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varA Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) recebeu nesta sexta-feira a autorização para uso do árbitro de vídeo (VAR) no clássico entre Flamengo e Fluminense, neste domingo, pela última rodada da Taça Rio. Rodrigo Nunes de Sá analisará os lances com auxílio da tecnologia. A intenção da entidade era que todas as partidas restantes pudessem contar com o aparato. No entanto, o único estádio no Rio já certificado pela International Football Association Board (IFAB) para uso do VAR é o Maracanã, que receberá o clássico.


Há um problema iminente para a semifinal do segundo turno. Isso porque, nesta quinta-feira, a Concessionária Maracanã enviou ofício à Ferj informando que o estádio só poderá receber uma das partidas, ou no dia 27, ou no dia 28. Dessa forma, o outro jogo acontecerá em um estádio que ainda não conta com a certificação da IFAB para o VAR. Portanto, sem a documentação, a Ferj terá de decidir se manterá o VAR somente em uma das semifinais ou abrirá mão da tecnologia nas duas partidas.

Outra possibilidade é um eventual confronto entre Vasco e Fluminense nas partidas decisivas da Taça Rio e do Estadual. Após as confusões na final da Taça Guanabara por conta de impasse quanto ao lado da arquibancada que cada torcida ocuparia, a Ferj determinou que o clássico não pode acontecer no Maracanã salvo acordo expresso entre os clubes sobre a questão.

É outra partida que poderia ficar sem o VAR se a certificação da IFAB para o Estádio Nilton Santos não chegar a tempo. A Ferj afirma que já iniciou o procedimento para obter o aval do órgão internacional, mas até o momento a arena continua sem poder receber a tecnologia. As solicitações são feitas através da CBF e encaminhadas à IFAB, que toma as decisões.

 

GE

Foto: Úrsula Nery / FERJ

casemiroNa manhã desta sexta-feira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que o técnico Tite já definiu quem será o capitão do Brasil para a partida amistosa deste sábado, contra o Panamá. Trata-se do meia Casemiro, que atua pelo Real Madrid.


Sem o primeiro capitão, Neymar, que ainda se recupera da lesão no quinto metatarso do pé direito, Tite teve de escolher um novo jogador para utilizar a braçadeira. Em 2017, em partida diante da Bolívia, válida pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo, o camisa 5 já havia sido o capitão, mas à época, o treinador utilizava o esquema de rodízio.


A oportunidade de Casemiro ser capitão surge justamente em um estádio que ele conhece muito bem. O jogo será realizado no Estádio do Dragão, casa do Porto, clube que o volante defendeu entre 2014 e 2015, e onde ganhou projeção mundial no futebol.

O Brasil entra em campo diante do Panamá às 14h (horário de Brasília). Logo após o jogo, a Seleção segue para Praga, onde na terça-feira enfrenta a República Tcheca, às 16h45.

 

Gazeta

Foto: Pedro Martins/MoWA Press

O Botafogo esteve longe de encantar nesta quinta-feira, mas goleou e manteve viva a esperança de avançar às semifinais da Taça Rio. O time alvinegro mais uma vez exibiu um futebol pouco inspirado e se aproveitou da fragilidade da Portuguesa para vencer por 4 a 1, no Engenhão, pela penúltima rodada do segundo turno do Campeonato Carioca, com direito a gol de Diego Souza.

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Apesar do triunfo, a situação do Botafogo na Taça Rio e, consequentemente, no Carioca segue delicada. A equipe ocupa a quarta colocação do Grupo C, com oito pontos. Para avançar, precisa vencer o Americano domingo, em Bacaxá, e torcer contra Cabofriense e Flamengo, de quem ainda teria que tirar uma diferença de quatro gols no saldo - no momento, o time rubro-negro tem vantagem de 7 a 3 para o alvinegro.

Por isso, nem mesmo a goleada desta quinta animou muito os pouco mais de mil pagantes que se aventuraram a ir ao Engenhão. Diante do pior time do Carioca, que somou apenas dois pontos em toda a competição até o momento, o Botafogo não conseguiu impor sua superioridade técnica e sofreu, especialmente no primeiro tempo

Se começou empolgante, com a grande chance desperdiçada por Diego Souza logo no primeiro minuto, logo o Botafogo exibiu as mesmas falhas de toda a competição e viu a Portuguesa crescer. Com muitos erros na saída de bola, o time alvinegro permitiu as chegadas do adversário, que quase abriu o placar aos oito, com Everton Sena. Diego Cavalieri voou para agarrar.

O Botafogo trocava oportunidades com o pior time do Carioca. Aos 24, teve Gabriel desperdiçando ótimo momento de cabeça, mas aos 27 viu Diguinho acertar o travessão em cobrança de falta.

