Para os chineses, portanto, criticar Pequim "pode servir para algum objetivo político específico". "Mas o custo econômico pode ser duro para a economia brasileira, que acaba de sair de sua pior recessão da história."

"Ainda que Bolsonaro tenha imitado o presidente dos EUA ao ser vocal e ultrajante para captar a imaginação dos eleitores, não existe razão para que ele copie as políticas de Trump", alertaram os chineses. O jornal admite que existem especulações sobre o futuro das relações entre os dois países.

Bolsonaro, ao longo da campanha presidencial, criticou a China. Em fevereiro, ele ainda visitou Taiwan, o que deixou Pequim irritada. Sabendo que Bolsonaro poderia ser um forte concorrente para a Presidência, a embaixada chinesa enviou uma carta de protesto. Nela, Pequim expressava sua "profunda preocupação e indignação" e alertava que a visita era uma "afronta a soberania e integridade territorial da China" e "causa eventuais turbulências na Parceria Estratégica Global China-Brasil, na qual o intercâmbio partidário exerce um papel imprescindível".

Agora, segundo o editorial, empresários chineses operando no Brasil e autoridades em Pequim vão se colocar a pergunta: "até que ponto o próximo líder da maior economia da América Latina vai afetar a relação Brasil-China?"

"Essa é uma pergunta pertinente. Afinal, Bolsonaro é apresentado por alguns como um "Trump Tropical", uma pessoa de direita que não apenas endossa a agenda nacionalista de Trump, mas pode copiar uma página de seu guia", diz o texto. "Ele (Bolsonaro) prometeu dar preferências a acordos bilaterais e mudar a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém", indicou o texto do editorial.

"Além disso, ele se mostrou menos que amistoso em relação à China durante a campanha. Ele apresentou a China como um predador buscando dominar setores-chave da economia brasileira", destacou.

"Não é uma surpresa, portanto, que as pessoas estejam se questionando se Bolsonaro irá, como o presidente americano fez, dar um golpe substancial à relação mutuamente benéfica Brasil-China", insistiu.

Os chineses deixaram ainda claro que não acreditam que promessas feitas em campanhas eleitorais fiquem apenas pelo caminho antes do voto. "Ou que o Bolsonaro presidente coma naturalmente as palavras extremas do Bolsonaro candidato", alertam.

"Ainda assim, esperamos que quando ele assumir a liderança da oitava maior economia do mundo, Bolsonaro olhe de forma racional e objetiva para o estado das relações Brasil-China", disse. "Ele se daria conta que a China é seu maior mercado exportador e primeira fonte de superávit comercial", escreveu o jornal. "Mais importante: as duas economias são complementares e dificilmente competidores."

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação