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Após a derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Flamengo o técnico Odair Hellmann atribuiu o cansaço como principal motivo para a derrota da equipe na final do Campeonato Carioca. O treinador lembrou que o tricolor teve apenas oito sessões de treinamento e logo depois, seis jogos em 15 dias.
“No primeiro tempo o Flamengo teve mais posse, mas conseguimos encaixar bem a marcação, tivemos espaços e a chance mais clara do primeiro tempo foi nossa com Marcos Paulo. Sentimos já no primeiro tempo a questão de ritmo dessa sequência, mas nos fortalecemos, criamos as nossas oportunidades as melhores do primeiro tempo. Segundo tempo estabilizamos novamente, fomos para cima, adiantamos a marcação, subimos, mantivemos esse nosso jogo de buscar o resultado, a vitória, cada vez mais se expondo e se desgastando. Claro que o que fizemos nesses jogos eu tenho só que parabenizar e aplaudir de pé os jogadores com toda dedicação, esforço e tudo que fizeram nos últimos três jogos. Enfrentamos uma das melhores equipes da América, se não a melhor, com mais tempo de trabalho e jogamos não só de igual para igual, mas melhor em muitos momentos. Eles fizeram o gol aos 50 do segundo tempo onde já estava todo mundo sem oxigênio, com cansaço, sem força. A perna pesou e quando a perna pesa a cabeça já não pensa com tanta tranquilidade. Tenho certeza que se tivéssemos mais condições de treinamento não perderíamos esse jogo de hoje”, disse.


Odair elogiou o departamento de preparação física pelo que fizeram nos últimos dias, mas entende que o cenário era calculado diante do pouco tempo que o clube teve para a volta do campeonato. Para o treinador, nesta final, a queda de rendimento dos seus jogadores foi nítida.
“Teve um momento que eu olhei para o campo e visualizei nitidamente os jogadores já fazendo movimentos com a perna mais lenta. Tentamos de todas as formas no segundo tempo colocar jogadores descansados para que eles pudessem manter o nível técnico e aumentar o nível de intensidade e levamos a decisão até o último minuto, eu nem conto o gol porque isso já está no processo que você está buscando a vitória”, comentou.
Odair entende que o bom rendimento nas três últimas partidas contra o Flamengo dá confiança para a equipe na sequência da temporada. Mas agora, será necessário dar aos jogadores um tempo de descanso.

“Preciso ressaltar, além de agradecer os jogadores, é que nós não estamos felizes de perder o título, nós ganhamos um título nesses três jogos e já não era nem pra ter acontecido essas duas partidas na maior parte das opiniões, nós conseguimos ganhar um título e levar para as duas partidas das finais. Mas saímos daqui muito mais fortes, individualmente, como time, como ideia de jogo, como confiança, nós precisamos agora urgentemente descansar esses jogadores, limpar a mente, o corpo deles porque eles passaram do limite, principalmente nesses últimos 10 dias e quando voltarmos estarmos com essa identidade, daqui pra mais porque saímos fortalecidos coletivamente e individualmente e é daqui pra mais que nós precisamos iniciar o Brasileiro, Copa do Brasil, aí sim, se mantivermos o padrão que mostramos durante o campeonato carioca e nessas finais, certeza que faremos um bom próximo ano”, contou.

 

e foi meu companheiro na medalha olímpica. Tivemos quase zero índice de lesão, se não foi zero muscular e isso é trabalho de altíssimo nível para a equipe dar essa resposta e esse padrão. Acho que o jogo foi isso, criamos nossas oportunidades e no segundo tempo sim, no momento da nossa recuperação, por tudo isso que falei, sentimos um pouco, a perna pesou e quando a perna pesa a cabeça já não pensa com tanta tranquilidade e a gente não conseguiu desenvolver todos os lances de posse e ataque. Tenho certeza que se tivéssemos mais condições de treinamento não perderíamos esse jogo de hoje.

Peso da parte física e mental
Parte física e mental pesaram mais nesse jogo de hoje, teve um momento no primeiro tempo que por mais que estivéssemos bem, tirando as ações ofensivas do Flamengo e conseguindo escapar não só com velocidade e buscando espaço mas também com troca de passes, onde criamos nossas oportunidades claras de gols, teve um momento que eu olhei pro campo e visualizei nitidamente os jogadores já fazendo movimentos com a perna mais lenta. Aí o jogo baixou de intensidade, conseguimos recuperar dentro do jogo e manter a nossa intensidade de jogo para que o resultado se mantivesse aberto e se manteve até os 50 do segundo tempo. Tentamos de todas as formas no segundo tempo colocar jogadores descansados para que eles pudessem manter o nível técnico e aumentar o nível de intensidade e levamos a decisão até o último minuto, eu nem conto o gol porque isso já está no processo que você está buscando a vitória.

