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A Copa do Mundo da Rússia amargou o seu primeiro empate sem gols durante a tarde desta terça-feira, em Moscou. Em jogo morno, disputado no Estádio Luzhniki, a França teve o domínio da posse de bola, mas trocou passes sem objetivo e parou na forte marcação da Dinamarca, que até insinuou atacar no segundo tempo, mas não se abriu o suficiente para vazar a defesa adversária.

frandin

Embora vaiado pela torcida, o resultado foi conveniente para ambas as equipes. A França chegou aos sete pontos e terminou a primeira fase como líder do Grupo C. Já a Dinamarca se classificou como segunda colocada, com cinco pontos. No outro jogo da chave, o Peru acabou com as esperanças da Austrália ao vencer por 2 a 0.

Nas oitavas de final da Copa do Mundo, a França enfrentará o segundo colocado do Grupo D, enquanto a Dinamarca medirá forças com o líder dessa chave, composta por Croácia, Nigéria, Islândia e Argentina. As partidas estão marcadas, respectivamente, para sábado, às 11 horas (de Brasília), em Kazan, e domingo, às 15 horas, em Nizhny Novgorod.

O Jogo – Já classificada, a França foi a campo com seis desfalques. Os meias Matuidi e Pogba, pendurados com cartão amarelo, foram preservados pelo técnico Didier Deschamps. Assim como o goleiro Lloris, o lateral direito Pavard, o zagueiro Umtiti e o atacante Mbappé. Estes, contudo, por desgaste físico.

Empurrada pela maior parte da torcida no Estádio Luzhniki, a Dinamarca começou esboçando uma pressão. Os nórdicos tentaram explorar o lado esquerda da defesa francesa, que, bem postada, neutralizou os ataques iniciais.

Aos poucos, com a posse de bola, a França foi tomando o controle da partida. Aos 15 minutos, após uma longa troca de passes, Hernández invadiu a área e tabelou com Giroud, que bateu de esquerda, exigindo a primeira defesa do goleiro Schmeichel.

Os comandados de Deschamps tentaram furar o bloqueio adversário com chutes de fora da área. Em um deles, Dembélé assustou o arqueiro. Em outro, Schmeichel agarrou o arremate de Griezmann sem dificuldade. A Dinamarca chegou com algum perigo em um contra-ataque, mas Eriksen foi travado na hora do chute.

A panorama se manteve o mesmo no início da etapa complementar. A França voltou do intervalo apostando na troca de passes, enquanto a Dinamarca buscava os contra-ataques para surpreender. Os nórdicos, no entanto, foram se soltando. Aos 13 minutos, após boa trama pela esquerda, Eriksen bateu de longe e assustou o goleiro Mandanda.

A França respondeu aos 24 minutos. Fekir, que havia acabado de entrar no lugar do apagado Griezmann, tabelou com Lemar e arriscou da entrada da área. A bola passou perto da trave direita de Schmeichel, mas bateu na rede pelo lado de fora.

Deschamps deu sua última cartada ao promover a entrada de Mbappé na vaga de Dembélé. Em sua primeira ação na partida, o atacante fez jogada individual e deixou para Fekir, que bateu colocado de fora da área. Schmeichel, antento, se esticou para praticar a defesa. Nos minutos finais, os “Bleus” insinuaram pressionar, mas o esforço não foi o suficiente para tirar o zero do placar.

FICHA TÉCNICA

DINAMARCA 0 X 0 FRANÇA

Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia)

Data: 26 de junho de 2018 (Terça-feira)

Horário: 11h(de Brasília)

Árbitro: Sandro Meira Ricci (Brasil)

Assistentes: Emerson de Carvalho (Brasil) e Marcelo Van Gasse (Brasil)

Cartão Amarelo: Jorgensen (Dinamarca)

Cartão Vermelho: –

Gol: –

DINAMARCA: Kasper Schmeichel; Simon Kjaer, Andreas Christensen e Mathias Jorgensen; Henrik Dalsgaard, Thomas Delaney (Lukas Lerager), Christian Eriksen e Jens Stryger Larsen; Martin Braithwaite, Andreas Cornelius (Kasper Dolberg) e Pione Sisto (Viktor Fischer)

Técnico: Age Hareide

FRANÇA: Steve Mandanda; Djibril Sidibé, Raphael Varane, Presnel Kimpembe e Lucas Hernandez (Benjamin Mendy); N’Golo Kanté, Steven N’Zonzi e Thomás Lemar; Ousmane Dembélé (Kylian Mbappé), Olivier Giroud e Antoine Griezmann (Nabil Fekir)

Técnico: Didier Deschamps

 

gazeta

Foto: Franck Fife/AFP

Vivendo uma de suas maiores crises na história, a seleção da Argentina joga a vida na Copa do Mundo de 2018 nesta terça-feira, quando mede forças com a Nigéria a partir das 15h00 (horário de Brasília), no Estádio Krestovsky, em São Petersburgo, na Rússia, pela última rodada do Grupo D, que tem a líder Croácia, com seis pontos, já classificada e com o primeiro lugar garantido.