Aos 29, a arbitragem protagonizou uma lambança. Nilson dividiu com Rodrigo Pimpão após escanteio e caiu. Alexandre Vargas Tavares de Jesus assinalou pênalti. Quando Diguinho se preparava para a cobrança, após muita reclamação botafoguense, o juiz conversou com o auxiliar do lado do gol e voltou atrás, para revolta dos atletas da Portuguesa.

Assustado, o Botafogo ainda permitiu que Nilson desperdiçasse grande chance aos 44. Somente quando a sorte ajudou, na volta para a etapa final, o time da casa finalmente conseguiu abrir o placar. Aos oito minutos, Marcinho tentou o cruzamento, a bola foi muito fechada e tocou na trave. A sobra ficou com Diego Souza, que só empurrou para a rede.

O gol pareceu tirar um peso das costas dos atletas botafoguenses, porque o segundo veio somente dois minutos depois, em uma rara aparição de Cícero. O volante deu ótimo lançamento para Ferrareis, que dominou e finalizou com estilo. A torcida ainda comemorava quando a Portuguesa descontou, em novo vacilo da defesa alvinegra. Nilson recebeu lançamento longo, aproveitou cochilo de Marcelo Benevenuto e bateu na saída de Cavalieri.

O jogo se tornou totalmente aberto, e por mais que encontrasse dificuldades na criação de jogadas, o Botafogo conseguiu marcar o terceiro. Em mais um lance no qual a bola rondou de um lado para o outro do ataque, Alex Santana aproveitou uma brecha e arriscou de fora da área para fazer belo gol. 

Na base da insistência, o time alvinegro ainda marcou o quarto, após boa jogada de Pimpão, que Marcão tocou contra a própria meta. Gol que deixou o Botafogo um pouco mais vivo na luta pela ida às semifinais.

FICHA TÉCNICA:

BOTAFOGO 4 X 1 PORTUGUESA

BOTAFOGO - Diego Cavalieri; Marcinho, Marcelo Benevenuto, Gabriel e Jonathan; Alex Santana, Cícero (Wenderson) e Gustavo Ferrareis (João Paulo); Erik (Luiz Fernando), Diego Souza e Rodrigo Pimpão. Técnico: Zé Ricardo.

PORTUGUESA - Edson Kölln; Filippe Formiga, Marcão, Emerson e Diego Maia; João Cleriston, Diego Guerra e Muniz (Romarinho); Diguinho (Tiago Amaral), Everton Sena (Eskilo) e Nilson. Técnico: Ailton Ferraz.

GOLS - Diego Souza, aos oito, Gustavo Ferrareis, aos 10, Nilson, aos 12, Alex Santana, aos 21, e Marcão (contra), aos 38 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Alexandre Vargas Tavares de Jesus.

CARTÕES AMARELOS - Marcinho, Luiz Fernando (Botafogo); Marcão, Emerson, Muniz (Portuguesa).

RENDA - R$ 18.897,00.

PÚBLICO - 1.012 pagantes (1.403 presentes).

LOCAL - Estádio Engenhão, no Rio (RJ).

Por Gabriel Melloni
Estadão Conteúdo

fagnerUm dos jogadores que estiveram no grupo que disputou a Copa do Mundo de 2018 na Rússia, Fagner foi convocado por Tite nesta semana para suprir a saída de Daniel Alves, que foi cortado pela comissão técnica por conta de uma lesão no joelho direito.

 

Mesmo que a convocação tenha sido por conta de uma lesão de um companheiro, Fagner, que foi um dos escolhidos para dar entrevista coletiva nesta quinta-feira, fez questão de salientar que esta é uma nova oportunidade para mostrar seu futebol e que espera retribuir a confiança de Tite.

 

- Tenho que estar preparado. É uma oportunidade única. Poder mostrar seu valor e agregar. Nem sempre todos podem estar na lista final - destacou o lateral-direito.

O jogador do Corinthians ainda comentou sobre uma possível 'escassez' de laterais na Seleção Brasileira, e afirmou que a cultura brasileira é que os jogadores da posição são feitos para a atacar, quando na verdade, a maior virtude de um lateral é defender.

  • É difícil falar se falta lateral. Depende de qual é o conceito. No Brasil, criamos a ideia que o lateral bom é o que faz gol e aparece na frente. Mas a primeira função do lateral é defender. Quando eu comecei lá atrás tinha muito o ímpeto de atacar e chegar na frente. Quando cheguei no Corinthians em 2014, entendi a real função de lateral, que é marcar - concluiu.

 

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF