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joelsantanaO empresário do técnico Joel Santana, Léo Rabello, confirmou nesta sexta-feira que já existe um acerto para que ele seja o novo comandante do Flamengo. Faltam apenas detalhes para o "Papai" assinar contrato e voltar a dirigir o clube. A tendência é de que a apresentação seja realizada na segunda-feira.

- Já está tudo certo, só falta assinar. Ele deve se apresentar na segunda - afirmou Rabello.
Joel Santana tinha contrato com o Bahia até maio, sem multa rescisória, e na quinta-feira acertou sua saída do clube.

Ele chega à Gávea com o preparador físico Ronaldo Torres e os auxiliares Marcelo Salles- que foi o braço direito de Andrade no título brasileiro de 2009 - e Mauricio Albuquerque.
O técnico será o substituto de Vanderlei Luxemburgo, que saiu do Fla após divergências com os dirigentes e jogadores rubro-negros. Luxa deu entrevista nesta sexta reclamando da postura do clube.

 

 

Globo Esporte

A Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol  (CEAF/PI) divulgou a escala completa dos doze árbitros que irão trabalhar na terceira rodada do Torneio da Movimentação, que terá jogos no sábado, domingo e segunda-feira.

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A abertura da rodada será amanhã (04), com o clássico Comercial x Caiçara, na cidade de Campo Maior, que terá direção de Antônio José Lopes Trindade de Sousa.


Na tarde de domingo, Júlio César de Oliveira Gonçalves (foto) será o árbitro de Valença x Cori-Sabbá, com a rodada sendo fechada na segunda-feira, no Estádio Lindolfo Monteiro, quando Piauí e Flamengo atuarão com arbitragem de José Valmir dos Santos Xavier.


Da redação

Pela segunda rodada do Torneio da Movimentação, promovido pela Federação de Futebol do Piauí, só o Cori-Sabbá venceu. Em Floriano, no Estádio Tibério Nunes, na sua estréia, o Cori derrotou o Vila Nova, ao passo que Flamengo e Barras ficaram no empate em jogo de pouco público, disputado no Estádio Municipal Lindolfo Monteiro.


Menos de 100 torcedores pagaram ingresso para ver a estréia do Flamengo no Torneio da Movimentação. Quando a bola rolou, o que mais se viu durante o decorrer da partida foi um jogo equilibrado, onde o resultado final não poderia ser outro que não o empate. Com pouco tempo de treinamento, tanto Barras quanto Flamengo ainda estão bem longe do que seus respectivos treinadores esperam.


Com algumas modificações em relação ao seu compromisso de estréia, o Barras terminou chegando ao primeiro gol quando eram decorridos 29 minutos da fase inicial. Um bonito chute do meia Marcinho, que fez lembrar suas boas atuações com a camisa da Sociedade Esportiva de Picos. O empate rubro-negro só veio na fase complementar: Laércio, zagueiro e capitão da equipe, de cabeça, dando números finais ao marcador.


Na cidade de Floriano, quem foi ao Estádio Tibério Nunes viu o time da casa - Cori-Sabbá - estrear marcando seus primeiros três pontos. A vitória de 2 a 0 deixa o time da Princesa do Sul na co-liderança do Módulo A, que também tem o Valença com 3 pontos ganhos, mas melhor saldo de gols. Na chave do Flamengo, a liderança é do Barras, com 2 pontos, enquanto Piauí e Flamengo somam um ponto cada.


A terceira rodada do Torneio da Movimentação acontecerá a partir deste sábado, quando Comercial e Caiçara farão o clássico de Campo Maior, às 15h45. No domingo, será a vez do Valença receber a visita do Cori-Sabbá, em Valença do Piauí. A rodada será fechada na noite de segunda-feira, quando o Flamengo voltará ao gramado do LM, desta vez para enfrentar o time do Piauí.

 

Com informações da Coluna do Buim

operariosgrveobrasmaracanaCom o cronograma apertado, a preparação da Copa do Mundo de 2014 pode sofrer um duro golpe em março. A Força Sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Confederação Sindical Internacional (CSI) e Federação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada orquestram para o próximo mês uma paralisação geral nas obras dos 12 estádios para o Mundial.

A ideia é que os aproximadamente 25 mil operários espalhados pelas cidades-sede (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Cuiabá, Brasília, Natal, Fortaleza, Manaus, Recife e Salvador) cruzem os braços, caso não seja aprovada uma proposta única de piso salarial e benefícios para todos os trabalhadores.

A decisão quanto à paralisação ou não deve sair até o dia 15 deste mês, quando as forças sindicais pretendem ir a Brasília para se reunir com o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

- Existe a possibilidade da paralisação, caso nossas reivindicações não sejam atendidas. A ideia, na realidade, é de iniciarmos um processo de negociação com governo. As centrais sindicais acharam por bem uma negociação unitária, com uma pauta unificada. As obras estão concentradas nas mãos de poucas construtoras. Isso está sendo feito para que possamos nos antecipar aos problemas. Na África do Sul, um pouco antes da Copa, teve confusão com os trabalhadores. Não queremos que esse tipo de coisa aconteça e prejudique o andamento da Copa no Brasil - disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves.

Entre as principais reivindicações das forças sindicais estão o piso nacional unificado de R$ 1,1 mil para ajudantes de obras e de R$ 1,580 para pedreiros e carpinteiros, hora extra com percentual de 100% durante os dias de semana, cesta básica no valor de R$ 35 e planos de saúde extensível a familiares.

A paralisação, caso realmente aconteça, ainda não tem data confirmada. O certo é que poderá coincidir com a vista do presidente da Fifa, Joseph Blatter, e do secretário-geral da entidade, Jérôme Valckle, ao Brasil em março. As forças sindicais, no entanto, garantem que a data nada tem a ver com a presença dos dirigentes no país.

Uma greve geral seria inédita nas obras dos estádios para a Copa do Mundo, mas paralisações isoladas já acontecem por todo o país. Em Recife, na Arena Pernambuco, os trabalhadores estão parados deste o dia 25 de janeiro. Nesta quinta, a Justiça do Trabalho de Pernambuco julgou a greve ilegal. Em Salvador, por sua vez, os trabalhos na Arena Fonte Nova ficaram parados por dois dias. As atividades só retornaram nesta sexta-feira.As greves colocam em risco a inclusão das duas cidades na Copa das Confederações.

Outros estádios já enfrentaram problemas. Em setembro do ano passado, os trabalhos no Maracanã pararam por 19 dias. No mesmo mês, operário do Mineirão também pararam por cinco dias. A greve, inclusive, coincidiu com uma visita da presidente Dilma Rousseff ao estádio.

 

 

Globo Esporte