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Diego Aguirre aproveitou seu primeiro jogo sem caráter decisivo à frente do São Paulo para rodar o elenco, como gosta de fazer. Brenner foi um dos que recebeu oportunidade entre os titulares. O atacante, no entanto, não foi bem e acabou substituído aos 10 minutos do segundo tempo. Ao sentar no banco de reservas, Brenner imediatamente foi às lágrimas, aparentemente irritado com a própria atuação.breno

Após a vitória do São Paulo sobre o Paraná por 1 a 0 no Morumbi, o jovem de 18 anos revelado pelas categorias de base do clube não se escondeu, topou falar na zona mista e explicou seu sentimento.

“Foi tristeza, eu não soube aproveitar bem minha oportunidade, queria dar mais para ajudar o São Paulo, não tive uma noite muito iluminada, fiquei muito triste com isso. Sei que eu me cobro bastante, estava triste por isso”, contou, aos jornalistas presentes.

Brenner não entrava em campo desde a vitória do tricolor sobre o CRB, por 3 a 0, em Alagoas, dia 14 de março. Nessa temporada, foram 13 jogos e dois gols, estes contra Corinthians e Madureira.

“Desde pequeno eu me cobro bastante, aconteceu comigo hoje (nessa segunda). Eu não estava em uma noite boa hoje, saí chateado, estava chorando porque eu me cobro muito e achei que eu não rendi o que eu esperava”, disse, sem procurar qualquer tipo de desculpa.

“O sistema defensivo deles estava bem, eu fiz algumas movimentações, tive algumas oportunidades, não soube aproveitar, mas feliz pela vitória”.

Por fim, o jovem revelou o papo no vestiário e a força que recebeu dos companheiros panotra não se abalar e dar a volta por cima.

“Falaram para eu erguer a cabeça, que isso acontece, eu sou um garoto, tenho apenas 18 anos, sou capaz de evoluir, mas chorar eu chorei naturalmente, porque eu sei que eu posso mais”, concluiu.

 

gazetaesportiva

Foto:Marcelo Ferrelli/Gazeta Press

Dono de três títulos do Campeonato Brasileiro, Willian se prepara para tentar o tetra nacional com a camisa do Palmeiras. Profundo conhecedor do torneio, o atacante deseja figurar na liderança ao final do período de 12 jogos antes da Copa do Mundo da Rússia.

Às 20 horas (de Brasília) desta segunda-feira, no Engenhão, o Palmeiras estreia contra o Botafogo. Na sequência, antes do Mundial, enfrenta Internacional (casa), Chapecoense (c), Atlético-PR (f), Corinthians (f), Bahia (c), Sport (c), Cruzeiro (f), São Paulo (c), Grêmio (f), Ceará (f) e Flamengo (c).

“É um campeonato muito importante, que o Palmeiras teve a felicidade de ganhar em 2016. Então, vamos entrar firme. Temos 12 jogos antes da Copa para que possamos buscar nossos objetivos. É iniciar bem e, até a parada, estar na liderança ou, pelo menos, no G-4”, afirmou Willian, após o recente jogo contra o Boca Juniors.

O atacante conquistou a edição de 2011 do Campeonato Brasileiro com a camisa do Corinthians e repetiu o feito duas vezes pelo Cruzeiro (2013 e 2014). “Tenho três títulos, mas estou querendo mais. É um torneio especial. Eu, meus companheiros e o próprio clube temos esse desejo”, avisou.

Desde 2017, ano que Willian foi contratado, o Palmeiras convive com o status de favorito em todos os torneios que disputa, mas ainda não conseguiu conquistar um título. Questionado se vê o clube entre os mais cotados no Brasileiro, o atacante foi cauteloso.

“Isso vai muito da parte de vocês (jornalistas). É claro que temos uma equipe de qualidade, mas há outros clubes que se estruturaram e investiram para montar um grupo forte. O Palmeiras não é diferente. A gente entra com o objetivo de também brigar pelo título”, declarou.

 

gazeta

O Palmeiras estreia na edição de 2018 do Campeonato Brasileiro às 20 horas (de Brasília) desta segunda-feira, contra o Botafogo, no Engenhão. Considerado um dos principais candidatos ao título, o time alviverde tentará reencontrar a vitória após duas partidas.

Derrotado pelo arquirrival Corinthians na decisão do Campeonato Paulista, o Palmeiras cedeu o empate ao Boca Juniors na última rodada da Copa Libertadores. No Rio de Janeiro, o time comandado pelo técnico Roger Machado precisa de um resultado positivo para tranquilizar o ambiente.

Diferentemente do que fez em 2017, quando priorizou a Copa Libertadores, o Palmeiras não planeja abrir mão do Campeonato Brasileiro de maneira precoce. Na lateral esquerda, Diogo Barbosa e Victor Luis brigam por posição, enquanto Keno e Willian concorrem no ataque.

