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A falta de eficiência não foi o único problema do Santos no empate sem gols com o Coritiba, na Vila Belmiro, em Santos (SP), pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. O resultado mantém a decisão pela vaga na próxima fase em aberto e deixa o Peixe em um cenário ainda mais tenso na temporada, agora com três partidas consecutivas sem vitória.

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Assim, elenco, diretoria e comissão técnica passam a conviver com pressão crescente, principalmente pela incapacidade de transformar a Vila Belmiro em sua fortaleza. Com o empate, o Santos chegou ao terceiro jogo seguido sem vencer diante de sua torcida. Após o apito final, os torcedores não pouparam críticas, vaiaram e cobraram os jogadores.

Dificuldade na criação e pouca efetividade O Santos iniciou a partida pressionando o adversário e dando a impressão de que abriria o placar a qualquer momento. Logo no primeiro minuto, Gabigol chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por impedimento. A equipe teve mais posse de bola ao longo da partida, porém esbarrou em dificuldades para criar jogadas realmente contundentes.

Quando conseguiu produzir, o Peixe deixou a desejar no último passe e nas finalizações, desperdiçando oportunidades de sair em vantagem no duelo.

Sem conseguir furar o sistema defensivo do Coritiba, o Santos viu o Coxa crescer no segundo tempo. Os visitantes criaram chances claras e chegaram perto de fazer até mais de um gol, mas também pecaram na conclusão e pararam em boas defesas de Diógenes e em um corte providencial de Oliva, que salvou uma bola em cima da linha.

"O que teve de produtivo hoje foi não tomar gol. Não tomamos gols. Eles tiveram chances claras em dois erros nossos em saída de bola. Temos muito cuidado com isso. Tivemos a bola na trave. Acho que foi um jogo equilibrado, nós melhor no primeiro tempo. Fica aberto para a segunda partida em Curitiba", avaliou Cuca.

Pressão aumenta O clima na Vila Belmiro foi de cobrança. Apesar do público baixo (pouco mais de sete mil torcedores), o clima foi tenso, com os presentes mostrando grande insatisfação com o que a equipe vem apresentando. Após o apito final, vieram das arquibancadas gritos em tom de protesto, direcionados a jogadores e dirigentes.

Agora, o elenco do Santos terá que digerir o empate e precisará saber lidar com o peso emocional do momento que a equipe vive na temporada para conseguir dar uma resposta.

Decisão em aberto e busca pela volta por cima Com o 0 a 0, a vaga segue totalmente aberta para o confronto de volta no Couto Pereira. Qualquer empate leva a decisão para os pênaltis, e uma vitória simples classifica o vencedor. O Santos encara o desafio de tentar se recuperar em três frentes: Brasileiro, Sul-Americana e Copa do Brasil. Para isso, sai da Vila Belmiro e engata sequência fora de casa.

Próximos jogos do Santos Jogo: Bahia x Santos Competição: Campeonato Brasileiro (13ª rodada) Data e horário: 25 de abril de 2026 (sábado), às 18h30 (de Brasília) Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

Jogo: San Lorenzo x Santos Competição: Copa Sul-Americana (3ª rodada) Data e horário: 28 de abril de 2026 (terça-feira), às 19h (de Brasília) Local: Estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires (ARG).

Gazeta esportiva

(Foto: Raul Baretta/Santos FC)

Nesta quarta-feira, o Flamengo estreou na Copa do Brasil com um triunfo por 2 a 1 sobre o Vitória, no Maracanã, pela ida da quinta fase da competição. Na saída de campo, Bruno Henrique valorizou a vitória da sua equipe e falou sobre a boa fase do Rubro-Negro carioca.

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"Feliz pela vitória. Hoje fomos superiores no jogo e era importante vencer. Claro que tivemos uma rotação muito alta e no final abaixamos um pouco, é normal. (...) sabemos que tem mais 90 minutos e a gente tem tudo para vencer lá também", disse o atacante.

Com o resultado positivo diante do Vitória, o Flamengo chegou ao seu sexto triunfo consecutivo. Sobre a boa fase, Bruno Henrique valorizou o ritmo intenso proposto pela equipe comandada por Leonardo Jardim.

"Quem entra sempre entra para dar o melhor. Como eu falei, entra em uma rotação muito alta de ali nos primeiros 15, 20 minutos e até durante o primeiro tempo todo imprimir um ritmo forte. Então acredito eu que esse está sendo o diferencial do nosso time.", explicou.

Jogo da volta Vitória e Flamengo voltam a se enfrentar no dia 14 de maio (quinta-feira), às 21h30 (de Brasília), no Barradão, em Salvador. Com a vitória por 2 a 1, o Flamengo poderá até empatar no jogo de volta, fora de casa, para se classificar às oitavas de final da competição.

Próximo jogo do Flamengo Jogo: Atlético-MG x Flamengo Competição: Brasileirão Série A - Rodada 13 Data: 26 de abril de 2026 (domingo) Horário: 20h30 (de Brasília) Local: Arena MRV, Belo Horizonte (MG).

Gazeta esportiva

Foto: Adriano Fontes / CRF

Estêvão corre o risco de ficar fora da Copa do Mundo. Novos exames feitos pelo jogador em Londres indicaram uma lesão grave na coxa direita do atacante do Chelsea, e o brasileiro pretende se tratar no Brasil para tentar conseguir se recuperar a tempo de ser convocado para a disputa da Copa do Mundo.

