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A bola vai rolar neste domingo para a grande final da Copa do Mundo 2018. De um lado, a França vai em busca do bicampeonato, enquanto do outro a Croácia tenta o inédito título e para isso precisa vencer o cansaço das três prorrogações. O desgaste acaba sendo mais um fator para empurrar o favoritismo para os franceses, que chegam como os mais cotados nas casas de apostas.

França entra como favorita

Com uma equipe equilibrada e taticamente perfeita nos jogos deste Mundial, a França se torna favorita natural para conquistar a taça. Além disso, a seleção ainda conta com os dois principais candidatos a Bola de Ouro: Kylian Mbappé e Antoine Griezmann. Além da dupla, o time tem outros grandes nomes, como Kanté e Pogba.

Para esta decisão, como os franceses devem encontrar um adversário na retranca, algo que pode ser decisivo é a bola aérea, que é especialidade dos seus zagueiros. Nas últimas duas partidas, a equipe chegou a vitória com gols de Varane e Umtiti, algo que tem chances de se repetir neste domingo.

Com a França tendo sucesso nesta estratégia e conquistando a vitória a taça seria a segunda do país, que conquistou pela primeira vez em 1998 e depois bateu na trave em 2006.

Croácia desgastada

Em 1 de julho a Croácia fez a sua primeira partida do mata-mata da Copa. No regulamento, desde as oitavas de final seriam três jogos em duas semanas que uma seleção precisa passar para chegar na final. No entanto, os croatas praticamente adicionam um compromisso nesta conta, pois tiveram que disputar três prorrogações, que no total dão exatamente 90 minutos.

Desta forma, é difícil pensar que os croatas terão pernas para pressionarem o adversário em busca de um triunfo no tempo normal. A estratégia deve ser levar o duelo novamente para o tempo extra e quem sabe tentar sorte nos pênaltis.

Histórico do confronto

As seleções se encontraram apenas cinco vezes pelos profissionais. Até aqui, somente a França saiu vitoriosa, tendo ganho em três oportunidades e empatado em duas. Em Copas, o único encontro em Mundiais foi em 1998. Na ocasião, a seleção venceu por 2 a 1 pelas semifinais.

 

Futebolinterior

cr7A saída de Cristiano Ronaldo do Real Madrid depois de nove anos e sua contratação pela Juventus, concretizada na última terça-feira, gerou um grande impacto não apenas em âmbito econômico e futebolístico, mas também no mundo dos videogames. Capa do tradicional game “Fifa 19”, da Electronic Arts Sports, o craque português criou um impasse com a empresa diante de sua mudança de clube.

De acordo com o jornal As, a produtora responsável pelo jogo tem um grande problema nas mãos para ser resolvido. Previsto para ser lançado em setembro, o “Fifa 19” já teve todas suas campanhas de divulgação, propagandas, artes, trailers e até gravações para modos de utilização divulgados com Cristiano Ronaldo como “garoto propaganda”. Entretanto, vestindo a camisa do Real Madrid.

Agora, diante da mudança de clube do craque português, a EA se vê com duas alternativas a fim de sanar o impasse: substituir CR7 por outro jogador do Real Madrid e trocar apenas o rosto da capa ou mantê-lo como personagem principal do jogo, mas com a camisa da Juventus. Entre as possibilidades, a segunda é que desponta como mais plausível, até pela representatividade do jogador.

Essa necessidade de mudança nos rostos principais é uma novidade para a Electronic Arts, mas não para o mundo dos games. Justamente no ano passado, a principal concorrente, Konami, elegeu Neymar para figurar a capa do jogo Pro Evolution Soccer, mas com a camisa do Barcelona. A partir da mudança do brasileiro para o Paris Saint-Germain, a produtora decidiu substituí-lo por Luis Suárez e Philippe Coutinho.

 

gazetaesportiva

neymarGianni Infantino, presidente da FIFA, exaltou o talento de Neymar e minimizou as críticas sofridas pelo craque brasileiro por causa de simulações durante a ​Copa do Mundo. O mandatário concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (13).

 


"Neymar é um grande jogador. Essa é a primeira coisa. É um grande talento. Quando estou diante de jogadores que nos fazem sonhar, não posso dizer nada de negativo. Claro, ele vai mostrar mais habilidades no futuro".

 

Infantino também comentou o desempenho de Lionel Messi no Mundial da Rússia.