“Para sermos considerados favoritos, precisamos evoluir como equipe. Temos grandes jogadores, mas, coletivamente, devemos justificar o rótulo de equipe mais qualificada e favorita ao título. O papel aceita tudo, é na prática que vamos ver o que acontece”, afirmou o técnico Roger Machado.

O duelo a ser disputado no Engenhão marca o reencontro do Palmeiras com Alberto Valentim, ganhador do Campeonato Carioca 2018 como técnico do Botafogo. O ex-lateral direito dirigiu o time palestrino cinco vezes como interino de 2014 a 2017 e foi o antecessor de Roger Machado.

No Botafogo, Valentim tem problemas para escalar o time. Após perder o lateral esquerdo Moisés e o meia Luiz Fernando na final do Campeonato Carioca, ele também não contará com o meia Renatinho, que sentiu lesão muscular contra o Audax Italiano-CHI.

Com isso, Gilson deve ser mantido na lateral esquerda. Já no meio, o comandante pode optar por escalar uma equipe com três volantes ou seguir com dois meias de criação. Outra alternativa é colocar o atacante Rodrigo Pimpão ao lado de Brenner na frente.

“Acho que o momento atual é sempre o melhor. Eu vivi boa fase no Inter. Fiz oito gols em quatro jogos, estava em uma fase excelente. Kieza chegou e, por opção, é normal. Por acaso, Kieza sentiu uma lesão, e eu estava preparado. Pude dar a resposta”, afirmou Brenner.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO X PALMEIRAS

Data: 16 de abril de 2018, segunda-feira

Local: Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro

Horário: 20 horas (de Brasília)

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa)

Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa) e Sidmar dos Santos Meurer

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo; Dudu, Bruno Henrique, Lucas Lima e Willian; Borja

Técnico: Roger Machado

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso, Marcelo, Matheus Fernandes (Marcos Vinícius) e Léo Valencia; Leandro Carvalho (Rodrigo Pimpão) e Brenner

Técnico: Alberto Valentim

 

Globo Esporte

Vasco segue sendo o time da virada. O triunfo sobre o Atlético-MG, no domingo, por 2 a 1, foi o quinto da equipe em 2018 após sair atrás no placar. Um dos motivos é a reconhecida entrega do time de Zé Ricardo, como frisado por vários atletas em diversas oportunidades. Desta vez, porém, outro componente fez a diferença: as mexidas do treinador.vasc


O Vasco iniciou bem o primeiro tempo, mas se perdeu após sofrer o gol de Otero. Passou o resto da etapa inicial trocando passes sem imaginação e permitindo contra-ataques ao Galo. Nomes como Wellington, Evander e Rafael Galhardo flertaram com a impaciência da torcida.
As mexidas de Zé

Zé corrigiu os rumos no segundo tempo. Rildo, principalmente, fez a diferença. Ele entrou no lugar de Rafael Galhardo, em mudança que reorganizou o time: Yago Pikachu foi para a lateral, e Wagner assumiu a ponta direita, com o atacante na esquerda.
Posteriormente, Thiago Galhardo e Rios substituíram Wellington e Riascos. E o Vasco cresceu de vez. Porque ganhou mais articulação – Wellington chega bem ao ataque, mas vivia noite ruim – e teve no centroavante argentino uma referência melhor para a troca de passes.

Mais arrumado, o Vasco ensaiou a pressão no fim do jogo. Victor, novamente, fez grandes defesas para o Atlético-MG, mas o volume cruz-maltino foi tão grande que ficou difícil deter o time da casa.

Os gols foram simbólicos. O empate, com Wagner, veio após cruzamento e um rebote na entrada da área – exemplo da pressão cruz-maltina. O da virada surgiu num pênalti em que Rildo disparou pela esquerda e só foi parado com falta.

As lições

O elenco do Vasco está longe de ser farto, mas Zé Ricardo consegue trabalhar no limite para dar variedade. Sem Paulinho, Rildo parece ser o substituto natural – a impressão é de que só não foi titular contra o Galo por questões físicas.

No ataque, vale uma reavaliação. Ríos parece, no momento, uma opção mais encaixada do que Riascos. O argentino participa mais da articulação e faz melhor o papel de pivô, enquanto o colombiano, veloz e de boa movimentação, poderia servir mais para contra-ataques. São estilos diferentes, e caberá a Zé decidir quando utilizar cada um.

  • A temporada ainda está em seu terço inicial. A gente faz as reflexões dia a dia, estratégia a estratégia. Entendemos que essa era a equipe ideal para hoje, e ainda bem que as substituições deram resultado – disse o treinador.

GE

Foto: André Durão/GloboEsporte.com