• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

vascO Vasco deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro na conclusão da 27ª rodada, mas não da forma como desejava. Nesta segunda-feira, no Durival de Britto, em uma partida de muita luta, erros e chances perdidas, o time apenas empatou por 1 a 1 com o lanterna Paraná e terminou o duelo com apenas dez jogadores em campo por causa da expulsão de Leandro Castán no começo da etapa final.

A igualdade levou o Vasco aos 30 pontos, na 16ª posição, com um de vantagem para o Vitória, que agora figura na zona de rebaixamento. O time carioca está há quatro jogos invictos no Brasileirão, mas empatou em três desses compromissos, todos por 1 a 1.

Já o Paraná não vence pelo Nacional desde 22 de julho, sendo que o seu jejum chegou ao 13º compromisso. Assim, está cada vez mais próximo do rebaixamento, na lanterna do Brasileirão, com 17 pontos e a 13 do Vasco.

TREM BALA BUSCOU!

A tentativa do Vasco de aproveitar a fragilidade do Paraná para voltar a vencer no Brasileirão sofreu um revés logo na primeira ação ofensiva perigosa do adversário. Aos oito minutos, o pior ataque do Brasileirão marcou pela 12ª vez em 27 jogo ao contar com a sorte. Alex Santana arriscou de longe, a bola desviou em Leandro Castán e impediu qualquer ação de Martín Silva.

O gol forçou o Vasco que teve Giovanni Augusto, Bruno Cosendey e Rafael Galhardo como novidades, a se reorganizar. O time, porém, exibia nervosismo e pouco acionava Giovanni Augusto, escalado por Alberto Valentim para ser o principal responsável pela criação das jogadas. E passou a fazer um jogo franco com o Paraná, com muitos erros técnicos, mas também de várias oportunidades.

O Vasco cresceu na partida quando passou a acionar Maxi López na grande área. O argentino fazia jogadas típicas de pivô e conseguia vencer os duelos com os seus marcadores, criando várias chances de gol. Só que aí o time falhava nas finalizações. Foi assim em um chute de Giovanni Augusto que parou em Richard e também em chute do próprio Maxi que foi para fora.

Mas quando tudo indicava que o Paraná iria ao intervalo em vantagem, o Vasco arrancou o empate. Aos 49, o argentino converteu pênalti sofrido por Ramon no minuto anterior ao ser derrubado por Deivid.

FICOU ASSIM...

Com a necessidade de vitória, Valentim abriu o Vasco na etapa final ao colocar o atacante Kelvin em campo e recuar Yago Pikachu para a lateral. Só que não deu certo. E não só porque o Paraná aproveitou os espaços para criar chances de gol, mas também em função da expulsão de Leandro Castán, que era o último jogador vascaíno antes do goleiro Martín Silva e derrubou Ortigoza aos 11 minutos.

 

Agência Estado

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, participou de diversas reuniões na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro.

Árbitros que erraram em Inter x Vitória, Palmeiras x Cruzeiro e Santos x Atlético-PR são rebaixados para a Série B
Trios de arbitragem passarão por processo de reciclaram após falhas graves nos jogos da 27ª rodada do Brasileiro

O dirigente foi recebido por Coronel Marcos Marinho, chefe da Comissão de Arbitragem, pelo presidente Coronel Nunes e ainda pelo futuro presidente Rogério Cabloco, atual diretor-executivo.

Galiotte expressou seu descontentamento com diversas decisões que considerou equivocadas dos juízes contra o Verdão tanto no Campeonato Brasileiro como na Copa do Brasil - mais especificamente nos jogos contra o Cruzeiro, pelas duas competições.
Ele ainda pediu a implantação do sistema de árbitro de vídeo o mais rápido possível à CBF, inclusive com gravação e divulgação das conversas entre os juízes enquanto as decisões são tomadas, para que haja total transparência.

"O Palmeiras expôs toda a nossa insatisfação com os últimos resultados da arbitragem. Avaliamos que a arbitragem está muito abaixo do que temos como expectativa e do nível do Brasileiro. A proposta do Palmeiras é utilizar a tecnologia no futebol o mais rápido possível", disse o cartola, ao Sportv, nesta segunda.