Agradecimento aos jogadores

Preciso ressaltar, além de agradecer os jogadores, é que nós não estamos felizes de perder o título, nós ganhamos um título nesses três jogos e já não era nem pra ter acontecido essas duas partidas na maior parte das opiniões, nós conseguimos ganhar um título e levar para as duas partidas das finais. E a cada partida que foi passando, foi dificultando pra nós nesses aspecto, mental, físico e isso atrapalha para nós a resposta técnica, mas saímos daqui muito mais fortes, individualmente, como time, como ideia de jogo, como confiança, nós precisamos agora urgentemente descansar esses jogadores, limpar a mente, o corpo deles porque eles passaram do limite, principalmente nesses últimos 10 dias. Nós vamos segurar um pouco para que possamos limpar esses jogadores e quando voltarmos estarmos com essa identidade, daqui pra mais porque saímos fortalecidos coletivamente e individualmente e é daqui pra mais que nós precisamos iniciar o Brasileiro, Copa do Brasil, aí sim, se mantivermos o padrão que mostramos durante o campeonato carioca e nessas finais, certeza que faremos um próximo ano.

Análise Carioca
O carioca a gente fez um grande Carioca, por mais que tenha tido essa parada, nos dificultaram ainda mais com essa retomada. O clube deu exemplo pelo presidente, de postura e bom-senso, campeonato não era pra ter voltado com essa velocidade, aceleraram demais os processos, não tinha necessidade dessa pressa toda, mas já aconteceu. Falar tudo isso de novo é bater na mesma tecla e eu não quero. O mais importante é que nos superamos nessa retomada porque só tínhamos adversidades, muitas adversidades e superamos ela dentro e fora do campo. Isso fortalece um time, isso fortalece um clube, isso fortalece uma equipe e como eu disse, no processo de construção, de consolidação, de maneira de jogar, de forma de jogar, e também de confiança pra jogar. É assim que a gente sai para um segundo semestre onde mantemos esse padrão de atuações, dentro e fora de campo como estamos fazendo, a direção, a comissão, os jogadores, os torcedores, juntos, nós precisamos muito dos nossos torcedores e eu quero agradecer ao torcedor mesmo não estando aqui, sem sentirmos a energia deles, eles estiveram ao lado do clube em todos os momentos, aqui vai o meu agradecimento. Não conseguimos ganhar esse título, ganhamos a Taça Rio, mas acho que honramos a camisa do primeiro ao último minutos, representamos vocês com honra e vamos trabalhar muito forte para que a gente possa fazer um grande segundo semestre juntos, juntos vamos ser mais forte e conseguiremos conquistar coisas boas esse ano.

jjesusficaflaRodolfo Landim, presidente do Flamengo, falou de Jorge Jesus diretamente após o título do Campeonato Carioca, o 36º da história do Rubro-Negro, com uma nova vitória sobre o Fluminense - agora por 1 a 0. O mandatário foi assertivo ao dizer que o Mister voltará a treinar o elenco no Ninho do Urubu nesta segunda (20), referindo-se à reapresentação depois de folgas cedidas.


- Segunda-feira, ele está treinando o time. É isso que está marcado. Todo mundo está liberado hoje (quarta-feira) e todo mundo treina na segunda-feira. Nós estamos contando com ele lá na segunda-feira, foi o que eu falei agora com ele no vestiário. Todo mundo tem direito, né? Ganharam um título. Vamos dar uns dias de folga - disse Landim, a jornalistas nas proximidades do vestiário do Maracanã, completando:

 

- Não (houve reunião com Jesus). Só falamos sobre quando vamos começar a treinar de novo, como seria a volta. Foi falado de dar a folga e se reapresentar. De vez em quando, falo com ele. Ele trabalha no Flamengo e eu sou presidente do clube, né? Ele não passou nada (a respeito de proposta ou não do Benfica), claro que não.

Apesar de Landim ter citado segunda-feira para o dia da reapresentação, o plantel só retornará ao CT na terça, dia 21. Antes, mais precisamente nesta quinta (16), Filipe Luís aparecerá no Ninho para realizar exames, uma vez que saiu da partida com dores na panturrilha direita.

Em tempo: Jesus, em entrevista à FlaTV, não respondeu se ficará no Flamengo ou se aceitará a proposta do Benfica.

 

Lançe

Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

Tchê Tchê foi o único desfalque do último treino do São Paulo no CFA de Cotia, realizado na manhã da última quarta-feira. O volante foi preservado pela comissão técnica, que identificou um desgaste físico acumulado no jogador do Tricolor.

No entanto, a ausência de Tchê Tchê no coletivo comandado por Fernando Diniz foi apenas uma precaução. Portanto, a tendência é que o jogador participe normalmente da atividade de sexta-feira, que marcará o retorno do elenco ao CT da Barra Funda, já que nesta quinta os atletas terão uma folga.

O São Paulo contou com uma grande carga de treinamentos em Cotia, com duas sessões na maioria dos sete dias que permaneceu no complexo da base. Como o momento ainda é de transição e preparação, a comissão acredita ser importante evitar lesões mais graves.
Vale lembrar que Helinho já havia perdido cinco dias de treinos por conta de dores na coxa direita. No entanto, o atacante mostrou evolução na recuperação e voltou a participar das atividades com bola deste terça-feira.