A Argentina divide a última posição com a Islândia, que tem um gol melhor de saldo e que no mesmo horário mede forças com os croatas em Rostov. Os argentinos, até aqui, empataram por 1 a 1 com os islandeses e foram atropelados pela Croácia: 3 a 0. Os nigerianos, que bateram a Islândia por 2 a 0 na sexta-feira, somam três pontos e avançam com vitória ou até mesmo com empate, desde que os Vikings não apliquem uma goleada.

A situação dos hermanos é ainda mais complicada, pois o time precisa vencer por dois gols de diferença a mais em caso de um possível triunfo da Islândia. Ganhando, os argentinos nem precisarão fazer saldo caso os islandeses não vençam.

O maior problema da albiceleste vai ser superar a própria crise. Segundo a imprensa local, o técnico Jorge Sampaoli perdeu o poder e os próprios atletas teriam armado o time para este compromisso. O treinador, porém, não dá ouvidos e prefere manter a confiança.

“Acredito que uma nova história para esta seleção começará a ser escrita nesta Copa do Mundo a partir do jogo contra a Nigéria. Confio demais no meu grupo e acredito que vamos ganhar. Não podemos dar ouvidos a quem te considera descartável e apaga tudo por conta de um mau resultado”, disse o treinador.

A Argentina vai precisar ainda do talento de Lionel Messi, muito criticado por conta das fracas atuações. Contra a Islândia, o craque chegou a perder um pênalti. Nos últimos dias o atleta vem sofrendo forte pressão na internet e da imprensa local, sendo blindado pela seleção argentina. A verdade, porém, é que ele continua sem repetir as boas atuações de quando joga com a camisa do Barcelona.

A albiceleste vai mudar muito para este jogo. O goleiro Caballero, de falha grosseira contra a Croácia, foi barrado para a entrada de Franco Armani. O setor defensivo, apesar de criticado, segue o mesmo, mas, no meio, Ángel Di María e Éver Banega retomam suas posições, dando mais experiência ao setor, e ocupando, respectivamente, os postos de Marcos Acuña e Maximiliano Meza. O artilheiro Sergio Agüero foi barrado para a enrada de Gonzalo Higuaín.

Pelo lado da Nigéria, o técnico Gernot Rohr descarta jogar pelo empate: “Vamos com o pensamento de conquistar uma vitória, mesmo respeitando demais a Argentina e seus talentosos jogadores. Espero em um jogo franco e aberto, pelo desejo de vitória de ambos”, explicou o comandante.

O treinador confirmou que vai poder repetir a escalação do jogo contra a Islândia pois seu capital, o meia John Obi Mikel, vai a campo mesmo estando com a mão esquerda fraturada. Logicamente ele jogará amparado por uma proteção no local.

Pelo regulamento da Copa do Mundo, as seleções se enfrentam dentro de seus respectivos grupos em turno único. Ao fim, as duas melhores colocadas avançam para as oitavas de final, enquanto que as demais voltam para casa.

FICHA TÉCNICA

NIGÉRIA X ARGENTINA

Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)

Data: 26 de junho de 2018, terça-feira

Horário: 15h(de Brasília)

Árbitro: Cuneyt Cakir (Turquia)

Assistentes: Bahattin Duran (Turquia) e Tarik Ongun (Turquia)

NIGÉRIA: Francis Uzoho, Leon Balogun, William Troost-Ekong e Kenneth Omeruo; Victor Moses, Wilfred Ndidi, John Obi Mikel, Oghenekaro Etebo e Brian Idowu; Ahmed Musa e Kelechi Iheanacho.

Técnico: Gernot Rohr

ARGENTINA: Franco Armani, Eduardo Salvio, Gabriel Mercado, Nicolás Otamendi e Nicolás Tagliafico; Javier Mascherano, Éver Banega, Enzo Pérez e Ángel Di María; Lionel Messi e Gonzalo Higuaín.

Técnico: Jorge Sampaoli

 

gazetaesportiva

mirandaMiranda será o capitão da seleção brasileira na partida decisiva desta quarta-feira, contra a Sérvia, em Moscou. Por essa razão, ele deu entrevista coletiva ao lado do Tite, às 11h (horário de Brasília) desta terça, véspera do duelo decisivo no estádio do Spartak e, logo na primeira pergunta, foi questionado sobre o choro de Neymar após a vitória sobre a Costa RIca.

- O jogo passado já foi resolvido, o mais importante era a vitória. É passado, vamos pensar no que vem adiante, temos um adversário importante, um jogo que define nossa situação no grupo. Não temos que pensar no individual. Nosso foco agora é só na equipe da Sérvia.