Enquanto participava das reuniões, aliás, Galiotte foi informado por Marinho que o árbitro Dewson Freitas, que marcou o pênalti fora da área no jogo de domingo, contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro foi "rebaixado" para a Série B, ao lado de outros dois árbitros.

 

ESPN

guerreroPaolo Guerrero segue proibido de jogar futebol. Nesta segunda-feira (1º), o peruano sofreu nova negativa na Justiça Federal da Suíça, ao ter o pedido de efeito suspensivo recusado. Condenado a suspensão por doping, o atacante tem retorno previsto apenas para abril de 2019, quando chega ao fim a punição do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS).


Guerrero foi punido em outubro de 2017, após cair em um exame antidoping na partida entre Peru e Argentina, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O atleta teve acusado em seu exame a presença de um metabólito da cocaína em seu organismo.


Sendo assim, Guerrero segue aguardando o fim da punição para estrear pelo ​Internacional. O atleta tem contrato com o clube gaúcho por três temporadas.

 

 

Esporteinterativo

arbitroOs erros de arbitragem que marcaram a 27ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro irão custar a presença dos trios envolvidos nas próximas partidas da competição nacional. Isso porque, nesta segunda-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou que as equipes de arbitragem envolvidas em lances polêmicos serão remanejadas e passarão por um período de “reciclagem” em competições de divisões inferiores.

Quem tornou a mudança pública foi justamente o chefe de arbitragem da entidade, Coronel Marinho, que confirmou que os árbitros Dewson de Freitas (Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), Caio Vieira (Santos 1 x 0 Atlético-PR) e Sávio Pereira Sampaio (Inter 2 x 1 Vitória), junto com seus auxiliares, serão reavaliados em outras competições. Apesar de não ter sido garantido, a tendência é de que os trios atuem na Série B por algumas rodadas.
“Eu não gosto da palavra punição. Eu risco do meu dicionário. Existe um trabalho de melhoria do árbitro. Isso é feito com os árbitros e com os assistentes. Então existem outras competições para que eles possam estar atuando novamente, para que possamos estar reavaliando se é caso de voltar ou não para a Série A, que é a competição mais importante aqui e de uma exposição muito grande”, disse Marinho ao canal SporTV.

“Você vai numa outra competição analisar e esse é o nosso trabalho com os assistentes e com os árbitros. Vamos passar correções para eles, o Dewson (de Freitas, árbitro de Palmeiras 3 x 1 Cruzeiro), o Caio (Vieira, árbitro de Santos 1 x 0 Atlético-PR) , o Sávio (Pereira Sampaio, árbitro de Inter 2 x 1 Vitória), e para a equipe deles, pois é um trabalho em equipe que falhou. Eles serão reavaliados e, se estiverem bem, voltam, se não, vão continuar lá”, explicou o dirigente.
O primeiro trio de arbitragem que será remanejado pela CBF trabalhou na partida entre Palmeiras e Cruzeiro. Liderada por Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa-PA), a equipe com os auxiliares Hélcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA) marcou pênalti no toque na mão de Gustavo Gómez, que foi fora da área. O lance foi semelhante ao do jogo entre Inter e Vitória, que Sávio Pereira Sampaio (DF), Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF), apontaram a marca da cal.

Por fim, Caio Max Augusto Vieira (RN), Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinícius Melo de Lima (RN), que viram pênalti para o Santos na dividida entre Dodô e Rony, já na reta final do duelo diante do Atlético Paranaense, na Vila Belmiro, também serão reavaliados nas divisões inferiores. Na cobrança, Carlos Sánchez converteu e deus os três pontos ao Peixe.

“Temos que saber o porquê do erro. Posicionamento, falta de atenção? Trabalho de equipe falhou? Comunicação falhou? Planejamento falhou? Isso tudo tem que ser analisado. Se houve falha, tem que ser corrigido. Se houve falha do planejamento de equipe, vamos corrigir. Que é o caso dos dois lances mais importantes, do Palmeiras e do Internacional. O trabalho de equipe falhou. Tem que ser corrigido, reavaliado por eles”, finalizou Coronel Marinho.

 

Gazeta

Foto:Sergio Barzaghi/Gazeta Press