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Em uma nota feita e publicada nas redes socais o prefeito Joel Rodrigues, de Floriano, se manifesta quanto as colocações do ex-vereador e líder religioso Almir Reis. 

Almir que numa entrevista, quando é perguntado se tem negociado união política com Joel, diz que tem negociado somente com Deus e chamou o prefeito Joel Rodrigues, de "bandido". O prefeito Joel diz lamentar, mas sem surpresa as agressões que partiram do líder religioso à sua pessoa.

joelrodr123

Veja a NOTA do gestor.

-Amigas e amigos.  Nessas poucas linhas quero comentar sobre as palavras do reverendo, repercutidas na imprensa, nesta sexta-feira, 3 de janeiro.
Primeiro lamentar, mas sem grande surpresa, pelas agressivas palavras contra alguém que tem quase trinta anos de vida pública, sem condenações e manchas, pautados no discernimento e vontade de Deus, sete mandatos concedidos pelo povo, que sempre soube escolher os seus gestores e que jamais colocaria um “bandido” em tão importantes cargos públicos.
Dizer que sou um “bandido”, que faço parte de uma “máfia”, é algo muito forte para sair da boca de alguém que é linha de frente em um templo cristão, e, ao mesmo tempo, traz à tona uma postura muito estranha, alguém que dizia estar abandonando a política em nome de Deus e seu ministério e a família, coisas tão sagradas; de alguém que outrora, como aliado, tinha palavras e postura tão diferentes.
Sempre respeitei os meus adversários políticos, sempre fiz política e gestão pautados na paz e no bem, não uso armas, não agrido pessoas, não roubo, não pronuncio palavrões, não uso de calúnia, injúria ou difamação contra quem quer que seja, e cada vez que ouço ou presencio situações como a de hoje, absorvo mais uma carga de decepção, porque essas ações e pensamentos partem exatamente de quem promete ajudar Floriano a crescer.
A população não aprova esse tipo de postura.
Por fim gratidão por tantas manifestações de apoio e de repúdio ao fato lamentável deste dia. Sigo firme na fé, na integridade e no respeito ao povo.

Joel Rodrigues

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Floriano não aprova esse tipo de desrespeito, diz Akássio se referindo a Almir

Não existe possibilidade de apoiar candidato bandido, diz Almir se referindo a Joel

Da redação

O vereador Akassio Sousa, de Floriano, foi uma das pessoas a se manifestar quanto as colocações do ex-vereador Almir Reis, de Floriano, quando se refere ao prefeito Joel Rodrigues - à direita- o chamando de bandido.

akassio

Veja matéria anterior:

O vereador Akássio Sousa - a esquerda - colocou o seguinte:  "Neste 3 de janeiro testemunhei um misto de injustiça, desrespeito e tristeza. Ouvir o prefeito de Floriano, Joel Rodrigues, ser chamado de “bandido”, foi algo que considerei absurdo e ilógico. Logo contra alguém que se aproxima dos trinta anos de homem público, sem mácula, sem contas reprovadas, um escolhido pelo povo com legitimidade, pai de família e que nunca teve qualquer episódio que possa aproximá-lo de um adjetivo tão absurdo.  Floriano não aprova esse tipo de desrespeito e agressividade contra a pessoa humana, seja ela política ou não. Joel Rodrigues é um homem de Deus, de paz, que prega a harmonia, mesmo com os adversários políticos, porque entende que Floriano precisa estar sempre acima de toda a indiferença e incompatibilidade política entre entes de gestão ou personagens da política local", coloca o vereador.

Akassio disse mais, "Joel sempre respeitou os seus adversários, seja como vereador, presidente da câmara, prefeito e deputado, e não tenho dúvidas de que deve ter ficado muito triste, assim como a população que o elegeu tantas vezes, em ouvir palavras tão cheias de ódio, saírem da boca de alguém que se propõe ajudar a cidade, alguém que prega os ensinamentos de Cristo. Joel Rodrigues, receba o meu apoio e a minha solidariedade. A sua integridade por sí só, já desintegra, transforma em fumaça, qualquer ataque contra a sua pessoa. Siga com a paz no coração".

O parlamentar municipal acrescentou "-1 Cada qual seja submisso às autoridades constituídas, porque não há autorida e que não venha de Deus; as que existem foram instituídas por Deus. - 2 Assim, aquele que resiste à autoridade, opõe-se à ordem estabelecida por Deus; e os que a ela se opõem, atraem sobre si a condenação".

Romanos 13.1.5
#VereadorAkássio
#éSóConfiar
#FlorianoPodeMais
#aMissãodeFazerMaiseMelhor

Da redação

Repercute nas redes sociais  as declarações de ofensas do ex-vereador Almir Reis, do MDB de Floriano, ao prefeito Joel Rodrigues. 

almirreis12

Reis estava dando uma entrevista na TV Tropical, em Barão de Grajaú-MA,  quando foi indagado pelo apresentador Wellington Raulino, da possibilidade de o mesmo apoiar o prefeito Joel e o ex-vereador respondeu chamando o gestor de bandido. 

