A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta segunda-feira, 16, a relação das instituições de ensino superior que tiveram o melhor desempenho de seus estudantes no V Exame Unificado da OAB. Segundo a entidade, as faculdades públicas se destacaram entre as 20 melhores instituições de ensino do direito no país.

O melhor desempenho foi da Universidade Federal do Espírito Santo com 80,80% de aprovação, seguido pela Universidade Federal de Pernambuco (78,57) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (77,89).

O Estado do Piauí ficou de fora das 20 melhores instituições de ensino superior de Direito. A Universidade Estadual do Piauí campus Dirceu foi a melhor do Estado com 64%, a Universidade Federal do Piauí campus Petrônio Portela ficou em segundo lugar com 63,41%, UESPI campus de Parnaíba ficou em terceiro lugar com 44,19%, UESPI Pirajá com 38,4% em quarto lugar e em quinto ficou o Instituto Camilo Filho com 36,13%.

 

 

GP1

 

No último dia 13 (sexta-feira), uma equipe da Secretaria Estadual de Educação, esteve no Colégio Dinâmico fazendo uma visita de inspeção de autorização do Curso Técnico em Informática. As professoras Mauryane Ferreira Dias e Silvia Regina Ramos, ficaram impressionadas com a estrutura e com o nível de organização do Colégio.


Segundo as mesmas, o Colégio Dinâmico possui uma excelente estrutura. O laboratório de informática com vinte micros ligados à internet e que serão utilizado no curso, foi um dos destaques apresentados pelas professoras.

O Curso Técnico em Informática já está com as matrículas abertas e terá a duração de 18 meses. As aulas serão ministradas por professores de nível superior formados em Informática (bachareis e tecnólogos).

 

De acordo com as informações repassadas pelo Prof. Joseval Cunha os estudantes de Floriano estão de parabéns por mais esta oportunidade oferecida pelo Colégio Dinâmico, pois o Curso habilitará os alunos em programação, montagem e manutenção, formação de banco de dados e implantação de redes de computadores, ou seja, será uma oportunidade de inserir novos profissionais da área no mercado de trabalho, colocou.

 

Assessoria do Colégio

O MEC (Ministério da Educação) admitiu que 129 redações do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) tinham "erro material" na sua correção e parte delas teve sua pontuação alterada. Alguns casos foram percebidos e corrigidos antes das notas serem divulgadas em dezembro, mas outros foram diagnosticados apenas depois que os candidatos pediram direito de vista da prova via ação judicial.

 

O erro material pode ser, por exemplo, uma prova que não foi corretamente escaneada e ficou em branco ou um número trocado no envelope de identificação, o que fez com que a redação fosse extraviada.
Até a última sexta-feira, 13, o MEC havia admitido duas alterações de nota por "erro material": uma de um estudante de São Paulo e outra de um candidato de Belo Horizonte.

 

O Cespe (Centro de Seleção e Promoção de Eventos), que faz parte do consórcio responsável pela aplicação do Enem, listou os nomes de 129 participantes que tiveram as notas retificadas em função de problemas desse tipo.
O edital do Enem não prevê que o candidato possa entrar com recurso para reclamar da nota obtida. Por isso, muitos estudantes entraram com pedidos na Justiça para ter acesso à prova e, em alguns casos, tentar alterar a nota.

 

Quem participa do Enem pode usar o resultado para disputar vagas em universidades públicas por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) ou pleitear bolsas de estudo em instituições particulares por meio do ProUni (Programa Universidade para Todos).

A lista dos aprovados no Sisu foi divulgada na sexta-feira. E as inscrições para o ProUni começaram no sábado, 14 e continuam até a próxima quinta-feira, 19.

 

 

Folha Online