Tchê Tchê é titular absoluto do São Paulo de Diniz, tornando-se peça importante no sistema tático implementado pelo treinador. Como primeiro volante da equipe, o camisa 28 tem a função de qualificar a saída de bola do time, formando uma parceria com Daniel Alves na iniciação das jogadas. Em 2020, o jogador foi titular em 11 das 12 partidas do clube na temporada.


O São Paulo segue se preparando para retornar aos gramados após o fim da paralisação. O primeiro compromisso do Tricolor será contra o Red Bull Bragantino, pelo Paulistão. A data e o horário do jogo ainda não foram definidos. No entanto, o estadual recomeçará no dia 22 de julho, com a final prevista para 8 de agosto.

 

gazetaesportiva

flafluO Flamengo é campeão carioca 2020. É bicampeão porque já levou o caneco para a Gávea ano passado. O título foi conquistado nesta quarta-feira à noite no Maracanã, com a vitória por 1 a 0 diante do seu maior rival, o Fluminense.

O gol da vitória foi marcado por Vitinho aos 49 minutos do segundo tempo. Este é o 36.º título carioca do Mengão, que se distancia dos rivais no Estado do Rio de Janeiro.

Este foi o segundo duelo entre o campeão da Taça Guanabara (o Flamengo) contra o campeão da Taça Rio (o Fluminense). No primeiro jogo, domingo passado, o campeão já tinha vencido por 2 a 1, o que lhe deu a vantagem de jogar até pelo empate no segundo jogo. Mas venceu de novo.

CLÁSSICO DAS MULTIDÕES

O Flamengo conquistou o seu 36.º título estadual na história, ainda na frente do próprio Fluminense, com 31 títulos. O duelo ganhou o nome de “Clássico das Multidões” depois de 1963, quando o Fla-Flu levou o maior público da história do Maracanã, com 194 mil torcedores.

Ironicamente, pela primeira vez, eles decidiram um título com o Maracanã totalmente vazio devido a pandemia da Covid-19.
OS NÚMEROS

Este foi o quinto Fla-Flu do ano. O Fluminense venceu o primeiro contra um misto do rival por 1 a 0, gol de Nenê, de calcanhar, na Taça Guanabara, onde eles fizeram um grande duelo depois na vitória do Flamengo por 3 a 2, após abrir 3 a 0.

Houve empate por 1 a 1 na final da Taça Rio, levada pelo Flu nos pênaltis, e a vitória por 2 a 1 do Mengo no primeiro jogo da final do Carioca.

Os dois rivais duelaram até agora 428 vezes. Com vantagem flamenguista: 157 vitórias, contra 139 empates e 132 derrotas. Só no Carioca, foram 255 duelos, com 93 vitórias do Flamengo e 78 do Fluminense, com 84 empates.

FLUZÃO COMEÇA ATRÁS

Mesmo precisando da vitória para evitar o título do rival, o Fluminense fez a opção de ficar bem armado na defesa no primeiro tempo, para tentar o gol em lances de contra-ataques.

Teve duas boas chances, uma com Evanilson e outra com Marcos Paulo. Ambos os chutes foram para fora.
AMPLO DOMÍNIO DO MENGO

Por conta disso, o Flamengo teve amplo domínio territorial, inclusive forçando a marcação quando estava sem a bola. Mas encontrou dificuldades para superar a defesa adversária. A alternativa foi arriscar de longe, o que facilitou a missão do goleiro Muriel.

A melhor chance rubro-negra aconteceu aos 44 minutos, quando Pedro recebeu no lado direito da área e chutou de virada. A bola passou por Muriel e tirou tinta da trave.

SEM MUDANÇAS, MAS...

Os dois times voltaram sem mudanças para o segundo tempo, mas como se esperava o Fluminense abriu mão de ficar na defesa e passou a marcar o Flamengo em seu campo defensivo.

Logo no começo, o Flamengo perdeu o lateral Filipe Luís, que sentiu uma fisgada na perna direita. Em seu lugar entrou Renê, um lateral de ofício, porém, sem a mesma agressividade de Filipe.

MAIS TROCAS

Do lado do Tricolor, o lateral Gilberto saiu machucado e cedeu lugar para Michel Araújo, porém, o volante Hudson é que passou a atuar pelo lado direito. No ataque, saiu Marcos Paulo para a entrada de Fernando Pacheco.

Aos 25 minutos, o técnico Odair Hellmann arriscou tudo com as entradas de dois jogadores ofensivos - Ganso e Caio Paulista - nos lugares, respectivamente, de Yago Felipe e Evanilson.

SEM CHANCE E TEMPO

Mas o tempo ia passando e o Fluminense sem condições de criar no ataque. O Flamengo, de forma natural, foi segurando o placar porque o empate lhe vaia o título. Para isso, usou muita catimba, ganhando tempo nas reposições de bola do goleiro Diego Alves e também nas substituições.

SEM FÔLEGO

Mas no final faltou fôlego e condicionamento físico aos jogadores do Fluminense. O Flamengo até se arriscou a trocar a bola no campo ofensivo. E chegou ao gol aos 49 minutos, quando Vitinho desceu em diagonal, chutou cruzado e a bola desviou encobrindo o goleiro Muriel.

 

futebolinterior

Foto: Oficial FFC