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Para um casal de agricultores do interior do Piauí, os boatos sobre o fim do Bolsa Família causaram mais transtornos do que filas ou empurra-empurra em bancos.

 

Em pânico após saberem dos rumores no último sábado, 18, Júlia e Ademir de Sousa encararam quase 40 km até o banco mais próximo, mas atropelaram uma vaca e foram parar no hospital.

 

"Estava sem dinheiro, e com a roupa do corpo saímos para sacar. Foi um desespero", diz Júlia, 32, moradora da zona rural de São Lourenço do Piauí. Pelo telefone, uma cunhada prenunciara: a principal fonte de renda da família, os R$ 252 mensais do programa, iria acabar.

 

De moto, Júlia e o marido, de 39 anos, pegaram a estrada no início da noite rumo à agência da Caixa Econômica Federal em São Raimundo Nonato, a 38 km dali.

 

A visibilidade era pouca e a moto bateu em uma vaca a 2 km do destino. Os dois foram parar no meio da estrada. Júlia desmaiou e Ademir, aos gritos, conseguiu socorro com um motorista, que levou o casal até o hospital de São Raimundo.

 

Resultado: Júlia fraturou um braço, um pé e teve escoriações pelo corpo. Ademir machucou o ombro e ainda sentia dores três dias depois da batida. O casal teve alta no domingo, 19, e a vaca morreu.

 

Com três filhos, a agricultora diz agora se preocupar com o futuro. "O médico disse que vou ficar seis meses sem trabalhar. Não posso nem triscar o pé no chão pelos próximos dois meses e só tenho gastos. Os remédios comprei fiado na farmácia."

 

O casal complementa a renda com roças de arroz, feijão e milho. Com dificuldades para andar, Júlia tenta agora conseguir auxílio-doença.

 

"Fui fazer o curativo e a médica novamente me aconselhou ficar sem trabalhar. Como? Quem vai sustentar minha família?", afirmou.

 

A convicção de que tudo era boato só veio anteontem, quando o casal viu a presidente na TV dizendo que o autor do rumor era "criminoso". Em São Lourenço, cidade em que quase todas as famílias --são 4.429 moradores-- recebem o Bolsa Família, a falsa informação correu até pelo rádio, diz ela.

 

Ainda sob efeito do trauma do acidente, Júlia fez aniversário anteontem --e disse ter rezado para que não passe por episódio semelhante. "Quem inventa uma mentira como essa não tem coração."

 

Matéria foi destaque na Folha de São Paulo desta quarta-feira.

 

 

Cidadeverde

casa detruidaUm incêndio em uma residência coberta de palha, ocorrido na noite dessa teça-feira, 21, por volta das 22:00h, na cidade de Esperantina-Piauí, por pouco não causou uma tragédia.

 

 

De acordo com informações de populares, no momento do incêndio apenas o estudante, Manoel Ângelo dos Santos Pereira de 17 anos, se encontrava dormindo no interior do imóvel que ficou completamente destruído.

 

Bastante nervoso e em estado de choque, Manoel Ângelo, disse para a equipe de reportagem que no momento que o fogo iniciou estava dormindo e só acordou com o forte cheiro de queimado dentro da residência.

 

Segundo o jovem, o mesmo morava sozinho e tudo foi perdido com a rapidez do fogo, entre os quais uma geladeira, uma televisão, cama, guarda-roupa, um carrinho de mão e vários outros tipos de pertences, como: roupas e documentos pessoais.

 

“Eu não sei o que vou dizer agora, para a minha mãe, com a nossa casa toda destruída”, falou bastante emocionado o jovem estudante.

 

No local do ocorrido, ainda existem cinco casas de palhas, que segundo informações de populares, foram construídas no passado por invasores do próprio município.

 

Com infotmações do jornalesp

Para que o prefeito Gilberto Júnior (PSB/imagem) tenha total conhecimento de como funciona um Porto Seco, obra que em breve deve ser desenvolvida em Floriano-PI, o mesmo deverá fazer uma viagem ao Mato Groso onde  estará tendo conhecimento na teoria sobre o projeto, para que em seguida ele possa agir no município que vem administrando. A informação é do secretário estadual de Infraestrututa, Avelino  Neiva, quando esteve no município no final de semana.

gilbertojr21052013

A nossa parte que compete ao governo do Estado estamos procedendo da melhor  maneira possível e Floriano merece o trabalho que estamos a fazer, disse o secretário se referindo a outros investimentos para município e afirmando que fará um novo planejamento para que novas vias, ruas e avenidas, sejam asfaltadas na cidade.

 


Parque de Exposições
Sobre a obra de restauração no Parque de Exposições Raimundo Mamede de Castro, o secretário afirmou que está para ajudar a Prefeitura local naquilo que for possível e todas as ações em andamento no município, estão sendo coordenadas pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB). 

 


Só compete a nós, darmos o seguimento as ações, disse o secretário, acrescentando que o município está em boas mãos e que as coisas estão marchando com equilíbrio e sensatez.  Quanto a viagem do prefeito Gilberto Junior ao estado anunciado, o secretário não falou em data.

 

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com

Na manhã de hoje, 21, Policiais Rodoviários Federais efetuaram a prisão de um motorista de carreta, placa de São Luis/MA, no Km 349, da BR 343, zona urbana de Teresina, quando ofereceu R$ 40,00 para não ser multado.

 

Os agentes da PRF realizavam trabalho de policiamento no trecho em questão, quando avistaram uma carreta executando uma manobra de conversão em local proibido pela sinalização. Se aproximaram do veículo e comandaram ordem de parada.

 

Foi solicitada a documentação de porte obrigatório ao motorista F.C.S.B, 54 anos. Esta medida tinha como objetivo subsidiar a lavratura do auto de infração. Inicialmente entregou a carteira de motorista, informando que iria procurar a documentação do veículo.

 

Assim, foi recomendado levar os documentos até a viatura onde seria preenchida a multa. Logo se aproximou e entregou o documento que faltava. No entanto, junto com este havia duas cédulas de R$ 20,00. Quando perguntado para que seria aquele dinheiro disse que era uma compensação para que não fosse multado.

 

Ato contínuo foi declarado preso e encaminhado à sede da Polícia Federal em Teresina para responsabilização pela acusação de corrupção ativa. Este é um crime previsto no Código Penal Brasileiro, que prevê pena de reclusão de 2 a 12 anos para os condenados por este delito.

 

 

PRF/PI