No rodízio do técnico, o zagueiro já havia usado a faixa anteriormente nas partidas contra Equador, Uruguai e Áustria. Agora, ele a usará pela primeira vez numa partida de Copa do Mundo.

- Fico feliz em mais uma vez representar todo o grupo de capitães, todo o grupo da seleção brasileira. Se eu chegar à final e ganhar, posso ser capitão ou não, minha felicidade vai ser imensa, sendo ou não capitão - disse Miranda, ao ser questionado sobre o fato de que receber a braçadeira agora significaria que ele não será o capitão numa eventual final.

"Vocês viram por que ele é escolhido", brincou Tite, logo depois da resposta do zagueiro.

Ele é o terceiro capitão diferente na Copa do Mundo. O lateral-esquerdo Marcelo e o zagueiro Thiago Silva foram os outros. Tite avisou que manteria o rodízio, mas apenas entre atletas mais experientes. Brasil e Sérvia duelam às 15h desta quarta-feira no Estádio do Spartak.

Confira abaixo outros trechos da entrevista

Sobre a alta estatura da Sérvia

"Nossa seleção está trabalhando muito. A gente sabe das qualidades do adversário, reconhece como ponto forte a bola parada. É um fator importante para a nossa seleção, a gente trabalha bastante e sabe que em momentos importantes uma bola parada pode decidir. Estamos preparados para enfrentar esse tipo de adversário e seguramente vamos fazer um grande jogo".

O Brasil pode escolher adversário nas oitavas?

"Primeiramente, seleção brasileira não pode escolher adversário. A gente joga para ser primeiro. Nossa seleção chega bem para esse jogo. Houve uma melhora muito grande do primeiro para o segundo jogo, e a ainda vamos melhorar muito mais. Vamos buscar a vitória".

Ambiente no vestiário antes de uma duelo que pode causar eliminação

"A gente sabe da importância e sabe lidar com essa pressão. Somos a seleção brasileira, estamos habituados. Ao mesmo tempo, se a gente ganhar, vai passar como em todas as Copas, provavelmente em primeiro.

O trabalho emocional tem que ser até maior do que o técnico?

"Acho que é um conjunto. Tanto o lado emocional quanto o técnico e físico vai existir. Todos os aspectos foram trabalhados, chegamos muito bem preparados para fazer um grande jogo".

 

GE

Foto: reprodução

braservA Copa do Mundo 2018 vai chegando ao final da sua fase de grupos e tem campeões do mundo pressionados. São simplesmente os dois maiores vencedores do torneio que jogam com risco de se despedirem da Rússia de forma precoce. Brasil e Alemanha entram em campo nesta quarta-feira sabendo que uma derrota tira qualquer chance de classificação para as oitavas de final.

Brasil com problemas

Com muito mais time, o Brasil é o grande favorito para vencer a Sérvia e avançar para as oitavas de final.

No entanto, a equipe de Tite não chega tão tranquilo para esta partida. Além de Danilo, que foi desfalque no segundo jogo, o técnico perdeu também Douglas Costa, que havia entrado bem diante da Costa Rica. Com isso quem deve ganhar um lugar no time é Renato Augusto.

A mudança faz com que a seleção ganhe mais um homem no meio de campo, o que pode ser importante, pois os sérvios são os adversários mais ofensivos do grupo E. Além disso, os europeus entram em campo com a obrigação de buscar a vitória para avançarem.

Pelo lado do Brasil, um empate é o suficiente para a classificação.

Suíça com grande favoritismo

Também com quatro pontos, a Suíça tem um caminho mais fácil para passar de fase. Isso porque a seleção vai encarar a modesta Costa Rica e uma vitória simples a garante nas oitavas de final.

A dupla tem tudo para ser importante novamente, embora saiba que vai encarar uma forte retranca. Já eliminados, os costa-riquenhos devem repetir a estratégia dos dois primeiros jogos, quando lutaram por um empate

Alemanha tem que ganhar

No Grupo F, a situação é mais delicada. Para não ter que fazer contas a Alemanha tem que vencer a Coreia do Sul. Até o momento, a atual campeã do mundo ainda apresenta algumas deficiências, principalmente no setor defensivo, mas o triunfo na última rodada sobre a Suécia, com um gol no minuto final, deu moral a equipe, que vai em busca de mais três pontos.

Os sul-coreanos entram em campo na base do tudo ou nada. A chance de classificação é pequena, pois além de ganharem dos alemães precisam torcer para que o México derrote a Suécia. A combinação não é tão complicada, o difícil mesmo é o time asiático fazer a sua parte. Afinal, a equipe deixou a desejar até aqui, tendo atuado bem apenas na metade final do segundo tempo contra os mexicanos.

México joga pelo empate

Com o melhor futebol da chave até o momento, o México entra em campo com a situação tranquila. Com seis pontos conquistados, a seleção precisa de apenas mais um para não só se classificar como também garantir o primeiro lugar do grupo.

 

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