 

 

 

esporteinterativo

soughatePara muitos, o terceiro lugar da Copa do Mundo não representa uma grande conquista ou sequer um feito a ser exaltado. Porém, esse não é o caso da seleção da Inglaterra. Considerado um franco atirador desde o início, o time comandado por Gareth Southgate superou as expectativas e, mesmo derrotado na semifinal, tentará fazer valer o prêmio que será disputado no próximo sábado, em São Petersburgo.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o treinador do English Team não deixou de lamentar a derrota da última quarta-feira e assumiu o abatimento que ronda o vestiário, mas valorizou a disputa de terceiro lugar contra a Bélgica e reiterou o comprometimento ressaltando que só irá promover mudanças em relação aos atletas que não possuem condições físicas de atuar.

“Vamos decidir que pode entrar. Fisicamente é importante todos estarem bem. Claro que todo mundo quer jogar, mas não é sempre uma boa decisão entrar sem a energia correta. Não vai ser o mesmo time que começou antes, mas queremos fazer o mínimo de mudanças possíveis. Uma ou duas lesões, uma ou duas necessidades. Queremos ter uma grande performance e conquistar uma medalha”, disse Southgate.

Entre as mudanças que devem ser promovidas na equipe titular estão a entrada de Alexander-Arnold na vaga de Trippier, que deixou a semifinal lesionado, e as possíveis saídas de Henderson e Walker, muito desgastados com a sequência de jogos. Para seus lugares, devem entrar Dier e Cahill, respectivamente.

Questionado sobre o potencial da seleção da Bélgica, equipe que a Inglaterra já enfrentou na fase de grupos e saiu derrotada, o comandante revelou não temer e nem ter medo. Além disso, de forma bem-humorada, admitiu ser a chance de revanche, dessa vez valendo medalha.

“Não tenho medo de nada, nem do Lobo Mau. A Bélgica ganhou de nós, então queremos devolver isso”, ressaltou. “Queremos melhorar a cada jogo. As expectativas eram baixas quando chegamos aqui, a pressão não era grande, mas elevamos as expectativas. Aumentamos a alegria dos jogadores de defender a Inglaterra. Eles têm agora uma conexão com o país, com a torcida”, afirmou Southgate.

Para muitos, o terceiro lugar da Copa do Mundo não representa uma grande conquista ou sequer um feito a ser exaltado. Porém, esse não é o caso da seleção da Inglaterra. Considerado um franco atirador desde o início, o time comandado por Gareth Southgate superou as expectativas e, mesmo derrotado na semifinal, tentará fazer valer o prêmio que será disputado no próximo sábado, em São Petersburgo.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o treinador do English Team não deixou de lamentar a derrota da última quarta-feira e assumiu o abatimento que ronda o vestiário, mas valorizou a disputa de terceiro lugar contra a Bélgica e reiterou o comprometimento ressaltando que só irá promover mudanças em relação aos atletas que não possuem condições físicas de atuar.

“Vamos decidir que pode entrar. Fisicamente é importante todos estarem bem. Claro que todo mundo quer jogar, mas não é sempre uma boa decisão entrar sem a energia correta. Não vai ser o mesmo time que começou antes, mas queremos fazer o mínimo de mudanças possíveis. Uma ou duas lesões, uma ou duas necessidades. Queremos ter uma grande performance e conquistar uma medalha”, disse Southgate.

Entre as mudanças que devem ser promovidas na equipe titular estão a entrada de Alexander-Arnold na vaga de Trippier, que deixou a semifinal lesionado, e as possíveis saídas de Henderson e Walker, muito desgastados com a sequência de jogos. Para seus lugares, devem entrar Dier e Cahill, respectivamente.

Questionado sobre o potencial da seleção da Bélgica, equipe que a Inglaterra já enfrentou na fase de grupos e saiu derrotada, o comandante revelou não temer e nem ter medo. Além disso, de forma bem-humorada, admitiu ser a chance de revanche, dessa vez valendo medalha.

“Não tenho medo de nada, nem do Lobo Mau. A Bélgica ganhou de nós, então queremos devolver isso”, ressaltou. “Queremos melhorar a cada jogo. As expectativas eram baixas quando chegamos aqui, a pressão não era grande, mas elevamos as expectativas. Aumentamos a alegria dos jogadores de defender a Inglaterra. Eles têm agora uma conexão com o país, com a torcida”, afirmou Southgate.

 

gazetaesportiva

Foto: GIUSEPPE CACACE/AFP