"Não existe possibilidade deu apoiar candidato bandido que só tem prejudicado a nossa cidade", cita Almir.

Veja o que está nas redes.

 

Ajudar a tirar o Brasil da crise econômica foi uma das principais tarefas do Senado ao longo de 2019. Seja na análise de projetos de lei ou de medidas provisórias encaminhadas pelo Executivo, os senadores dedicaram boa parte do tempo, neste primeiro ano da legislatura, a formas de fazer o país reencontrar o rumo do crescimento. Além da reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103, de 2019leia mais aqui) combate à burocracia; facilidade para empréstimos a microempresas e a criação do Cadastro Positivo foram algumas das propostas aprovadas. 

senado

Votada pelo Plenário do Senado em 21 de agosto, a MP da Liberdade Econômica (MP 881/2019) resultou na Lei 13.874, de 2019, com medidas de desburocratização e simplificação de processos para empresas e empreendedores. A lei flexibiliza regras trabalhistas, como dispensa de registro de ponto para firmas com até 20 empregados, e elimina alvarás para atividades consideradas de baixo risco. 

Agora, de acordo com a nova norma, se observadas regras de proteção ao meio ambiente, condominiais, de vizinhança e leis trabalhistas, qualquer atividade econômica poderá ser exercida em qualquer horário ou dia da semana. Outra medida prevista é o fim do e-Social, um sistema de escrituração digital que unifica o envio de dados de trabalhadores e empregadores. Ele será substituído por um modelo mais simples. 

Além disso, a lei estabelece que novas carteiras de trabalho pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia sejam emitidas “preferencialmente” em meio eletrônico, com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificação única do empregado. As carteiras continuarão a ser impressas em papel apenas em caráter excepcional. 

O presidente Jair Bolsonaro vetou quatro dispositivos da lei e o Congresso Nacional manteve os vetos. Bolsonaro eliminou, por exemplo, dispositivo que permitia aprovação automática de licenças ambientais. Além disso, vetou um item que flexibilizava testes de novos produtos ou serviços. 

Cadastro Positivo 

Em 2019, foi aprovada também a criação do Cadastro Positivo, previsto na Lei Complementar 166, de 2019, sancionada sem vetos pelo presidente da República. O projeto que tratou do assunto passou pelo Senado no dia 13 de março (PLP 54/2019), com parecer favorável elaborado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O Ministério da Economia sustenta que o cadastro é um grande avanço institucional e representa uma forma de democratização do acesso ao crédito. Segundo técnicos da pasta, a iniciativa pode beneficiar 130 milhões de pessoas, inclusive 22 milhões de cidadãos que estão fora do mercado de crédito. O governo argumenta que a medida também tem o potencial de reduzir a inadimplência no país e as taxas de juros ao consumidor.

Garantia solidária

Outra proposição importante na área econômica votada em 2019 foi o PLC 113/2015 - Complementar, que autoriza o uso de garantia solidária por microempresas que precisam tomar empréstimos financeiros. O texto é de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC) e passou no Plenário com 55 votos a favor e nenhum contrário. 

O projeto foi sancionado no início de dezembro e virou a Lei Complementar 169, de 2019, que tem pontos a serem regulamentados pelo Poder Executivo. Esperidião Amin lembrou que as atividades das micro e pequenas empresas ficam prejudicadas justamente por falta de condições de oferecer garantia para a obtenção de empréstimo com o objetivo de implementar algum projeto, empreendimento ou ideia.

— O que é uma startup, senão um projeto, uma ideia, um plano de negócios, para usar a linguagem apropriada. Ela não tem garantia para oferecer, mas precisa de crédito, precisa de capital para deixar de ser uma ideia e para passar a compor o campo da realidade — disse o senador. 

Fundo de Garantia

Também passou pelo crivo dos senadores em 2019 a MP 889/2019, convertida na Lei 13.932, de 2019, que cria que novas modalidades de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A norma instituiu a modalidade de saque-aniversário, pela qual o trabalhador pode fazer uso de parte do dinheiro a cada ano, independentemente de eventos como demissão ou financiamento da casa própria. Além disso, liberou o saque imediato de até R$ 998 (um salário mínimo). Inicialmente, o valor estabelecido pela MP 889/2019 foi de R$ 500. Deputados e senadores alteraram esse valor na comissão mista que analisou a proposta. 

A lei livrou também as empresas de pagarem à União a multa de 10% do FGTS em caso de demissão sem justa causa. Tal iniciativa não afeta o trabalhador, que continuará recebendo normalmente a multa de 40%. 

De acordo com o governo, somente os saques do FGTS devem injetar, de imediato, R$ 3 bilhões na economia brasileira. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação