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conmebollChegamos ao dia 30 de abril, data em que as férias coletivas de jogadores/funcionários da grande maioria dos clubes brasileiros chega ao fim. Apesar do encerramento das férias, ainda não há um direcionamento definido em relação ao futebol no país, tendo em vista que nós, enquanto nação, vivemos o momento mais delicado da pandemia de coronavírus, com escalada de casos confirmados e óbitos diários.

 

Apesar do cenário delicadíssimo, há uma grande pressão alavancada por representantes do governo federal, além de clubes e entidades específicas, para que o futebol seja retomado de forma progressiva já nas próximas semanas. Há, também, o outro lado da moeda: dirigentes e federações totalmente contrários à ideia de que a bola volte a rolar por agora. O Globo destrinchou o cenário desta evidente 'queda de braço' que tem o futebol como epicentro:


A favor: interlocutores do governo federal de Jair Bolsonaro enxergam o futebol como um possível 'modelo' para a reabertura gradual da economia no país; aparelhados com essa ideia, estão os dirigentes de Vasco e principalmente Flamengo - a alta cúpula do clube da Gávea é a mais alinhada com o governo federal atualmente -, que trabalham em conjunto com a Federação Carioca para a retomada do Estadual; Rubens Lopes, presidente da entidade local, também é favorável ao retorno do futebol no Rio, mas vem esbarrando no posicionamento assertivo do governo do Estado.

 

Contra: os governos estaduais, em especial os dos principais 'mercados' do futebol no país (Rio/São Paulo), estão resistentes à ideia de retomada do futebol, especialmente diante do avanço no número de casos de coronavírus nestes dois centros; Fluminense e Botafogo são vozes dissonantes em relação à Flamengo e Vasco, sendo totalmente contrários ao apressamento do retorno do calendário; a CBF, entidade que se encontra no meio deste 'fogo cruzado', tenta gerenciar as cobranças e pressões do primeiro grupo: admitiu a retomada dos treinamentos em maio, respeitando as medidas de segurança e protocolos de higiene, mas não vê condições para determinar uma data para retomada de atividades oficiais.

 

yahooesportes

aloisioO atacante brasileiro Aloisio recebeu uma grande notícia nesta quarta-feira, pois convocado para defender a seleção chinesa, comandada pelo técnico Li Tie. Mais conhecido como 'Boi Bandido', ele defende o Guangzhou Evergrande atualmente e passará a ser chamado de Luo Guofu.


TREINOS
A convocação é para um período de treinamentos no mês de maio, entre os dias 10 a 27. Aloísio é o terceiro jogador estrangeiro a defender a China e o segundo brasileiro. O outro brazuca foi Elkeson, que passou a ser chamado Ai Kesen.


"Já são seis anos e meio na China e essa convocação me enche de orgulho porque significa que todo o meu trabalho e dedicação foram reconhecidos e farei de tudo para retribuir o que a China me deu.


Pode ter certeza de que representarei a equipe nacional com muita honra e profissionalismo, como sempre fiz em todos os times que defendi ao longo da minha carreira", disse o jogador.

CARREIRA

Aloísio começou no Grêmio e passou por Caxias, Chapecoense, Figueirense e São Paulo. Após se destacar foi para a China e defendeu o Shandong Luneng, Hebei Fortune e Guangdong South antes do Guangzhou Evergrande.

OUTROS BRASILEIROS

Outros jogadores que estão se naturalizando para eventual convocação são Ricardo Goulart, Alan e Fernandinho.

 

Futebolinterior

Primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe disse nesta quarta-feira que as Olimpíadas não poderão acontecer caso a pandemia não seja contida. Devido ao novo coronavírus, o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o governo japonês mudaram os Jogos de 2020 para 2021. Com a infecção pela doença crescendo em muitas partes do mundo e especialistas sugerindo que ainda há um longo caminho para se ter uma vacina, dúvidas têm sido levantadas sobre as possibilidades de se realizar um evento desse porte no ano que vem.

 

- Sempre falamos que as Olimpíadas e Paralimpíadas precisam ser realizadas de uma forma completa e que os atletas e espectadores possam participar de forma segura. Seria impossível realizar os Jogos de uma maneira completa caso a pandemia ainda não esteja contida - falou Abe em resposta a um parlamentar da oposição nesta quarta-feira.

 

Abe falou que as Olimpíadas, se realizadas, servirão como legado de sua gestão como primeiro-ministro e vive uma grande expectativa de crescimento no turismo e consumo. O Japão gastou cerca de US$ 13 bilhões em preparação e arrecadou aproximadamente US$ 3 bilhões em patrocínio doméstico.

O primeiro-ministro disse ainda que as Olimpíadas precisam ser realizadas de "uma forma que mostre que o mundo venceu a batalha contra a pandemia do coronavírus". Ele ainda alertou sobre o difícil panorama na capital japonesa. Refletindo a visão de Abe, a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, falou aos repórteres que a situação em Tóquio segue "difícil" e disse que pediu ao gabinete de Abe que aumente o período de "emergência", que está previsto para encerrar em 6 de maio.


O Japão decretou estado de emergência em todo o país por causa do coronavírus, e Tóquio é o epicentro da pandemia por lá. Já foram registrados por lá mais de 13,9 mil casos de covid-19 e 417 mortes. Os números japoneses não estão entre os mais elevados do mundo, porém um evento como as Olimpíadas reúne pessoas de todo o mundo, entre atletas, jornalistas e torcedores.

 

GE

cuevaO meia peruano Cueva afirmou à ESPN argentina que gostaria de voltar ao São Paulo, onde teve seu melhor momento no país, mas de onde saiu sob críticas.

Cueva foi perguntado se gostaria de jogar na Argentina – ela já negociou com Independiente e San Lorenzo – e disse que tinha vontade de defender o Boca Juniors. Foi quando revelou a intenção de retornar ao Morumbi:

– Sim, eu sempre quis jogar no Boca. Sempre segui o Boca, é uma equipe que gosto demais, mas tem outra equipe que gostaria de ter uma oportunidade novamente, em um outro momento, que é o São Paulo.

 Ele explicou:

– Sempre fui torcedor do Alianza (Lima), mas simpatizo com Boca. São equipes parecidas, do povo. Gosto muito de equipes assim, como na época do São Paulo eu sentia o mesmo, e foi linda essa passagem pelo São Paulo. Me ensinou muita coisa, jogar no São Paulo é completamente diferente.

Na mesma entrevista, questionado sobre a relação com o técnico Jorge Sampaoli no Santos, criticou o argentino:

– Não sei se terminou mal porque ele nunca olhou na minha cara. Nunca conversamos cara a cara quando se devia conversar – disse Cueva, que deixou o Santos em litígio quando Jesualdo Ferreira já tinha assumido o comando do time, no começo do ano.


Cueva, que estava no Krasnodar, foi contratado com status de estrela pelo Santos no começo de 2019. Não teve sucesso, se envolveu em confusões, foi afastado do elenco e, no fim, deixou o clube e se transferiu ao Pachuca, do México, em movimento que levou à reclamação santista na Fifa.

 

– Apesar de tudo, não posso negar que (Sampaoli) é um grande técnico. Sei que não posso pedir garantia de jogar sempre, não é assim, mas não aconteceu o que queríamos que acontecesse.

 

GE

Foto: Marcos Ribolli