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Os exames mostraram uma ruptura quase total do músculo posterior da coxa direita. O Chelsea, inicialmente, sugeriu que Estêvao operasse imediatamente. Se fizesse isso, não teria tempo de se recuperar a tempo do Mundial. O Brasil estreia contra o Marrocos no dia 13 de junho.

O brasileiro neste momento negocia com os dirigentes do Chelsea para ser liberado para viajar ao Brasil e realizar um tratamento conservador no país, com a CBF em contato constante com o clube inglês. É difícil, mas seria a única esperança em se recuperar a tempo.

Inicialmente, o primeiro exame feito por Estêvão, no domingo, havia indicado que a lesão não era grave, mas a reincidência das dores fez com que um novo teste fosse realizado com a notícia de um problema mais grave. Estêvão se machucou no último sábado na derrota do Chelsea por 1 a 0 para o Manchester United.

Carlo Ancelotti convocará os 26 jogadores no dia 18 de maio, no Rio de Janeiro. A seleção brasileira realiza dois amistosos antes da Copa: o primeiro dia 31 de maio, no Maracanã, contra o Panamá, e o segundo dia 6 de junho, contra o Egito, em Cleveland, nos Estados Unidos.

A seleção brasileira está no Grupo C da Copa do Mundo. Depois da estreia contra o Marrocos, enfrentará o Haiti, dia 19 de junho, e a Escócia, dia 24.

Estêvao faz 19 anos daqui a dois dias e foi um dos destaques da seleção brasileira desde que Ancelotti assumiu. O atacante tem 11 partidas pelo Brasil e cinco gols marcados.

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 Foto: Action Images via Reuters/Peter Cziborra

Dividido em três competições: Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil, Zubeldía começa a buscar variações para o Fluminense. O treinador participou ativamente do mercado junto com a diretoria com o objetivo de alargar e qualificar o elenco. Internamente, o Tricolor entende que o objetivo foi cumprido, mas que ainda pode preencher lacunas na janela do meio do ano.

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Perto de completar sete meses no comando do Flu, Luis Zubeldía tem um time muito bem consolidado: 4-3-3 ou 4-2-3-1 (como preferir) com dois volantes que marcam e jogam, um meia de criação e dois atacantes de força pelos lados. Se alguém pedir um retrato do time do argentino, é esse.

Nas últimas semanas, esse retrato começou a ter uma pequena alteração. Savarino se consolidou entre as principais peças do time e fez uma das pontas se tornar mais um local de armação. Além dele, Arana também passou a ter mais espaço entre os titulares e ofereceu características quase que opostas as de Renê. Mas Zubeldía tem mais variações em mente para o elenco.

Uma delas, vista com frequência nos últimos jogos, é a formação com dois centroavantes. O treinador entende que essa possibilidade ganha força com a presença de um jogador como Castillo, que tem boa jogada aérea. A defesa adversária tem mais dificuldade de se proteger contra dois camisa nove na área.

Outra formação é com três defensores. O primeiro olhar pode fazer parecer que o time ficaria mais defensivo dessa forma, mas pelo jeito do Fluminense de jogar, a opção daria mais liberdade aos volantes e laterais no ataque. Na defesa, é claro, a formação traz segurança na bola aérea e proteção da própria área.

Zubeldía vai para os jogos quase sempre com essa possibilidade em mente, mas olhando pelo lado defensivo. O treinador dificilmente leva menos de cinco zagueiros de ofício para as partidas. A opção vem sendo trabalhada e pode aparecer no decorrer das partidas ou até no time titular em caso de baixas.

Contra o Santos, o Fluminense entrou com um tripé de volantes por conta das baixas. Martinelli e Canobbio suspensos, Nonato e Lucho lesionados. Por essas condições, Zubeldía avaliou jogar com uma linha de cinco, mas acabou optando por Alisson como titular no meio.

Visto como largo e diverso, o elenco deve ser explorado por Zubeldía nessa sequência de jogos de Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. O Fluminense tem o objetivo de brigar por todas as três competições e vai precisar variar o time para isso.

O que vem por aí? A vitória sobre o Santos marcou apenas o início de uma jornada extenuante para o Fluminense. Dos próximos cinco compromissos, quatro serão disputados longe do Rio de Janeiro, exigindo força máxima e uma gestão de elenco precisa de Zubeldía. O calendário, que coloca o Tricolor em frentes decisivas na Copa do Brasil e na Libertadores, não admite margem para erros, especialmente nos desafios internacionais.

Após a vitória na Vila Belmiro, o Fluminense agora se prepara para enfrentar o Operário-PR, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, o Bolívar, na altitude, e o Independiente Rivadavia, ambos pela Libertadores, além de um confronto contra o Internacional pelo Brasileirão.

O único respiro nessa maratona será no domingo, dia 26, quando a equipe recebe a Chapecoense no Maracanã. A atenção é redobrada na Libertadores: com as derrotas nas duas primeiras rodadas, qualquer deslize nesses jogos fora de casa pode ser fatal para as pretensões tricolores na busca pelo título.

Lance

(Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense FC)